Duas vezes PVC
out 10th, 2007 by Rafael Evangelista
Nós aqui no OV já o criticamos várias vezes. Não gostamos de seu estilo estatístico, quando usa números que não dizem nada ou podem dizer qualquer coisa (o que dá no mesmo). Também achamos que, assim como outros jornalistas palmeirenses, ele critica em demasia e frequentemente de forma injusta seu clube do coração, em um exercício meio bobo e inútil de demonstração de “imparcialidade” aos torcedores rivais.
Mas nosso propósito aqui nunca foi condenar ninguém. Pelo contrário, quem nos conhece sabe que nossas críticas podem ser às vezes duras, mas as fazemos com espírito democrático e sem perder a esportiva e o bom humor.
Por isso, fiquei feliz ao me deparar com este depoimento de PVC. Nesse mar de alarmismos do tipo “fuja dos estádios” ele resolveu nadar contra a corrente e reafirmar que leva seu filho no campo. Claro, não cita o Palestra e no final tem uma estatística, mas é bacana ver que há pessoas com discernimento para ir além de classificações estúpidas e proto-fascistas como “ele é de bem” ou “ele é do mal”. Capazes de perceber que o estádio é como mais um dos espaços da cidade grande, o qual, certamente, devemos ter cuidado ao frequentar (principalmente se for o Jardim Leonor, mais tranquilo se for o Palestra), mas que nunca devemos abandonar.
Ao texto de PVC (os poupo dos números):
A cada vez que alguém faz essa pergunta no ar, minha resposta é a mais objetiva possível:
– Eu levaria, não. Eu levo.
Meu querido João Pedro senta em arquibancadas desde os cinco anos, assim como este mais experiente pai freqüenta os estádios desde a mesma idade. Inaugurei a paixão num Portuguesa 2 x 1 Juventus, no dia 19 de março de 1975, no Canindé que ainda tinha partes de madeira. Lembro de cada detalhe daquela tarde, ao lado de meu irmão e meu avô. Da Portuguesa, de branco, do Juventus, de grená, do guaraná delicioso no intervaloda partida.
O que este relato tem a ver com o futebol brasileiro?
Tem que a média de público do campeonato atingiu a casa do 15 mil pagantes por partida. O recorde histórico do Paulistão é de 15 mil pessoas por jogo, em 1978. No Brasileirão, a maior marca pertence ao ano de 1983, quando o Flamengo foi campeão.
Pois o Fla leva em média 28 mil pagantes por partida, menos do que pode, mais do que seria suficiente para mostrar que algo diferente está no ar. O público está voltando aos estádios, sem nada ter mudado. Não mudou a violência, não mudou o desconforto, não mudou a dificuldade do transporte, nem a qualidade do campeonato.
O torcedor, apenas, gosta do campeonato que tem à sua frente. Se o crítico não gosta, azar.
E você? Levaria seu filho ao estádio?
***
Como não abandonamos nosso espírito crítico, aproveito que falamos de PVC para enfatizar um ótimo comentário publicado aqui pelo nosso colaborador Thiago (não o Soares), que analisa o uso dos números no futebol, expediente tão caro ao nosso palmeirense na berlinda. Matou a pau, Thiago. Oxalá PVC leia.
…os jornalistas têm por hábito (ou preguiça intelectual) jogar fatos ao léu. Há algum tempo desenvolvo uma espécie de tese, para a qual ainda não tenho um objetivo definido, porém vou dividir um ponto com os amigos do OV.A Folha de S.Paulo, que, para imitar os periódicos americanos, criou o Datafolha, é um ótimo exemplo.
Nos esportes coletivos populares dos EUA as estatísticas são essenciais. É interessante analisar número de assistências, rebotes (basquete), rebatidas (beisebol), bloqueios (futebol americano), por exemplo, pois quase sempre são determinantes para a compreensão do placar.
No futebol as estatísticas são servem apenas a título de curiosidade, já que dificilmente são um espelho do que aconteceu em campo. Isso acontece porque o futebol acontece em estado absoluto de caos.
É o único esporte que valoriza o erro, por exemplo. Isso significa que um time pode passar o jogo inteiro de defendendo, chutando a bola para a lateral, mesmo sem cometer faltas. Esse “anti-jogo” pode ser premiado com um eventual gol e, conseqüentemente, com uma vitória “não merecida”.
Assim, os números não servem para nada. Finalizar mais, não significa ter mais chances de gol. Fazer mais faltas não significa ser o mais violento.
À margem de tudo isso, as estatísticas invadiram os canais da imprensa, revelando “talentos” como Paulo Vinícius Coelho, que ignora a essência caótica do futebol através de sua prancheta. Recentemente ele adotou a técnica de analisar a região do campo por onde os times sofrem mais gols e trata isso como um dado determinante para analisar cada jogo. Tudo bem, serve como fato curioso, mas no próximo jogo tudo pode mudar.
Um jogador pode errar 47 passes em um jogo e acertar um e deixar o companheiro na cara do gol e então jogar as estatísticas no lixo. Não sei se fui claro, mas esse expediente me incomoda muito e, ao meu ver, serve apenas para gastar papel.
***
PS: Amigos, na sexta-feira embarco para uma viagem internacional, a trabalho, de quase um mês. Tiago vai tocar o barco sozinho, por isso peço a compreensão e ajuda de vocês. Aflito com a reta final, acompanharei o Palmeiras à distância (mas jogo no campo só devo ver da Juventus ou do Torino). De qualquer forma, escrevo quando der.
PS2: Depois de escrever o post vi que Conrado Parmerista também escreveu sobre PVC e mídia (palestrina, inclusive). Recomendo.
Caio renova por 4 temporadas
10/10/2007 | 10:33h - Ainda não é oficial, mas a notícia vem da diretoria do Palmeiras.
O meia Caio acertou sua renovação de contrato por mais 4 anos. O Verdão pagará aproximadamente R$1 milhão ao Barueri por 50% dos direitos federativos do jogador.
“Com o Caio está assinado. Devemos finalizar tudo, no máximo, até a semana que vem. As bases da compra já estão acertadas” disse Toninho Cecílio.
Eduardo Luiz
Equipe Palmeiras Todo Dia
eduardoluiz@palmeirastododia.com
Ps.: Não esqueça da minha Caloi. Ops, da minha camisa da velha senhora assinada pelo Buffon e Del Piero eheheh. Pode ser até aquela rosa (se ainda tiver por lá).
hehehehe
abraços
Palmeiras
One team, one love!
Três coisas:
- Parabéns para vocês. O observatório também deve reforçar as coisas boas que saem.
- Vendo a média de público do Brasileiro e a posição do Palmeiras fica evidente a necessidade urgente de uma reforma no Palestra. Um estádio para 40000, confortável, irá certamente aumentar nossa média. Nossa torcida vai, enfrenta filas, fica muitas vezes de fora e temos menos público do que o São Paulo! Inadmissível.
- Sobre o uso de estatíscas no futebol: sempre achei a folha meio babaca nesse uso. Mas porque é mau feito, não porque os números não possam ser usados para análise. Podem e devem. E são usados por todos os técnicos mais competentes. Um exemplo de bom uso dos números está no blog do Terceira Via Verdão. Uma estatísca de quantas bolas o Pierre rouba por jogo casada com o número de faltas que comete e comparada a demais jogadores da posição pode nos dar uma dimensão do quanto ele joga! E mostrar aos idiotas de plantão que ele não é botinudo.
Rafael, boa viagem e cuidado com a pasta.
Acho a estatística uma boa ferramenta para o futebol profissional. Parte de um contexto onde se integram fisiologistas, nutricionistas, entre outros. Com uma relevância maior ou menor porem todos importantes.
Podemos lembrar que na copa do Mundo, a Alemanha, mais precisamente o seu goleiro teve como ferramenta “uma cola” com a informação de como os batedores de pênalti dos “los ermanos” executavam suas cobranças.
Porem é evidente que não se pode pautar comentários apenas numa ciência exata, sendo o futebol “A Caixinha de Supressas” que nos encanta.
VIVA PALESTRA!!!
Bom, sobre o tópico, minha humilde opinião pessoal é a seguinte:
PVC, Jota Jr. Avallone e vários outros que se dizem palmeirenses (mas não são machos de assumir e defender o clube) são todos péssimos, horríveis, fracos, puxa sacos das emissoras que trabalham…
Respeito a opinião alheia, mas, achar o PVC em específico, bom profissional esportivo só pode ser piada, ele é um dos piores entre tantos e tantos…
Deveriam inclusive ser proibidos de entrar no Palestra Itália…
O Avallone por exemplo, é “homenagiado” pela torcida alviverde em jogos no Palestra desde o comecinho dos anos 80 qdo eu já frequentava o Jardim Suspenso com meu pai…
E ele mesmo já disse saber que é “persona non grata ad perpetuam” lá pelos domínios do Palestra…
Portanto repito, esses e mtos outros deveriam ser PROIBIDOS de entrar no nosso Templo Sagrado…
Na ultima partida entre Palmeiras e Goiás, PVC estava andando pela turiassú com uma camisa da Sampdoria, numero 9, nome de Bazzani! Belo post, abraço do esmeraldino.
Como meu comentário foi reproduzido, explico ao pedro e ao Marcelo o que me motivou a escrever esse texto.
Também entendo que a estatística pode ser usada no futebol, mas em caráter complementar às informações mais importantes.
O Pierre, por exemplo, pode roubar 25 bolar em um jogo e, espero que isso nunca aconteça, tomar um drible que resulte em um gol do adversário.
A graça do futebol está exatamente em sua ilógica maneira de acontecer. É muito difícil em qualquer outro esporte que o time que jogue melhor não vença o jogo. No futebol isso é tão comum quanto o contrário. Assim, utilizar números para tentar fazer uma radiografia das partidas torna-se algo simplório, basbaque. Individualmente, para análise da atuação de um jogador, como foi dito, é sim algo interessante, mas em uma esfera geral, pouco tem a revelar.
PS: Um mês na velha bota, Evangelista, que maravilha. Abraço!
ESPORTE 10/10/2007 (09:37) |
Palmeiras está de olho em patrocinador rival
Infografia
Ao Vivo Agencia Estado
O Palmeiras conversou com 20 empresas interessadas em patrocinar o time a partir de 2008, em substituição à Pirelli. Dessas 20, 12 não voltaram a procurar o Verdão. As outras oito mantêm negociação, sendo que uma delas - do ramo de eletrônicos - já patrocina um rival.
?Por ética não posso dizer se é a Samsung (Corinthians), a LG (São Paulo) ou Semp-Toshiba (Santos). Mas, de fato, estamos conversando com uma delas?, admite o diretor de marketing Rogério Dezembro.
Ele não vê problema em ?dividir? um patrocinador com outro clube. Garante ainda que o valor pago pela empresa ao rival não servirá de parâmetro para a negociação com o Palmeiras. Embora não confirme publicamente, a intenção é fechar um contrato de, no mínimo, R$ 15 milhões - valor pago pela Samsung ao Corinthians e 66% superior ao que a Pirelli paga ao Palmeiras (R$ 9 milhões).
FALANDO DE PVC O TEÓRICO-GRAMÁTICO DO FUTEBOL
Parando em um sinal de tráfego, certa manhã, eu lembrei-me de PVC.
Olhando para o lado deparei-me com uma pichação (com ch mesmo), talvez hippie, que dizia o seguinte:
Não me critique e nem ria de mim pois busco “constatações fictícias”.
Há quanto tempo esse cronista, de invejável memória, vive buscando “constatações fictícias” em seus devaneios estatísticos e no relato de fatos do passado.
Ele os coloca como primazias profissionais, como verdades absolutas cobrando e exigindo a aplicação dos mesmos aos contextos de hoje, como se fosse o futebol uma ciência exata.
Ao que me consta, o futebol jamais foi ciência e, ainda, menos uma ciência exata.
Desde que me conheço por gente, sei que o futebol é pura expressão de arte. E a arte sempre foi incompatível com números.
Quem sabe não seja essa mania de tratá-lo como ciência que o tem deformado e rebaixado ao nível mais rasteiro de sua história, como ocorre nos dias de hoje.
Culpa de quem ? Dos teóricos que infestam as redações de jornais, rádios e tvs tentando impor números à realidade sempre e cada vez mais surpreendente de um esporte que, entre todos, é o mais caprichoso e imprevisível.
Assim é PVC.
Dotado de privilegiadíssima memória e de uma capacidade extraordinária para decorar, é tido e havido como uma enciclopédia viva da crônica esportiva brasileira, aspecto com o qual eu concordo, plenamente. E vejo grandes méritos nisso.
Mas entre o seu vastíssimo conhecimento enciclopédico, as suas confusas e, na maioria das vezes, denecessárias estatísticas e a realidade implacável do futebol a distância é mais do que quilométrica, milhar.
Vejo, incontáveis vezes, companheiros de PVC tecendo loas ao companheiro, colocando-o como um gênio das táticas futebolísticas e reivindicando (quanta ousadia) um clube em que o “companheiro” possa colocar em prática as suas infinitas teorias.
Sem perceber a ironia e o riso disfarçado de tantos, PVC se enche de orgulho e sente o próprio ego hipertrofiado por tantas tolices e sandices
Quando chega em frente ao espelho deve olhar para a própria imagem refletida e exclamar, parafraseando a poesia Tertuliano, do maranhense Aloísio de Azevedo:
PVC, es um rapaz formoso, és simpático, és rico, és talentoso . O que mais nas comunicações se te faz preciso ?
E nós, do lado de cá, vendo e ouvindo tudo, serenamente, responderemos:
Mais prática do que gramática, PVC. Tome juizo!!!
No momento, estou sem tempo para participar.
Por enquanto, cito apenas uma coisa:
A discussão sobre a capacidade técnica desse jornalista é secundária. Para mim, ele não tem credibilidade.
POR FALAR EU JORNALISTA (ou pseudo-jornalista)
Ontem à noite no Programa Panorama Esportivo da Rádio Globo, AM 1.100 mhz, o “locutor” GILSON RICARDO fez várias críticas ao craque VAGNER LOVE.
Dentre várias aberrações, disse que o Love sequer figuraria em uma escalação sua, caso fosse treinador da Seleção Brasileira. Chamou-o de farsante no ar, ao ViVo.
O mesmo foi dito em relação a AFONSO.
Gostaria que ele dissesse isso tudo, nas arquibancadas do Palestra.
Por essas e outras estou deixando de ouvir referido Programa Carioca.
Boa tarde.
Gosto das estatísticas quando estas servem de ferramentas de auxílio e tendências e não de certezas, exatamente como colocado por vários por aqui, pois o futebol possui uma enorme quantidade de variáveis.
Estas são ainda mais perigosas quando utilizadas por quem não sabe ou por quem as utiliza com má fé. Dois exemplos que no meu ponto de vista ilustram bem essas situações.
- Logo após nossa derrota para as meninas a Folha de SP solta uma reportagem com letras garrafais destacando que a defesa delas era a melhor de todos os tempos em campeonatos brasileiros com 0,32 gols/jogo contra a do Verdão em 73 de 0,33 gols/jogo.
“Esqueceram” apenas que a amostragem deles era incompleta, pois a competição ainda não havia terminado. Qualquer equipe que na 1° rodada do campeonato não tome gols, de acordo com a premissa da análise da Folha, tornar-se automaticamente a melhor defesa do mundo.
Para quem parou na manchete, conseguiram êxito ao fazer lorota e marketing favorável ao vizinho de muro.
Para quem ficou curioso e teve ao menos o cuidado de ler, percebeu facilmente que a argumentação era tendenciosa e incompleta, pois neste momento bastam 2 gols para tornar-se uma mentira.
- Já este segundo exemplo de estatística, utilizo muito quando quero dizer que o Morumbi não é campo neutro.
Os confrontos entre Palmeiras x sp realizados no Morumbi mostram larga vantagem para elas enquanto que no geral a vantagem é mínima justamente em função do retrospecto ser favorável a nós quando jogamos no Palestra, Pacaembu ou outro local.
Será que dá para quebrar esta estatística e provar que o Morumbi é campo neutro?
Portanto, devemos ficar atentos e questionar sempre o que se coloca como verdade apenas quando se vomitam números.
Não só o PVC comenta através de números, o Mauro Beting não foge a regra.
Esmeraldino, brilhante comentário.
sem mais
OBRIGADO, NEY, PELA FORÇA…
Relendo, agora a crônica verifiquei um erro de enunciado.
Em vez de escrever Artur Azevedo, escrevi Aluísio.
O autor da poesia é Artur Azevedo. Não Aluísio.
Mas Artur também é maranhenhense
Trata-se de um poeta.
Então por que a confusão ?
Simplesmente porque o POETA Artur Azevedo, autor do impagável soneto TERTULIANO é irmão do ESCRITOR Aluísio Azevedo, este o autor da obra prima da literatura brasileira, “O Cortiço”.
Saudações clorofiláticas …
Quem começou com essa mania de estatísticas foi a Folha de S. Paulo, há alguns anos. Na época, o vício era plenamente justificável por conta de um problema que surgiu como uma bomba no jornal: os apertadíssimos prazos de fechamento dos cadernos.
Como o jornal crescia cada vez mais, chegando a pontos cada vez mais distantes do Brasil, eles começaram a antecipar de forma perigosa o horário de fechamento. Para alguns cadernos, de matérias mais frias, isso não foi um grande problema. Mas para outros, que exigiam notícias frescas, isso foi um problemão. Evidentemente, o Esporte, com seus muitos eventos noturnos, foi o que mais sofreu. Lembro de ter visto aberrações como matérias sobre jogos de dois dias antes, com um constrangedor “Anteontem” no alto das fichas técnicas das partidas.
Para que o caderno de esportes não se transformasse num “jornal de anteontem”, eles resolveram buscar outros focos, buscar análises mais profundas, pelo menos em tese.
Os anos se passaram e a Folha, a muito custo, conseguiu conciliar melhor prazos de fechamento e notícias quentes, e o caderno voltou a publicar jogos da noite anterior. No entanto, a mania de estatísticas continuou, o que é uma pena.
Outra mania irritante é tentar encaixar expressões de outros esportes no futebol. Acho que todo mundo se lembra do infame “MVP”, sigla em inglês que designa o melhor jogador em campeonatos como a NBA e que a Folha tentou aplicar para o Campeonato Brasileiro. Mas houve uma pior:
Em 2003, o Cruzeiro estava prestes a ser campeão e, na reta final, faltando seis rodadas, o Cruzeiro poderia ser campeão com apenas mais três pontos. Ou seja: ele poderia perder cinco partidas, desde que vencesse a sexta. Pois a Folha não titubeou e soltou o título:
“CRUZEIRO PODE SALVAR CINCO MATCH POINTS NO CAMPEONATO”.
Sem comentários.
Zapata é um nome que me deu muitas alegrias… Acaba de me dar mais uma!! Terceira derrota seguida dos bambis, o que não acontecia, segundo o pessoal do Sportv, desde a partida dos amarelinhos no Pacaembu, 2 a 1 pra nós, gols de Vagner Love. CHUPA BAMBIS!!!!!!!
Estou com uma dúvida… Até agora, o Cruzeiro ainda está sendo considerado candidato ao título, aindfa que aos 4 ventos se brade o termo ” virtual campeão” (mais uma da imprensinha!!). Pois bem. Caso o Palmeiras vença o Santos, o que não é impossível e, caso o Cruzeiro perca o seu jogo o que é menos impóssível ainda, tendo em vista o desempenho nos últimos jogos, será que a imprensinha vai colocar o Verdão como candidato?? Ou vão inventar que agora, com o restante de rodadas não haverá chances para nós??? É muita coisa pra acontecer, é verdade, mas tenho muita curiosidade para saber qual seria a reação da imprensinha… Isso pq nem cogitei a derrota dos bambis para o nosso maior freguês do Rio, algo totalmente possível também. Seria engraçadíssimo!!
Vamos esperar!!
Saudações!!
ENGRAÇADO QUE ESSE TIME AI,QUE ACABOU DE PERDER DE UM ITME MEDIOCRE , QDO NAO TEM ERRO DE ARBITRAGEM EM LANCES CAPITAIS A SEU FAVOR, NAO GANHA UMA! A ARRANCADA DELES COMEÇOU CONTRA O CRUZEIRO NO MINEIRAO, COM UM PENALTI CLARO NAO MARCADO PROS SMURFS! A PARTIR DALI, ELES FICARAM 15 PARTIDAS SEM PERDER, E TODAS ELAS COM ERROS A FAVOR DELES EM LANCES CAPITAIS! POIS É….
http://www.mondopalmeiras.net
Notícia interessante:
Justiça penhora rendas do São Paulo
A Justiça Federal determinou a penhora de 20% do faturamento da bilheteria dos jogos mandados pelo São Paulo até o final do Campeonato Brasileiro.
Mesmo diante das alegações do clube de adesão à Timemania, o Judiciário manteve a decisão da juíza Ana Lúcia Jordão Pezarini.
O São Paulo devia aos cofres do INSS a quantia de R$ 4.595.672,36 e negociou seu parcelamento.
Mas deixou de pagar as parcelas nos últimos 12 meses, o que resultou em débito de R$ 1.315.407,50, ora cobrados.
O procurador do INSS que conduziu o caso e obteve ganho de causa, Murillo Giordan, é ardoroso torcedor tricolor.
Blog do Juca
Modelo de gestão? Faz-me rir…
Caros, para constar ao lado de expressões do tipo diretoria diferenciada, clube moderno e outros confetes que jogam sobre o clube colorido, vai aqui um post recente do Juca para confirmar a diferenciação bambi. Aquele abraço.
Justiça penhora rendas do São Paulo
A Justiça Federal determinou a penhora de 20% do faturamento da bilheteria dos jogos mandados pelo São Paulo até o final do Campeonato Brasileiro.
Mesmo diante das alegações do clube de adesão à Timemania, o Judiciário manteve a decisão da juíza Ana Lúcia Jordão Pezarini.
O São Paulo devia aos cofres do INSS a quantia de R$ 4.595.672,36 e negociou seu parcelamento.
Mas deixou de pagar as parcelas nos últimos 12 meses, o que resultou em débito de R$ 1.315.407,50, ora cobrados.
O procurador do INSS que conduziu o caso e obteve ganho de causa, Murillo Giordan, é ardoroso torcedor tricolor.
Escrito por Juca Kfouri às 23h18
Só fala duas coisas:
1° - se o apito amigo não ajudar os bambis não ganaham esse campeonato.
2° - se o apito rosa não atrapalhar o Palmeiras é campeão desse campeonato.
Nada mais.
Abraços Palestrinos!!!
Caio
O apito hostil já nos arrebentou. Faz tempo.
Só a força de nossa camisa nos trouxe onde estamos.
Sei do seu entusiasmo e de seu pensamento positivo.
Você é palmeirense de cepa e coloca toda a sua força mental sobre o nosso maior ideal de momento, o título do brasileirão.
Entretanto muitas coincidências teriam de ocorrer para que isso se confirmasse.
Entretanto eu só começarei a acreditar nesse título se vencermos o Santos e, concomitantemente, os bambis cariocas derrotarem os bambis paulistas.
A grande verdade é que não dependemos mais, unicamente de nós, e a distância que nos separa dos Bambis é quilométrica.
Além da necessidade absoluta de vencermos todos os nossos jogos, o que, por sí só, já é tarefa dificílima, infelismente, o nosso time deste ano tem apresentado a seguinte característica:
Nega fogo na hora em que mais nos enchemos de esperança e a acende, ascende e brilha quando nos enchemos de pessimismo.
Como já estou calejado, vou torcer, silenciosamente, por nós e contra Bambis neste final de semana.
Mas, além disso, isso, por si só, não basta.
Em primeiro lugar, não poderemos perder mais e nem empatar em demasia.
Além disso, teremos de torcer, também, contra as Marias de Minas, contra a Imundície gaúcha, o Gremio e contra outros times que ainda têm chances matemáticas.
E quando se tem de torcer tanto, a roupa pode rasgar.
Que me desmintam e nos ajudem os deuses do futebol !
Saudações Clorofiláticas!!!
Eaí, ‘imprensa’ que apregoou ter o SPFW o melhor elenco do Brasil, quiçá do mundo. com dois titulares para cada posição?
Eaí, ‘comentaristas’ apressados que diziam que o time do jd. leonor tinha condição física incomum, graças à estrutura invejável, etc, etc, e outras lorotas mais?
Como explicar essa nova derrota, desta vez para um time de condição técnica inferior até a dos gambás?
Aquela imagem de time invencível é um castelo de cartas que a mídia construiu.
Ah, não fossem os pontos obtidos com a ajuda da arbitragem…
O conceito de inteligência é muito relativo. Nos últimos tempos, esse conceito foi sofrendo alterações, inclusive com a inclusão da chamada “Inteligência Emocional”, tema que rendeu muito sucesso em vendas de livros.
Dizem que o PVC é uma pessoa inteligente porque consegue armazenar uma série de dados e informações estatísticas.
O que podemos garantir é que ele tem ótima memória e grande capacidade para decorar fatos. Daí, dizer que ele é inteligente, vai uma distância muito grande.
Caso fosse realmente inteligente não faria, por diversas vezes, papel de bobo perante colegas de trabalho e junto ao público esportivo.
Não teria o comportamento de desmerecer o clube e a torcida do time que diz torcer para fazer média com torcidas rivais. Uma pessoa inteligente não considera que todo mundo que a ouve é desprovida de raciocínio e deve aceitar tudo o que ele próprio prega.
As estatísticas são usadas por ele como fundamento para explicar o futebol e não como uma simples ferramenta que possa auxiliar em algumas situações desse esporte, mas nunca substituir a sua essência.
Em uma resposta ao texto publicado no “Parmerista”, um participante pergunta se o torcedor do Palmeiras não gostaria que todo jornalista palmeirense fosse um tipo de Chico Lang. Esse é um grande equívoco que as pessoas cometem: levar as situações para os extremos. O fato de criticarmos a postura de jornalistas “palmeirenses” que têm por hábito denegrir a instituição Palmeiras, não significa que o torcedor do Palmeiras queira ver “Chico Langs verdes”. A torcida do Palmeiras está cansada dos falsos torcedores e jornalistas fariseus e pede apenas respeito ao seu clube e a ela mesma.
O maior exemplo disso é o respeito que os palmeirenses têm por diversos profissionais de imprensa que não torcem pelo seu time, mas que atuam com responsabilidade e seriedade. Para citar apenas um nome, lembro do jornalista Alberto Helena Júnior, torcedor do SP, mas que trata o Palmeiras, clube e torcida com o maior respeito, sem deixar de fazer as análises criticas quando elas são necessárias.
O teórico PVC conseguiu impressionar muita gente com sua memória para dados, mas não inspira confiança. Passa a impressão a todos que nunca soube o que é calçar uma chuteira e não tem a menor noção do que acontece dentro de campo.
Não estou fazendo uma critica às pessoas que nunca praticaram futebol (caso esse seja o caso dele). Muita gente pode entender de futebol, sem nunca ter jogado. A única coisa que as pessoas não podem fazer é falar de um assunto como donos da verdade, como ele faz, ancorado em números que julga definirem situações que envolvem fatores subjetivos, os quais ele não têm a menor noção ou faz de conta que não tem.
O PVC pode até ter (e deve ter) uma ótima capacidade mental, mas para ser considerado inteligente precisa evoluir muito, e o primeiro passo seria abandonar a prepotência e passar a respeitar as pessoas, deixando de as considerá-las como desinformadas e cegas. Deveria também deixar de ficar em cima do muro em algumas situações, quando usa estatísticas arrumadas para justificar determinadas situações, como aconteceu nesse brasileiro, onde ele montou um levantamento de dados sobre arbitragens, no qual “esqueceu” inúmeros fatos que desmentiriam a sua própria estatística.
Quando fez isso, apenas provou que seu trabalho era incompleto, ou que o interesse era mascarar uma realidade com números e acabou perdendo mais pontos para a sua credibilidade.
Não fossem as segundas intenções do PVC, o comportamento dele, relacionado à crônica esportiva, chega a lembrar o personagem Raymond, interpretado por Dustin Hoffman no excelente filme “Rain Main”.
Esmeraldino,
Só posso dizer que vc está cobertíssimo de razão, mais uma vez escreveu mto bem!!!
Já critiquei mto esse time, esse técnico e essa diretoria tbm, mas nunca deixei de defendê-los e elogiá-los tbm e jamais deixei de acreditar e torcer.
E analisando td friamente, cheguei a conclusão de que mesmo com nossos próprios erros (e foram mtos), poderíamos ser campeões desse brasileiro se não fosse por nosso maior inimigo: a arbitragem.
Enfim, o que nos resta agora é apenas ainda acreditar e torcer pro nosso Palmeiras e secar os demais.
Difícil??? Sim. Impossível??? Não.
Por isso faço das suas as minhas palavras: “Que nos ajudem os deuses do futebol!!!”
Abraços Palestrinos!!!
Putz, ele se acha mesmo do beeem !
” Quero avisar aos agressores e bandidos que além de Juca Kfouri e Victor Birner, há mais pessoas de bem ao lado do Paulinho, inclusive esse jornalista que vos escreve. ”
Carlos Ceretoooo
Como seriam as manchetes dos principais veículos de imprensa, após três derrotas consecutivas do Palmeiras?
Fazendo um pequeno levantamento do que está sendo publicado nas páginas da imprensa eletrônica, neste dia pós-derrota do time oficial:
ESTADÃO
“PARA SÃO PAULINOS, DERROTA NÃO INFLUENCIARÁ NO RENDIMENTO”
FALHA DE SÃO PAULO
Nada em destaque. Apenas uma chamada de matéria na parte de entrada do noticiário:
“MURICY MINIMIZA DERROTA E DIZ QUE SP NÃO ESTÁ JOGANDO MAL”
LANCENET
Sem matérias em destaque. Chamada da matéria no canto inferior esquerdo
“SÃO PAULO NÃO PERDIA TRÊS SEGUIDAS DESDE 2004″
GAMBAZETA
“MISTÃO DO SP DÁ VEXAME…..” (matéria já retirada)
Substituída por ” SOUZA COLOCA FIM À POLÊMICA COM DUNGA E SENTE TORNOZELO”
Outra matéria: “TERCEIRA DERROTA ‘INEXPLICÁVEL” DO SP FOI AMARGA”
ESPN BRASIL
A página que adotou as cores vermelha, preta e branca como padrão de sua publicação não coloca nenhuma matéria em destaque sobre o jogo de ontem.
GLOBO ESPORTE
“MURICY NA TORCIDA POR ALEX SILVA”
(matéria sem destaque, na parte inferior).
Infelizmente as meninas vão ganhar o BR07, porem a classificação para a libertadores seria bastante bem vinda, para que a diretoria pare com essa frescura que não tem dinheiro para contratar.Assim teríamos mais grana novo patrocinador das camisas, bem como a cota da dita competição.
Não podemos também nos esquecer que é inegável avanço do palestra comparando-se com o BR06, onde nem uma sul-americana beliscamos.
Mais insisto muito pouco para a camisa verde e branca.
Nosso consolo, e talvez maior motivação até o final do BR07 e ver a anguntia do curintia rumo a segundona.
Ps. Alias uma questão final, por que o palestra não tem patrocínio nas mangas da camisa ???
PREZADÍSSIMO CAIO FILARDI
A propósito dos Bambis e da Imprensa SEM CARÁTER…
Com imensa parcimônia eu diria que as arbitragens doaram oito pontos aos Bambis. É muita coisa para um campeonato de pontos corridos.
Refiro-me até aqui, especificamente, a erros capitais que tiveram influência direta no resultado dos jogos como contra o Paraná e contra o Palmeiras, por exemplo.
Fossemos analisar as influências indiretas e eu diria que eles teriam deixado de ganhar mais uns uns cinco ou seis pontos.
Assim, fica claro que é como se houvessem largado no Brasileirão com treze ou quatorze pontos a mais do que os outros litigantes.
Conclusão: O São Paulo, sem o concurso dos “homens de preto ou de amarelo”, isto é, da arbitragem, estaria emparelhado a Cruzeiro, Palmeiras e Gremio que não contaram com as regalias dos favorecimentos escandalosos e criminosamente, SR CERETO, acobertados pela imprensa.
Como a imprensa omite propositadamente esses fatos na hora das análises, fica a impressão de que esse “tigre de papel” isto é, essa “onça pintada”(sem hífen) é um super time, tem um super elenco e está anos-luz à frente dos demais participantes do brasileirão.
Mais uma vez cai a máscara da imprensa paulista.
Premida pelas reclamações, pelos protestos e acuada pela imprensa alternativa, (consubstanciada por este e por outros blogs), e até pelo estrago feito contra os demais clubes e contra o próprio campeonato, as arbitragens não encontram mais um clima fértil para beneficiar o “mais querido”. Dos árbitros, naturalmente.
A imprensa paulistana, aborrecida, está procurando amenizar e eufemizar a situação dos Bambis, não apenas por ser o clube de expressiva parte dos cronistas, como também porque elogiaram demais um time que, sem o concurso das arbitragens, não é melhor nem pior do que os cinco ou seis que figuram na ponta da tabela.
Assim a mídia vai desfiando um rosário de desculpas e justificativas da péssima jornada tricolor, o que, no fundo, é um mea-culpa pelos exageros e pelo vício contimáz de, ainda que açodadamente e precipitadamente, sempre elogiar os bambis.
Só que, para quem tem a visão jornalística dos fatos, trata-se essencialmente, de encontrar um modo que não desmoralize a classe junto aos que não têm inteligência e discernimento para avaliá-los e que, à luz dos novos fatos, poderiam também a abrir os olhos.
Não, o São Paulo não cansou. Não, o São Paulo não está desmotivado. Não, o São Paulo não está enfrentando problemas internos. Não, a disputa de dois torneios não está influenciando em nada.
A imprensa só rodeia mas não tem coragem de ir ao cerne da questão
Qual, então, a explicação para semelhante decadência ?
Apenas e tão somente esta:
As arbitragens que tanto beneficiaram os bambis, estão impedidas de fazê-lo pelos aspectos supra citados, por constrangimento e, sobretudo, porque com a avassaladora vantagem que deram ao clube, quase uma garantia de título, tratam, agora, de cuidar da própria imagem visando aos proximos campeonatos.
Com arbitragens neutras os bambis revelam as suas fraquezas e expõem as suas fraturas e deficiências, realçando e ressaltando que são um time, apenas, razoável e não esse esquadrão fantástico e fabuloso como o vende a imprensa comprada.
Mas não se iludam. Se o time deles continuar caindo e se aproximar daqueles que estão subindo, os principais jogadores deles, (ARBITROS E PODER JUDICANTE) , voltam a campo para garantir-lhes o título.
JÁ ESTÁ DECRETADO: SÃO PAULO CAMPEÃO DO BRASILEIRÃO.
SE OS JUIZES JÁ DECRETARAM, QUEM MAIS PODERIA MUDAR ?
PREZADO TÉO
Quem é o tal Cereto para acusar os outros de bandidos ?
Tem gente que não se enxerga mesmo e nem possui a velha auto-crítica!!!
OCORREU-ME UM PENSAMENTO NESTE FINAL DE PAPO:
Será que os juízes pararam de ajudar os Bambis porque estão empenhados, de corpo e alma, em ajudar a tirar os Gambás do buraco ??? rsrsrsrsr
Saudações Clorofiláticas.
Falando em publicações asquerosas, tive o desprazer de conhecer o novo blog do birner.
É triste, muito triste, que alguém que é uma pessoa bem instruída, com valores interessantes, aos quais conheci em uma entrevista, encaminhe-se para o lado mais infantil do jornalismo esportivo.
Ancorado em uma ética distorcida e fragmentada, esse camarada continua a usar as cores de seu time do coração no endereço e a fazer campanhas veladas de exaltação ao Jardim Leonor. É uma contaminação que resulta numa postura frágil, onde fica difícil separar o profissional do imbecil. Agindo assim, podemos ter certeza disso, cada frase escrita, comentário dito etc, será fruto de um trabalho mental maquiavélico que transita entre a completa isenção e a sensação de estar a serviço de seu clube. No entanto, assumir isso seria inaceitável para ele.
É como mentir para sua namorada. Você nega que olhou para as pernas de outra mulher, mas ambos sabem o que aconteceu. Aos poucos, essa técnica se institucionaliza, e aí cabe a cada um dos envolvidos acreditar ou não nas palavras.
Juca Kfouri, por exemplo, é considerado um gênio por uma infinidade de pessoas, sejam elas gambás ou não, e no entanto, cada frase que sai de seu computador ou de sua voz aguda e quase fanha, sempre tem um objetivo: ajudar o TimedaMarginalsemNúmero de alguma maneira.
Mesmo quando ele sugere que o clube deveria ter o título de 2005 cassado e ser rebaixado, ele o faz para posar de diferenciado, pois sabe que isso nunca vai acontecer. Alguns caem em seu golpe, outros, como eu, dão risada de sua audácia.
Birner vai pelo mesmo caminho. Utiliza um discurso cuidadoso e servil, mas qualquer pessoa que manja um pouco de retórica e sofismo é capaz de identificar o sem-número de falhas e tendências do que ele PREGA. Sim, porque é isso que aconteceu no futebol brasileiro. Os jornalistas esqueceram-se de informar, reportar notícias, para pregar sua opiniões como pastores evangélicos.
Existem os Chinas e Chico Langs, que escancaram essa relação, mas ao menos são honestos com seu público; e os Jucas e Birners, que pensam exatamente igual, mas preferem vender gato por lebre. Ou seja, seja ao céu ou à terra, estamos muito mal servidos.
E agora ascenderam o tal Paulinho à condição de repórter!
Leiam o relato deste incompetente no supracitado blog. Além da ausência de uma acentuação e pontuação minimamente aceitável, é uma grande afronta a qualquer “primeiro-anista” de faculdade de comunicação:
http://blogdobirner.net/2007/10/10/vida-de-reporter/#comments
Cuidado com o estômago.
Abraços
Aos que cobram um patrocínio nas mangas da majestosa camisa do Palmeiras, digo que sou contra. A camisa do verdão não é “macacão” de piloto de corrida (qualquer uma motorizada). Outra coisa, já acho muito utilizar uma camisa com uma estampa enorme de um patrocinador do qual não sou consumidor. Tenho 4 camisas do verdão, todas originais e sem patrocínio. Tá certo que o clube carece do dinheiro e coisa e tal, mas não gosto de pagar de “outdoor” ambulante, não. Por favor, não me considere um “bossal”, mas ainda tenho uma camisa do verdão do campeonato de 1976, imaginem o valor agregado a ela. Num futuro mais distante, eu a leiloarei e o valor será doado a um asilo.
saudações palestrinas
Precisamos de jogadores que tenham orgulho de vestir nossa camisa, sejam palmeirenses!
Gustavo sobre o Timão: ‘Tem que cair’
Zagueiro do Palmeiras torce pela queda do rival Corinthians para a Série B do Brasileiro
Carlos Augusto Ferrari
Do GLOBOESPORTE.COM, em São Paulo
Diário de S.Paulo
Gustavo ’seca’ o CorinthiansO espírito polêmico de Vampeta começa a fazer escola no futebol paulista. Nesta quinta-feira, o zagueiro Gustavo, do Palmeiras, admitiu que torce pela queda do Corinthians para a Série B do Campeonato Brasileiro.
- Tem que cair. Só assim eles podem começar a arrumar a bagunça que está lá. Imagina abrir o jornal e ver o Palmeiras na Libertadores e o Corinthians na Segunda Divisão? – provoca.
Gustavo, aliás, confirmou que também não torce pelo sucesso do São Paulo e vibrou com a derrota por 1 a 0 para o Millonarios, da Colômbia, quarta-feira, no Morumbi, pela Copa Sul-Americana.
- Torci contra mesmo – resume o zagueiro.
Já disse e repito: Paulinho é o pseudônimo de Juca Gambá Kfouri, em sua versão Chico Lang.
Que inteligentes Juca e Birner, não?
Acham mesmo que ninguem lê o que há por trás de suas tortas linhas.
Por que PVC e Beting não escrevem da mesma forma?
Será que é vergonhoso ser palmeirense para eles? Pelo contrário, estipulam uma ética retórica, patética, de não defender e sim atacar o Palmeiras. O Beting cada vez menos, é verdade. Mas o tal PVC me dá até nojo. Ou é pau-mandado de editores anti-palmeirenses, ou devia virar pensona non grata no Palestra, quantidade de besteiras que emite sobre o Clube que teoricamente torce. O Juquinha-gambá-fanho até disse que o PVC deve “ter apanhado muito de um palmeirense qaundo era criança”, dada a quantidade de críticas gratuitas que faz contra o Palestra…
Não os leio. Faço campanha contra. E não compro produtos de seus patrocinadores. Este é o meu dever contra quem achincalha o Palmeiras. Reitero a campanha: notícias de palmeirenses para palmeirenses. Sou engenheiro. Se fosse jornalista, agregaria essa idéia contra a imprensa-marrom. Há muito tempo, estou desde 94 na Internet, estamos falando a mesma coisa: a imprensa tem um ranço contra o Palmeiras. Culpa dos Nônos ou não, sites como o OV, Parmerista, Palmeiras todo Dia e outros, poderiam se unir e formar uma união contra imprensa. A maioira dos palmeirenses que conheço já lê somente o que é escrito por palmeirenses para palmeirenses. Para vocês, visualizo um grande negócio.
Aproveitando o comentário do Rodrigo, faço uma sugestão.
Acho que deveria haver um grupo de trabalho, lista de internet ou algum tipo comissão que englobasse os responsáveis pelas páginas da “mídia palmeirense na internet”.
Essa “associação” teria como missão básica estudar formas de divulgação do trabalho realizado por essas páginas, para os palmeirenses em geral.
Sabemos que o sucesso da mídia palmeirense aumenta a cada dia, mas poderia ser maior ainda com uma melhor propaganda junto a nossa torcida.
Muitos palmeirenses ainda não conhecem ou não têm acesso a esses espaços, mas poderiam ter a partir do momento que tomem conhecimento do trabalho realizado.
Quem sabe uma divulgação no estádio, uma propaganda direta aos torcedores não possa melhorar, ainda mais a participação da nossa torcida, ao mesmo tempo que iríamos esvaziando o acesso a imprensa marrom?
Existência dessa “associação” iria ajudar muito a organizar a participação dos nossos torcedores em assuntos de interesse da coletividade palmeirense. Com certeza, quem combate o Palmeiras não gostará de ver a nossa torcida tão organizada na defesa dos interesses do clube.
Que estranho essas contusoes no SPFW…elas tem a melhor estrutura do mundo, o melhor prepador fisico do mundo, o melhor fisiologista do mundo,o melhor centro de recuperacao do mundo
Ah,e o melhor elenco do mundo, mesmo nao tendo reservas para a zaga e lateral direito
Alguem consegue me explicar???
RETRATAÇÃO
Na emoção do que foi escrito sobre o Cereto, fiz críticas contundentes ao referido jornalista.
Ele nos teria chamado, pelo que depreendi ele nos havia chamado de “bandidos”.
Todavia, passando pelo blog de Cereto, verifiquei que ele chamava de bandidos os gambás de uniformizadas que agrediram um tal Paulino.
Como em briga de urubu, inhambu não entra, não tenho e nem quero ter nada com isso.
Que os gambás, o tal Paulinho e o Cereto se entendam.
Meu avô já dizia que um gambá cheira o outro e diz que é cheiroso.
Quero me incluir fora disso.
Não sem, antes, retratar-me com o Cereto, de quem discordo frontalmente em matéria de filosofia futebolística e preferência clubística.
Sou uma pessoa coerente e equilibrada, que detesta injustiças, sobretudo nas vezes em que, sempre de forma inconsciente, parte de minha pessoa.
Volto atrás na devolução das que imaginava serem ofensas dirigidas a todos deste site, sem medo de reproches ou retaliações dos que odeiam esse repórter.
Quem errou fui eu ! Desculpe-me, Cereto.
Em tempo: não deixei qualquer mensagem no blog dele que, aliás, anda mais magro do que cachorro de pobre em matéria de participações.
ERRATA; parágrafo dois.
Ele nos havia chamado, pelo que depreeendi da cornetada de outros colegas, de Bandidos.
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NOTA:
Preciso adquirir o hábito de fazer o copy-desk, haja vista que sou péssimo digitador
saudações clorofiláticas!!!
Putz, que análise brilhante…não há nada mais chato, burocrático e inútil do que tratar algo tão apaixonante, irracional e surpreendente como o futebol como se fosse uma ciência exata.
Admiro os profissionais que conseguem analisar os dados estatísticos do futebol, analisar táticamente os times, sem de lado o imponderável, a emoção que envolve cada partida.
Aqueles que tratam o futebol como ciência exata deveriam trabalhar com economia…e não deixar de acompanhar diáriamente a taxa SELIC. rs
Abraços!
Vejam a entrevista completa com a opinião do ex-lateral Odirley, publicada no Futebol interior. (www.futebolinterior.com.br)
Final de 77: Odirlei - O árbitro quis me ferrar
Trechos:
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E foi a ausência de Odirlei na partida decisiva contra o Corinthians, no dia 13 de Outubro de 77, há 30 anos, um dos fatores preponderantes para a derrota, por 1 a 0, no Morumbi. Na partida anterior, vencida pela Ponte Preta, por 2 a 1, no recorde de público do Estádio do São Paulo Futebol Clube – 138.032 pagantes -, o lateral recebeu o terceiro cartão amarelo, aos 45 minutos do segundo tempo, em um lance bobo. No entanto, não foi isso que achou o árbitro Romualdo Arppi Filho. Achou? Ou estava determinado a achar? Desde aquele 9 de outubro – três dias antes da partida final – até hoje, com 55 anos, Odirlei não tem dúvidas.
“Eu não me recordo muito bem do lance. Lembro que a bola estava para sair do campo e a chutei de vez para fora. Tem gente que fala que a bola foi para a arquibancada, outros falam que foi um chutinho. Não sei direito. Para mim, foi apenas um toque. Mas ele (Romualdo) veio em minha direção falando: ‘Você está ferrado, vai ficar de fora do terceiro jogo’. Ajoelhei e implorei que não fizesse aquilo, mas não tinha jeito, já estava tudo combinado. Se não estivesse, ele teria que mostrar o cartão para o Jair Picerni (lateral-direito), que chutou a bola três vezes para fora do campo, mas o Jair não estava pendurado, diferente de mim”, revelou.
Com Odirlei fora da decisão, a Ponte Preta não perdeu apenas em força ofensiva – Ângelo, que o substituiu, não tinha a mesma técnica -, mas também aumentou o poderio ofensivo do adversário. “Quando eu jogava, o Basílio ficava preso na minha marcação e o Vaguinho não podia atacar tanto. Sem minha presença, o Vaguinho ficou livre para cair na ponta e o Basílio não tinha com quem se preocupar. Eles começaram a nos desmontar ali. Depois veio a expulsão do Ruy Rei, no início do último jogo”, comentou.
Meteram a mão!
Que o time da Ponte Preta era superior, todos sabiam, até os próprios jogadores do Corinthians chegaram a admitir. No entanto, para Odirlei, forças maiores evitaram que o título fosse para o Moisés Lucarelli. Naquela época, o Corinthians vivia um jejum de 23 anos sem conquistar nenhum título e a pressão era gigantesca.
“O que fizeram com a gente foi sacanagem. A arbitragem influenciou tanto na minha suspensão como na expulsão do Ruy Rei (o árbitro que expulsou o atacante pontepretano foi Dulcídio Wanderley Boschillia), e tem gente que ainda fala que o Ruy estava vendido. Isso é falta de consideração. O Ruy Rei era um exemplo de profissional. Quem estava engavetado era o árbitro”, afirmou. Mas quem pensa que Odirlei vive até hoje frustrado pela perda do título se engana.
………
“Se não tivesse forças extra-campo, ganharíamos em qualquer lugar. A partida poderia ter sido no Maracanã, Morumbi, como foi, ou Mineirão. Nós sabíamos que tínhamos condições de vencer em qualquer estádio. E outra, jogar no Morumbi lotado era muito bom também. Mas sabemos que houve alguma influência para o resultado final”, completou o ex-lateral.
Gostaria de comentar sobre o Mauro Beting.
Falam muito do PVC, mas o Mauro não me engana. Nos assuntos mais importantes ele é contra o Palmeiras, mas sempre tenta se mostrar neutro, ficando em cima do muro. Será isso uma conduta correta ?
Acho que ele faz média com a torcida, quando participa aqui do Observatório Verde. Muitos acreditam que ele está defendendo o Palmeiras.
Acho muita demagogia, infelizmente a imprensa brasileira está mais preocupada com interesses próprios do que mostrar a verdadeira realidade dos fatos.
Um exemplo claro é o Campeonato Brasileiro deste ano.
Sem comentários.