Sobre a bola e o rótulo
ago 23rd, 2007 by Tiago Soares
Faz pouco tempo, foi publicada uma pesquisa do Datafolha sobre o tamanho das torcidas em São Paulo. Para surpresa geral, o Palestra, patinho feio dos times paulistas, apresentou, contra todos os prognósticos, um crescimento bacana. Dentro da margem de erro, mas bacana, sem dúvida.
Muito se falou sobre o assunto. Foram debatidos os (questionáveis) métodos usados na medição, o quanto de bolha existe na marquetagem adversária, o que isso significa para clube e torcida.
Deu bastante pano pra manga.
Agora, de todas essas opiniões, uma me pareceu ir especialmente ao ponto. Ao ponto sobre o que é torcer para o Palestra, e sobre o que, realmente, move os palmeirenses.
O texto seguinte é do meu xará, o jornalista e escritor Thiago. Lindamente escrito, achei ser bem o tipo de que coisa que merece uma segunda lida
***
O Palmeiras não precisa de atestado e rótulos como essas merdas que existem por aí. Não precisamos dizer que somos a maior torcida, o time de mais raça (?!?!) ou o time de melhor estrutura, com o melhor centro de recuperação de jogadores, com mais sobrenomes quatrocentões. Também não somos viúvas de ninguém.
Mesmo assim, como Sociedade Esportiva que somos, e nada mais além do que isso, sempre disputamos os campeonatos como manda o espírito olímpico, de que o importante é competir. Sei que lembramos com tristeza de 78, 86 e 2002, por exemplo, mas que time teria um maior atestado de integridade que aquele que perde, no campo, para times do interior de São Paulo?
Ou será que seria melhor lembrarmos de jogos como os que o Corinthians tem em sua história: Ponte Preta, Portuguesa, Brasiliense. Ou os do São Paulo: paulista de 91, paulista de 74 [71]. Ou o Santos: mundial contra o Milan. E a lista é ainda maior.
Caímos para a segunda, mas subimos no campo, diferente de outros times. É esquema 1-0-0, MSI, Rui Rei, última colocação na Copa João Havelange e Copa União. É o esquema que pode fazer de um time rebaixado campeão no ano seguinte ou a baixaria de uma final onde Almir Pernambuquinho é réu-confesso, na final do mundial de 63 entre Santos e Milan.
Somos a maior torcida de um time de São Paulo, sem dúvida, mesmo porque só existe um time de verdade em São Paulo, que se construiu às custas de muito esforço e teve seu estádio almejado por seres do Jardim Leonor. Só existe um time que vive alheio ao jogo de interesses da imprensa. Que não tem dois zagueiros medianos convocados pra seleção (Miranda e Alex Silva?!?!), sem explicação alguma. Josué é um gênio, Pierre um qualquer.
Mas quem viaja ao interior de São Paulo sabe do que estamos falando. Nossa torcida é fantástica, genial, mas a sua real quantidade é ignorada por aqueles que acham que vivem o mundo esportivo, mas que têm tantas manchas em suas histórias que já se perderam por aí. São carcaças sem alma.
Nós cometemos erros, claro, mas sempre estamos ali, e assim conquistamos títulos, muitos títulos.
Por isso eu digo: deixem os rótulos pra eles.
Nós não precisamos disso!
Preciso do orgulho de ser palmeirense e de ter nascido no abençoado dia 26 de agosto, quando vou comemorar meu aniversário em meio ao Tsunami Verde.
Tiago e Thiago, o espírito é esse mesmo. Agora, uma correcão. A lista de títulos suspeitos do jd. leonor é longa, mas o paulista de 74 é nosso, ninguém tasca. Com ele demos uma prorrogada na fila do Corinthians. Acho que vc se refere ao de 71, com Armando Marques parando a reacão verde ao anular gol de cabeca (alegou mão) de Leivinha. Aquele abraco.
É isso, Tiago, Thiago e demais. Eu nasci dia 20 de Setembro, e desde o ano passado esse é oficialmente o Dia do Palmeiras. Nem acredito, foi o melhor presente que eu já recebi.
O texto do Thiago não precisa de mais comentários.
Ele consegue expressar o que todos nós defendemos.
Melhor ainda, consegue ser didático a ponto de reunir em um mesmo texto as explicações sobre o orgulho de ser palmeirense e o motivo da inveja dos rivais sobre o nosso clube.
Aproveito para ressaltar um ponto que sempre defendi. As derrotas para times pequenos, em competições importantes, foram muito tristes e lamentáveis, nos momentos em que aconteceram. Porém, acabaram representando um motivo de orgulho para a história do Palmeiras.
Nenhum outro time paulista pode dizer o mesmo.
Cair para a segunda divisão foi uma enorme tristeza, mas nunca uma vergonha. Vergonha seria não cair por outros métodos.
O Palmeiras é um clube de futebol, um esporte onde a lógica nem sempre prevalece. Ganhar ou perder faz parte do jogo. Nem todos pensam assim e fazem de tudo para mudar a ordem natural desse esporte.
IMPORTANTE
O texto do Thiago é completo no que diz respeito a questão emocional dos torcedores e, nesse sentido, foi muito bem elaborado.
Entretanto, devemos lembrar que esse assunto tem outro contexto, o fator COMERCIAL.
No aspecto comercial precisamos discutir e lutar para os interesses do clube sejam preservados. Sobre isso, já fizemos diversos comentários nos tópicos anteriores.
O tamanho e o potencial de mercado da torcida definem contratos e, por conseqüência, receita para o clube.
Genial cara.. Parabens mesmo
ficou do karalho o texto!!!
Esse espirito Palmeirense é unico … esse amor que temos
pelo nosso clube é um amor que nem um outro clube tem!
Valeu !!!
otimo texto.
Só para ressaltar, na imprensinha um texto desses já saiu…foi do Ugo Giorggeti (aquele cineasta do “Boleiros”), no Estadão.
sem mais
Sen-sa-cio-nal
Até me arrepiou
É isso mesmo galera !!!
Abraços
Eduardo Castro Representante da galera Alviverde de Tupã/SP
Avante Palestra
Thiago, parabéns pelo SENSACIONAL texto, não há palavras a se dizer, ele se explica por si só, e concordo com todos aqui, o texto expressa perfeitamente bem o ORGULHO DE SER PALMEIRENSE e lembra a inveja dos demais…
Marco, sobre suas palavras:
“Aproveito para ressaltar um ponto que sempre defendi. As derrotas para times pequenos, em competições importantes, foram muito tristes e lamentáveis, nos momentos em que aconteceram. Porém, acabaram representando um motivo de orgulho para a história do Palmeiras.
Nenhum outro time paulista pode dizer o mesmo.
Cair para a segunda divisão foi uma enorme tristeza, mas nunca uma vergonha. Vergonha seria não cair por outros métodos.
O Palmeiras é um clube de futebol, um esporte onde a lógica nem sempre prevalece. Ganhar ou perder faz parte do jogo. Nem todos pensam assim e fazem de tudo para mudar a ordem natural desse esporte.”
Meus parabéns tbm, um ponto importante e muitíssimo bem lembrado por vc…
Podemos ter nossas fazes ruins, mas até nela temos a honra, o orgulho, a nobreza e a felicidade de sermos torcedores de um clube HONESTO, CORRETO, IDÔNIO, LIMPO, somos nada mais nada menos que torcedores da gloriosa SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS, a qual nada mais nada menos é CAMPEÃ DO SÉCULO!!!
Saudações Palestrinas à todos!!!
Tem que ter orgulho do Palmeiras e de ser palmeirense!
Vocês devem ter ouvido o Finelli dizer que o palmeirense não valoriza o time! Putz! Conheço uns dois assim que’u preferia que fossem cu-rinti-anus…
O texto foi excelente e muito apropriado. Parabéns pela benção de torcer pelo time que tem uma torcida tão maravilhosa a ponto de bolar uma festa de aniversário dessas pra você!
Se todo palmeirense não puder ter essa erudição, que tenha, em dobro, o amor pelo escudo!
Um abraço a todos!
Penta-2007: _Eu acredito!
Putz, Tiago e amigos, fiquei emocionado com a reprodução do meu texto no Observatório Verde, o único canal da internet que acesso, invariavelmente, todos os dias.
Depois escrevo com calma, mas antes de qualquer coisa, desculpem-me pelo grotesco erro do ano do gol do Leivinha.
Marco, você está coberto de razão em relação às questões comerciais e não devemos silenciar diante da deterioção da marca Palmeiras pela mídia. O que eu tentei explicitar é que não devemos nos apegar a pequenos rótulos criados por pequenas pessoas.
Rodrigo, o texto do Ugo foi nessa mesma linha mesmo.
Mas acima de tudo, estamos provando que mexeu com o Palmeiras, mexeu conosco!
E, Tiago e Rafael, quando precisaram de qualquer colaboração, estou à disposição.
Grande abraço,
Thiago
Tiago,
Poucas vezes li um texto que retratasse tão bem a nossa “PALESTRINIDADE”
Parabéns
Fantastico!
sem mais.
é isso ai…
Permita-me apresentar-me. Meu nome é Palmeiras.
Consto no site http://www.footballderbies.com/, junto ao meu maior rival, como um integrante de um dos maiores clássicos do Planeta Terra.
Por motivos políticos tive que mudar de nome, mas não perdi meu espírito de luta. Continuo com o espírito de luta e o maior esporte que é praticado pelo meu clube é o futebol.
Eu sempre fui conhecido por ser um time de extrema técnica e objetividade. É verdade que tive times que foram como verdadeiras academias, pois serviam de exemplo de futebol. Entretanto estive “embriagado” por uns anos e cai na sarjeta, onde vários transeuntes do caminho das glórias me bateram por não ter condições de me defender, pois estava preocupado com ciumeiras internas… Mas agora estou recuperando a minha sobriedade!
Em 1942, quando um rival ganancioso queria tirar meus bens devido aos mesmos motivos políticos que me fizeram trocar de nome, eu fui acusado de traidor da pátria amada Brasil. Era intriga daqueles que hoje desdenham dos meus erros.
Como eu posso ser traidor da pátria sendo o único clube oficialmente que vestiu a camisa da seleção brasileira e representou a nação de diversidades brasileiras, formada por negros, índios, europeus, nipônicos e, entre outros venceu o Uruguai em 1965, na inauguração do estádio Mineirão?
Mas enfim como todo bom filho eu não fui devidamente respeitado pelos meus irmãos quando eu obtive a admiração da minha mãe amada o Brasil.
Hoje dizem que sou o modelo da incompetência. Confesso que em alguns momentos eu errei nas minhas atitudes, porém relembro que fui pioneiro em marketing esportivo, sendo o primeiro a ter patrocínio de uma famosa marca esportiva na década de 70. E na década de 90 inovei fazendo uma parceria, que é motivo de estudos em centros acadêmicos de marketing esportivo. Hoje meus irmãos se dizem financeiramente independentes, mas recebem um aporte mensal de seus patrocinadores…
Tenho um estádio que tem por característica a cada jogo levar famílias inteiras para assistir meus jogos.
Sou praticamente formado pela colônia de italianos e por várias outras etnias. Eu respeito a todas as opiniões e filosofias de vida. Tive no meu time argentinos, uruguaios, italianos, brasileiros, entre outros e todos foram bem recebidos aqui.
Sobre minha origem dizem que sou dissidente do meu maior rival. Mais uma inverdade. Surgi a partir de uma excursão de dois times italianos pelo Brasil. Quatro jovens idealistas fundaram o Palestra Itália, meu primeiro nome. Eles eram operários que erroneamente são relacionados ao meu maior rival.
Não é verdade, pois o sobrenome dos meus fundadores é de origem italiana como era de origem italiana, boa parte dos integrantes do meu maior rival que deixaram de ser sócios do meu maior rival, para se tornarem meus sócios.
Sou considerado o campeão do século 20, porque em todos os campeonatos nacionais em que participei pelo menos uma vez eu fui campeão.
Fui o primeiro campeão mundial, aqui mesmo no Brasil aonde um ano antes o Brasil fora vice-campeão. Com este título eu resgatei um pouco da moral brasileira que fora perdida em 1950, quando a seleção perdeu a sua primeira final de copa do mundo.
Hoje dizem que a minha torcida está diminuindo. Isto não é verdade, mas lembro que quando eu estive embriagado e cai na sarjeta eu fui motivo de vergonha. Daí o motivo dos meus fãs terem ficado com vergonha e hesitarem em dizer que torciam por mim.
Mas agora eu estou retomando à minha sobriedade e vou me recolocar nos caminhos das glórias. Nunca tive a maior torcida do Brasil, mas sempre tive uma das torcidas mais apaixonadas do mundo. Fala mal a cada derrota e me elogia e me ama a cada vitória, mas que nunca deixa de me apoiar e torcer por mim.
Após me prolongar por estas linhas, onde fui pretensioso a ponto de achar que poderia colocar todas as minhas glórias em poucas linhas, espero ter feito um breve cartão de apresentação. Caso você queira me conhecer melhor pode me procurar na Rua Turiaçú. Lá, poderei lhe fazer uma síntese melhor sobre meu passado na minha sala de troféu aonde tenho uma das maiores salas de glórias do mundo.
Respeitosamente.
Palmeiras
Thiago,
Meus parabéns e meu muito obrigado pelo seu belíssimo texto, que deve ter sido escrito sob alguma inspiração divina. Simplesmente maravilhoso! Me emocionou demais, tocou fundo no meu coração Verde e Branco.
O seu artigo e o do Ugo Giorggeti são verdadeiros manuais de conduta para todo aquele que se diz Palmeirense.
Pois é muito fácil ser mais um na multidão de maloqueiros, seja na marginal sem número, seja na baixada santista (eu moro no litoral paulista e posso atestar: é incrível como gambás e baiacús são parecidos, no modo de falar, agir e vestir. Farinhas do mesmo saco!). É muito cômodo seguir o clube da modinha, os bambis FC, a agremiação esportiva mais hipócrita, desonesta e detestável do planeta.
Agora, ser Palmeirense É DIFERENTE. Como já disse Mauro Beting, você não escolhe, você é escolhido - e acolhido - em uma verdadeira nação, baseada nos princípios da fidelidade, lealdade e esportividade.
Sou a quarta geração de Palmeirenses em minha família.
Meu amado pai, meu avô e meu bisavô, este um imigrante italiano, hoje todos com Deus, transmitiram em meu sangue, em meus genes, toda a paixão que se deve ter pelo Campeão do Século, pela Eterna Academia, pela abençoada SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS.
Em nenhum momento, em toda a minha vida, mesmo nas piores e mais tristes horas (a fila de 16 anos sem título, a queda para a série B) me ocorreu trocar de time.
Pois nunca poderia fazê-lo. É impossível, para mim, trocar de camisa: descobri que o Manto Alviverde é minha própria pele.
Boa Tiago!
Ontem mesmo li em um blog algum torcedor tirando sarro, dizendo ser o Palmeiras o único time grande que conseguiu perder finais para times do interior. E pensei exatamente nessas linhas: realmente é impossível imaginar São Paulo ou Corínthians perdendo para times do interior. Mesmo que esses times tenham Evair, João Paulo, Júlio Cesar ou Carlos, Dicá. Já o Palmeiras perdeu para Careca, Zenon, Renato, Zé Carlos… e com um Penalty do Leão no Careca que, convenhamos, foi inédito.
Fomos também o primeiro time grande a disputar e ganhar a segunda divisão, sem virada de mesa e sem esquemas. (Veja que depois de nós outros times grandes se dignaram a aceitar as regras do jogo. Assim como depois de nós otros times experimetaram a glória de ser campeão do mundo).
Comparo também com o Brasil, único campeão mundial a não ganhar título em sua casa. Até que recentemente países já campeões mundiais perceberam não ser vergonha perder em casa (Alemanha, Itália). Mas Inglaterra, Argentina podem dizer o mesmo?? Ou se orgulham de que na casa deles isso não acontece?
Cada um se orgulha dos valores que cultiva.
Assino todas as manifestações acima.
Todavia acrescento que ser palmeirense envolve uma eterna preocupação, a de ser sempre “roubado” em campo.
É diferente da preocupação dos bambis e gambás que é a de sempre roubar.
É mera questão de caráter!
Têm nos faltados após o desaparecimento de Walter Byron Giuliano, Delfino Fachina e de outros extraordinários dirigentes, um pouco mais de malícia e de trabalho de bastidores.
Não para que roubemos (coisa que nunca fizemos e a história prova isso), mas para que não nos deixemos ser roubados como vem, sistematicamente, acontecendo.
A propósito, quero levantar um assunto:
O TRICOCÔ É O TIME QUE MAIS BATE NESTE BRASILEIRÃO
É O TIME MAIS FALTOSO E O QUE MENOS TOMA CARTÕES.
QUAL SERIA O SEGREDO DO TIME QUE MAIS BATE NÃO RECEBER CARTÕES NA PROPORÇÃO DEVIDA ?
POR QUE A IMPRENSA E OS JORNALEIROS, DIGO, JORNALISTAS NÃO ABORDAM O TEMA ?
SE NÃO OS JORNALISTAS BAMBIS, MAS AQUELES QUE DIZEM TORCER PELO PALMEIRAS, TIPO BETTING, PVC, ALEX MULLER E OUTROS ?
UM DOS POUCOS QUE FALAM É O CARMONA DA TRANSAMÉRICA, MAS ELE É REPÓRTER, NÃO É COMENTARISTA.
VEJAM:
O PALMEIRAS FAZ UMA BATALHA DE ATRITO DOMINGO EM FLORIANÓPOLIS COM QUATRO JOGADORES DOS OITO QUE ESTÃO COM DOIS CARTÕES, (GUSTAVO, LEANDRO, MARTINEZ E MAKELELÊ) EM CAMPO.
OS OUTROS QUATRO (DEYVID SACCONE, LUÍS, PAULO SÉRGIO E WALMIR) SÃO OPÇÕES DE BANCO.
TUDO ISSO SERIA SIMPLES ROTINA SE NA QUARTA-FEIRA QUE VEM NÃO ENFRENTASSEMOS OS FAMIGERADOS BAMBIS.
PARA O JOGO DIANTE DO FIGUEIRA O ARBITRO, CERTAMENTE, DEVE FAZER O SERVIÇO DA ADMINISTRAÇÃO DE CARTÕES AOS NOSSOS PRINCIPAIS JOGADORES , A PREVALECER A TRADIÇÃO DE FAVORECIMENTO ÀQUELES PULHAS TRICOCÔS.
PARA O JOGO DIANTE DOS BAMBIS, QUEREM APOSTAR QUE O JUIZ A SER ESCALADO, (QUE SERÁ DA FEDERAÇÃO PAULISTA, DE ACORDO COM O REGULAMENTO) NÃO SERÁ, (COM CERTEZA) O MELHOR DO PAÍS, PAULO CESAR OLIVEIRA ?
APOSTO QUE ELE ESTÁ “INCLUIDO FORA”, VELADAMENTE VETADO PELOS BAMBIS .
O ÁRBITRO, CERTAMENTE, SERÁ SENEME, SALVIO SPINOLA, OU QUALQUER OUTRO ENTRE OS FAVORECEDORES DOS BAMBIS, SOBEJAMENTE CONHECIDOS DE TODOS NÓS.
ALIÁS, QUE BAITA AZAR, HEIN ? TODA A VEZ QUE VAMOS PEGAR ESSES VAGABUNDOS VIVENCIAMOS PROBLEMAS E NUNCA PODEMOS CONTAR COM A NOSSA FORÇA MÁXIMA.
ALÉM DISSO TEMOS SEMPRE DE ENFRENTAR O PRÓPRIO FACCIOSISMO DOS ARBITROS BAMBIS.
PAULO CÉSAR DE OLIVEIRA É DETESTADO POR BAMBIS E GAMBÁS, PORQUE COM ELE NO APITO ESSAS EQUIPES TÊM DE SUAR A CAMISA PARA GANHAR EM CAMPO, SEM FACILITAÇÕES.
ACOSTUMADOS COMO ESTÃO A GANHAR PELA FORÇA DAS ARBITRAGENS CAMARADAS E FAVORECEDORAS, BAMBIS E GAMBÁS ODEIAM QUANDO SÃO OBRIGADOS A ATUAR SOB A ARBITRAGEM DE PAULO CÉSAR.
REPITO: COM CERTEZA ELE NÃO VAI APITAR O CLÁSSICO DE QUARTA-FEIRA QUE VEM. QUEREM APOSTAR ?
conclusão
SER PALMEIRENSE TAMBÉM É PREOCUPAR-SE COM ÁRBITROS LADRÕES E ARBITRAGENS DESFAVORÁVEIS, UMA ROTINA, ALIÁS, NA VIDA DE NOSSO INVEJADO CLUBE.
saudações clorofiláticas!
Assino todas as manifestações acima.
Todavia acrescento que ser palmeirense envolve uma eterna preocupação, a de ser sempre “roubado” em campo.
É diferente da preocupação dos bambis e gambás que é a de sempre roubar.
É mera questão de caráter!
Têm nos faltados após o desaparecimento de Walter Byron Giuliano, Delfino Fachina e de outros extraordinários dirigentes, um pouco mais de malícia e de trabalho de bastidores.
Não para que roubemos (coisa que nunca fizemos e a história prova isso), mas para que não nos deixemos ser roubados como vem, sistematicamente, acontecendo.
A propósito, quero levantar um assunto:
O TRICOCÔ É O TIME QUE MAIS BATE NESTE BRASILEIRÃO
É O TIME MAIS FALTOSO E O QUE MENOS TOMA CARTÕES.
QUAL SERIA O SEGREDO DO TIME QUE MAIS BATE NÃO RECEBER CARTÕES NA PROPORÇÃO DEVIDA ?
POR QUE A IMPRENSA E OS JORNALEIROS, DIGO, JORNALISTAS NÃO ABORDAM O TEMA ?
SE NÃO OS JORNALISTAS BAMBIS, MAS AQUELES QUE DIZEM TORCER PELO PALMEIRAS, TIPO BETTING, PVC, ALEX MULLER E OUTROS ?
UM DOS POUCOS QUE FALAM É O CARMONA DA TRANSAMÉRICA, MAS ELE É REPÓRTER, NÃO É COMENTARISTA.
VEJAM:
O PALMEIRAS FAZ UMA BATALHA DE ATRITO DOMINGO EM FLORIANÓPOLIS COM QUATRO JOGADORES DOS OITO QUE ESTÃO COM DOIS CARTÕES, (GUSTAVO, LEANDRO, MARTINEZ E MAKELELÊ) EM CAMPO.
OS OUTROS QUATRO (DEYVID SACCONE, LUÍS, PAULO SÉRGIO E WALMIR) SÃO OPÇÕES DE BANCO.
TUDO ISSO SERIA SIMPLES ROTINA SE NA QUARTA-FEIRA QUE VEM NÃO ENFRENTASSEMOS OS FAMIGERADOS BAMBIS.
PARA O JOGO DIANTE DO FIGUEIRA O ARBITRO, CERTAMENTE, DEVE FAZER O SERVIÇO DA ADMINISTRAÇÃO DE CARTÕES AOS NOSSOS PRINCIPAIS JOGADORES , A PREVALECER A TRADIÇÃO DE FAVORECIMENTO ÀQUELES PULHAS TRICOCÔS.
PARA O JOGO DIANTE DOS BAMBIS, QUEREM APOSTAR QUE O JUIZ A SER ESCALADO, (QUE SERÁ DA FEDERAÇÃO PAULISTA, DE ACORDO COM O REGULAMENTO) NÃO SERÁ, (COM CERTEZA) O MELHOR DO PAÍS, PAULO CESAR OLIVEIRA ?
APOSTO QUE ELE ESTÁ “INCLUIDO FORA”, VELADAMENTE VETADO PELOS BAMBIS .
O ÁRBITRO, CERTAMENTE, SERÁ SENEME, SALVIO SPINOLA, OU QUALQUER OUTRO ENTRE OS FAVORECEDORES DOS BAMBIS, SOBEJAMENTE CONHECIDOS DE TODOS NÓS.
ALIÁS, QUE BAITA AZAR, HEIN ? TODA A VEZ QUE VAMOS PEGAR ESSES VAGABUNDOS VIVENCIAMOS PROBLEMAS E NUNCA PODEMOS CONTAR COM A NOSSA FORÇA MÁXIMA.
ALÉM DISSO TEMOS SEMPRE DE ENFRENTAR O PRÓPRIO FACCIOSISMO DOS ARBITROS BAMBIS.
PAULO CÉSAR DE OLIVEIRA É DETESTADO POR BAMBIS E GAMBÁS, PORQUE COM ELE NO APITO ESSAS EQUIPES TÊM DE SUAR A CAMISA PARA GANHAR EM CAMPO, SEM FACILITAÇÕES.
ACOSTUMADOS COMO ESTÃO A GANHAR PELA FORÇA DAS ARBITRAGENS CAMARADAS E FAVORECEDORAS, BAMBIS E GAMBÁS ODEIAM QUANDO SÃO OBRIGADOS A ATUAR SOB A ARBITRAGEM DE PAULO CÉSAR.
REPITO: COM CERTEZA ELE NÃO VAI APITAR O CLÁSSICO DE QUARTA-FEIRA QUE VEM. QUEREM APOSTAR ?
conclusão
SER PALMEIRENSE TAMBÉM É PREOCUPAR-SE COM ÁRBITROS LADRÕES E ARBITRAGENS DESFAVORÁVEIS, UMA ROTINA, ALIÁS, NA VIDA DE NOSSO INVEJADO CLUBE.
saudações clorofiláticas!
O Cláudio Batista Jr. faz uma ótima sugestão. Elaborar um trabalho técnico sobre o atuação da imprensa em relação ao Palmeiras. Dessa forma, poderia-se provar, tecnicamente, a atuação parcial em relação ao nosso clube. Essa sugestão acaba lembrando o trabalho do livro “Imigração e Futebol - O caso Palestra Itália”, onde o autor, por meio de uma dissertação de mestrado, mostra a atuação tendenciosa da imprensa paulistana, contra o Palestra Itália, na primeira metade do século XX.
Quem sabe, esse novo trabalho técnico também não possa virar um livro e poderíamos até sugerir um nome: OBSERVATÓRIO VERDE.
Outro assunto de fundamental importância que foi lembrado acima, é o da arbitragem do jogo do dia 29. Nosso adversário sabe que uma derrota para o Palmeiras poderá representar o início da queda no Brasileirão e a conseqüente perda do título. Certamente, vão tomar alguma atitude de bastidores.
Vamos apostar que no sorteio dos árbitros deverão constar os nomes dos corintianos Seneme e Sálvio Spinola.
Pessoal,
Deêm uma lida na declaração do Mago Valdívia…
http://www.gazetaesportiva.net/ge_noticias/bin/noticia.php?chid=122&nwid=20016
É este o espírito que queremos ver nos jogadores do Verdão…pra cima deles Palestra…o Penta é nosso!!!
Saudações Palestrinas!!!
Sobre público no Brasileiro vejam o blog do Mauro:
“… ao passo que o Palmeiras, com o veiculado “fantasma” do Parque Antárctica, afastou também a sempre presente torcida do Palestra.”
Não foi o Mauro que escreveu mas mesmo assim… poderia ter passado sem essa!
Fatos:
1- A média de público do Plameiras no ano passado foi de 12000, neste ano está em 16000.
2- O Palmeiras tem a terceira média do campeonado em renda. Como nosso estádio não é grande não se faz promoções para colocar 50 mil pessoas em algum jogo, mas em todo santo jogo levamos entre 15 e 255 mil pessoas.
Relacionam um suposto fantasma do Parque Antártica a uma (falsa) diminuição de público. Mau jornalismo.
Pedro.