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Há um tempo atrás, nosso amigo Teo postou, nos comentários, uma matéria assinada por Juliano Costa, do Jornal da Tarde, em que o Palmeiras era chamado de “receptador” da Traffic e em que o Desportivo Brasil, time de propriedade da mesma empresa e que repassa seus jogadores ao Palmeiras, era tratado como “laranja”.

A isso seguiu-se um debate sobre se os termos eram adequados, já que ambos estão ligados, no senso comum, a atividades ilícitas. A operação da Traffic, por mais condenável que seja para alguns, é perfeitamente legal e corrente no futebol brasileiro - e a própria matéria deixava isso claro.

Reproduzo trecho de comentário escrito por Marcelo GJ, um dos comentadores do OV, e que dá conta muito bem das críticas:

Quanto ao uso do termo ‘laranja”, lembro que ele é amplamente utilizado em matérias criminais que envolvem uso de pequenas empresas/pessoas legais (laranjas) para acobertar o envolvimento de empresas/pessoas de maior notoriedade em atos ilícitos ou fraudulentos.

No caso Traffic-Palmeiras não há crime ou fraude (tudo dentro da lei, como você [Juliano] escreveu) e não há intenção de acorbertar envolvimento da empresa de maior notoriedade (Palmeiras), tanto que foi divulgado na mídia o investimento de R$40mi.

Para nossa grata surpresa, o repórter entrou no debate aqui no OV. De chofre aceitou a crítica ao termo receptador, afirmando que “recebedor” teria sido mais adequado. Pediu também sugestões para substituir o “laranja”. Jean Carlos, outro amigo comentador, sugeriu “escada”, termo que Juliano aceitou:

Jean Carlos,
Gostei da sugestão! Acho que “escada” é mesmo um termo mais apropriado, já que “laranja” tem mesmo conotação criminal, como lembrou o Marcelo GJ.

Tudo muito bem, tudo muito bom. Mas não é que Juliano solta, ontem, uma nova matéria, distribuída pela Agência Estado, em que insiste no termo laranja?

Palmeiras espera negociação entre Fred e a Traffic

O Palmeiras vai aguardar de camarote a negociação da Traffic com o atacante Fred. A intenção da empresa é contratar o jogador do Lyon, registrá-lo em seu clube “laranja” (o Desportivo Brasil Participações Ltda.) e emprestá-lo a um de seus parceiros até 25 de março, quando encerra o prazo de retorno de jogadores brasileiros ao País.

Pô, Juliano, o que aconteceu?

103 Responses to “Mas escada não era melhor?”

  1. on 11 fev 2008 at 2:04 pmBruno D'Angelo

    Amigos ,

    me parece que o Juliano escorregou no bagaço da laranja.

    Abraços ,

  2. on 11 fev 2008 at 2:17 pmbelentani

    oq aconteceu?
    nada!

    é só a costumeira má fé de sempre…

  3. on 11 fev 2008 at 2:26 pmFC

    O que aconteceu?

    a) esquecimento/engano
    b) delegação de função para um FOCA(Paulinho “quem?”)
    c) má vontade
    d) mais uma tentativa de homicídio de reputação
    e) “forças ocultas”

    Grande Abrax,
    FC

  4. on 11 fev 2008 at 2:27 pmroberto verdão

    Estava procurando nos posts antigos um comentário enorme meu não respondido pelo Juliano sobre a polêmica do termo “bad boy” e não o encontrei para colocá-lo aqui. De qualquer forma, eu estava certo em ser ácido com o sujeito à época. Já havia percebido que era mal intencionado.. O Marco, me lembro, me acompanhou nas críticas mais pesadas… E senti que foram colocados muitos panos quentes após minha resposta e a de alguns amigos… Acho que tínhamos razão.

  5. on 11 fev 2008 at 2:29 pmDiogo

    Ato-falho

  6. on 11 fev 2008 at 2:45 pmroberto verdão

    Olha lá, achei!!

    Já que ele costuma se manifestar em posts que o citam nominalmente, gostaria que, se p[udesse, continuasse aquela discussão sadia que tivemos no outro post. Reproduzo aqui meu comentário sem resposta.

    ————————–
    http://www.observatorioverde.net/2008/01/21/imprensinha-transforma-el-mago-em-el-vilon/#comment-14436

    on 24 Jan 2008 at 12:00 am84roberto verdão
    Caro Juliano,

    Ao contrário de vc, não vou me furtar a nenhuma resposta. Vou rebater ponto a ponto suas argumentações e gostaria que, quando respondesse a mim e aos colegas, fizesse, por favor o mesmo, em sinal de respeito e não dando respostas evasivas e fujonas.

    Em primeiro lugar, gostaria de registrar aqui que em um dos debates mais recentes com jornalistas aqui no OV, se não me engano com o elias aredes, foi-se dito que o talvez maior erro do jornalista seja a soberba de não reconhecer o erro nunca. Ficou claro mais uma vez o salto alto aqui, tendo em vista que vc em outro post disse que nunca havia visto nenhum setorista (classe da qual vc faz parte e defende com extremo corporativismo - até que aperte o calo) usando o termo “bad boy” e, logo em seguida uma simples pesquisa no google desmentiu sua argumentação. Note que vc não tocou no assunto ao responder para mim. Fez pior. Fugiu do tema e torceu para que ninguém mais comentasse. Apenas disse que não estava na entrevista mas acha que o que aconteceu foi, blá blá blá… Eu não esqueci!

    O mesmo que tem feito em relação a pedidos de investigação ou mesmo de sugestão de investigação sobre o dinheiro do corinthians para contratar 14 jogadores, entre eles Acosta que era pretendido tb por clubes mais ricos e “com estrutura” como o SP e o Cruzeiro. O mesmo Acosta que alguns dias antes tinha dito com todas as letras que não jogaria a segunda divisão. Acho que foi por amor que ele foi pro Corinthians. Afinal, como todo bom uruguaio, Acosta era Corintiano desde criancinha. Ou mesmo sobre o estágio do Godoy no SP. Sempre respostas evasivas. Sempre!!! Quanto ao caso do JK/Aprobatto nem gostaria de me estender mais. Também sei que a resposta seria a mesma. Se a sua intenção foi vir aqui debater com palmeirenses e, se usa tal argumento como “prova de que é aberto a diálogos” (ainda que sejam apenas os que te interessam), suas atitudes e respostas só fizeram me afastar ainda mais da leitura do jornal do qual é setorista.

    E explicarei ponto a ponto como havia dito e pedido.

    Comentarei seu comentário n. 31. com as siglas J: (para Juliano) e R: (para mim, roberto)

    J: “Roberto Verdão,
    Eu estava de folga e, portanto, não fui à coletiva. Mas tenho certeza que foi isso o que aconteceu:
    Na coletiva, um repórter perguntou ao Valdivia se ele se sentia “bad boy”. Valdivia respondeu: “Não quero ser visto como bad boy”.”
    —————————-
    R: Já falei sobre isso acima. Achei de péssimo tom fugir aos questionamentos alegando que não estava na coletiva. Se tem certeza do que aconteceu, justifique então pq tinha tb tanta certeza de que nenhum setorista havia usado o termo até o tal reporter “perguntar se ele se sentia um ‘bad boy’”

    =====================

    J: “Convenhamos, qual jornalista ali presente ignoraria essa frase?
    Daí tivemos a enxurrada de textos na linha “Valdivia rejeita fama de bad boy”. What’s the big deal?”

    Tem comentarista de marcação com o Valdivia? Claro que tem, principalmente aqueles que bancam os “personagens”. Acho que não vale a pena falar sobre eles.

    Vamos focar no seguinte: os repórteres na coletiva acertaram ao abrir texto com “Valdivia rejeita rótulo de bad boy”? Jornalisticamente falando, “sim, claro, era a frase mais forte da coletiva.” ”
    ——————————————–

    R: I tell you what’s the big deal.

    Vc acaba de confirmar que a imprensa é sensacionalista sim! Que busca polêmica onde não tem para vender jornal ou para render mais cliques. É o jornalismo Nelson Rubens sim!! Não adianta negar. Não adianta vc se defender, como fez em uma outra resposta, dizendo que No Chile na Itália e na PQP é que os repórteres são sensacionalistas pois vão atrás da vida pessoal dos jogadores. Que um jogador do Palmeiras fuma e que vc fez o grande favor de nunca contar no seu jornal!! (valeu Juliano!!!) Ah, então aqui não vão atrás da vida pessoal?? Então pq é que eu vi, no final do ano, uma foto do Adriano com uma lata de cerveja na capa do jornal de Esportes do Estadão??? (jornal do mesmo grupo do JT). Além disso, que repercussão teve aqui a história do Valdívia na Copa América?? O Sr. Galvão Bueno, seguido por suas ovelhinhas destruíram a vida pessoal do cara sem sequer saber o que tinha acontecido lá. O Vampeta já saiu no jornal abraçado com drag queens e a coisa só não foi mais explorada pq ele ameaçou contar que jornalistas que haviam saído com algumas das drags, lembram?? Se a exploração não é tão grande quanto em outros países, é pq a imprensa é amiga de muitos desses que aprontam e tem rabo preso com eles!! Não estou falando de vc, mas há como negar??? Ademais, caro Juliano, não se é maior diminuindo os outros. Sempre vai haver alguém pior que vc. O fato de a imprensa chilena ser pior nesse aspecto, não faz da brasileira excelente por ser, na sua ótica, menos pior. Não é com o errado que vc deveria se comparar e sim com os corretos.
    ==========================

    J: “Aconteceu no Palmeiras e aconteceria também no Santos, no Corinthians e no São Paulo.”
    —————————————-
    R: Ah, é verdade, claro!! Então é por isso que no dia seguinte ao “duelo” todas as manchetes foram.

    “Adriano do Santos rejeita a fama de Bad Boy”

    Por favor!!!
    ========================

    J: “E não se esqueça que tudo partiu de ACUSAÇÕES do Leão e do Adriano, prontamente rebatidas por Luxa e Valdivia. A imprensa ouviu e registrou os dois lados, porque só acusação não basta.

    Aí vc pergunta: vale a pena FICAR ALIMENTANDO essas coisinhas? E eu respondo: vale a pena IGNORAR essas coisinhas?”
    —————————–

    R: Leão. O Leão é inimigo número 1 da imprensa. É provocado durante todas as entrevistas até se irritar a ponto de fazer greve de silencio e impô-la ao seu time e, a partir daí, ouvir deduções unilaterais sobre sua equipe e seu comando e dizendo que isso fere a liberdade de imprensa com a desculpa do “a enorme torcida do clube x tem o direito de saber”. O capítulo seguinte, todos sabem… A imprensa puxa seu tapete e ele cai. Tem sido assim em todos os clubes pelo quel ele passou, à exceção, sabe-se lá pq, do Jardim Leonor… Mas essa é uma outra história… Eu queria chegar era no seguinte ponto. O Leão é sempre criticado por ser reclamão e inventar, porém, quando gera polêmica, vale!!! Claro, o jogo foi 0 a 0!! então temos que buscar assunto.. OK, OK!!!!
    =======================

    J: “Num 0 a 0 como aquele, o que houve de interessante, digno de abre de página? O que os programas de debate (os bons e os ruins) poderiam debater além das rixas entre luxa e leão, adriano e valdivia?”
    ———————————-
    R: Debater o jogo, meu caro… O Jogo e tudo que há em sua volta!! Os duelos táticos, de que forma as alterações mexeram com o panorama do espetáculo, como foi a chegada dos torcedores, quem estava em maior número, o problema que a TUP teve tendo seu ônibus barrado na estrada, a grande defesa do Fábio Costa no chute do Valdívia, a bela partida que fez Pierre, o duelo (e apenas isso) entre o Adriano e o “bad boy”. A justiça ou não de se dar um amarelo para o Valdívia em um lance de falta invertida. Se fosse para falar mal, como é de praxe, comentasse a inconstância do Leandro na lateral, os inúmeros erros de passe do Palmeiras e do Martinez que era quem menos podia errar, as falhas do ataque santista e do lateral Filipi nos contra-ataques, etc etc. Assunto, como vc vê, não faltou. Não se comenta apenas os gols. Quem ver pensa que se o jogo fosse 2 a 1 sairía meia página descrevendo os gols, passo a passo e não leríamos o termo ‘bad boy’. A imprensa quis sim criar e inventar polêmica!! Não dá pra negar!!
    ======================

    J: Na boa, se o jogo fosse 1 a 0, pra qualquer um dos dois, ninguém teria dado a mínima pra essa besteira aí. Já vi o Valdivia apanhar (e revidar) muito mais.

    ————————————-

    R: Pois é, besteira!! Exatamente o que eu e todo leitor pensamos!! E ainda assim foi publicado em todos os jornais. Pois então, ainda acha que não temos razão em estar de saco cheio da imprensinha??? Depois reclamam que os técnicos dão sempre as mesmas respostas e “não há pauta”.
    =============

    J: “É por isso que, sério, tenho certeza que quando o Palmeiras deslanchar (e eu aposto que vai), o Valdivia vai ser só o Mago ou “o xodó da torcida palmeirense” — como estamos acostumados a ver.

    Abs,
    Juliano”
    —————————-

    R: O bom e velho morde e assopra com um elogiozinho final ao Palmeiras. Parabéns, o JT acaba de perder um leitor - ou mais - para sempre.

    Abs,
    Roberto.

  7. on 11 fev 2008 at 2:57 pmJuliano Costa

    Gente, usei o termo escada DUAS VEZES e ninguém falou nada.

    O último foi no dia 17, logo após a discussão aqui no Blog:

    “Diego Souza foi contratado pela Traffic e registrado no Desportivo Brasil, escada usada pela agência de marketing esportivo para repassar seus principais jogadores ao Palmeiras. O contrato do meia com o Verdão é de empréstimo e vai até dezembro. O Palmeiras ganha 20% se ele for negociado depois disso. (J.C.)”

    Usei “laranja” ontem, sim. Pois é. Não era intenção denegrir o Palmeiras. Lógico que não. Nunca!

    E, pô, a Traffic tá trazendo o Fred, gente! O Fred!!!

    Abs a todos!

  8. on 11 fev 2008 at 3:01 pmFábio Niterói

    Tenho acompanhado a cobertura do Palmeiras feita pelo Juliano Costa no site estadao. Algumas vezes seus textos têm aquele tom irônico que costumeiramente encontramos quando se trata de Palmeiras (e que nunca se emprega quando se trata de SPFW).

    Eu o considero como mais um integrante do time de homicidas de reputação. A não ser que ele se retrate,
    começando a escrever mais profissionalmente sobre o Verdão.

    Saudações palestrinas.

  9. on 11 fev 2008 at 3:04 pmJean Carlos [Carcamano & Palestrino]

    [Rafael, valeu pela citação!]

    Roberto Verdão, hoje dou toda a razão à você e ao Marco por terem “pegado mais pesado” com o Juliano Costa. Mea culpa.

    Afinal, é muito cômodo o cara entrar aqui no fórum do OV, defender seus pontos de vista, responder às críticas mais brandas e picar a mula quando as críticas e indagações mais pesadas (porém em nenhum momento desrespeitosas) começaram a surgir.

    Aí, dias depois, o cara pisoteia o tomate - aliás, a laranja - desse jeito.

    Vai entender essas mentes da Impreçinha.

  10. on 11 fev 2008 at 3:05 pmJuliano Costa

    Outra coisa:

    Essa matéria do Fred (furo exclusivo do JT) está na página 12. Ao lado, uma matéria com “Henrique, o zagueiro dos sonhos”. Abaixo do Henrique, um texto sobre a busca do Alex Mineiro pela artilharia do Paulistão.

    Tá vendo como eu estou “mal intencionado”, Roberto Verdão?

    Mais uma coisa:

    Sobre a polêmica do patrocínio, um dia após a divulgação da Ata da discórdia, publicamos, no dia 24 de janeiro, o seguinte texto:

    “A assessoria do Palmeiras divulgou nota ontem contestando as informações que dão conta de que o patrocínio da Fiat não ultrapassaria R$ 8,5 milhões anuais, tendo como base um dos ítens da ata da reunião mais recente do Conselho de Orientação Fiscal. “Quem divulgou a ata caiu do cavalo, porque considerou só um pedaço do contrato. Há outras ações que potencializam o patrocínio, mas como já é de conhecimento geral, a cláusula de sigilo impede que as partes divulguem os valores”, diz Marcelo Fonseca, diretor-adjunto de planejamento.
    O JT sustenta a informação de que o contrato da Fiat pode chegar a R$ 19 milhões, somando-se todos os bônus por conquistas, ações de marketing, o valor que será investido pela empresa num projeto social de consciência ambiental e a renda e as cotas de TV que serão geradas pelo amistoso com a Juventus de Turim, ainda sem data marcada – o Verdão espera arrecadar até R$ 3 milhões com esse jogo.”

    Viu a parte do “JT sustenta a informação…”????

    Viu como eu estou “mal intencionado”?

    Gente, já falei aqui uma vez, vou falar de novo: vcs estão certos em achar que tem jornalista que persegue o palmeiras, mas estão errados quando generalizam. Tem muita gente, como eu, empenhada “apenas” em fazer uma boa cobertura de um clube de 15 milhões de torcedores.

    Se quiserem discutir o termo “laranja”, eu discuto, na boa. Mas se for pro campo das ofensas, tô fora.

    Abs a todos

  11. on 11 fev 2008 at 3:11 pmFC

    Juliano,

    Qual razão de ter voltado a utilizar o termo “laranja”, após DUAS matérias com a sugestõa “escada”?

    Grato,
    FC

  12. on 11 fev 2008 at 3:12 pmPaulo César Tibé

    Aconteceu que esse Juliano é igualzinho a todos. Só mais um Zé Ruela…

  13. on 11 fev 2008 at 3:13 pmPaulo César Tibé

    PS: ainda assim, desta vez não foi o Palmeiras que foi chamado de laranja (pelo menos isso)…

  14. on 11 fev 2008 at 3:15 pmFábio Niterói

    Deculpem mudar de assunto, mas eu achei engraçado o “juca kifuro das ruas” defendendo a contratação do Denilson. Com direito a chamar o boneco de Olinda de “grosso”.

    http://www.gazetaesportiva.net/ge_noticias/bin/noticia.php?chid=136&nwid=1807

    Vai saber. .

    Saudações palestrinas

  15. on 11 fev 2008 at 3:15 pmJuliano Costa

    Tibé
    O Zé ruela aqui nunca escreveu que o Palmeiras é laranja.

  16. on 11 fev 2008 at 3:16 pmPaulo César Tibé

    E, mais uma coisa, não estou vendo nenhum alarde pela agressão do Adriano no jogador santista ontem.

    Ah, se fosse o valdívia, já estaria na fogueira…

  17. on 11 fev 2008 at 3:16 pmRégis

    Juliano,

    Vc está aqui de novo debatendo, é isso aí, parabéns!

    Agora, explique apenas a simples questão central do post:

    _ Pq você, que já havia admitido que era inadequado, voltou a usar o termo laranja?

    Não precisa ressucitar a discussão. Só explique isso.

    Simples.

  18. on 11 fev 2008 at 3:21 pmroberto verdão

    Juliano,

    não vou voltar no assunto, porém essa sua defesa, passa mais uma vez pelo morde assopra de que vc costuma fazer uso. Já vi qual a sua intenção, para mim, não vai mudar. Como já havia dito, respeito sua opinião, só não compactuo dela e, acredito que, grande parte da torcida palmeirense, depois desse post, vai concordar comigo.

    Não vou agitar isso aqui, nunca fui desses. Sempre coloco panos quentes, especialmente quando a discussão foge do tema. Já comento aqui há muito tempo e tenho bastante discernimento, antes de conhecer o OV, para não ser mal educado e acredito, mesmo lendo e relendo meus comentários que não fui. Muito menos ofensivo. Porém, note que vc se propõe a discutir o termo “laranja”, já exaustivamente discutido em outros posts e tema deste aqui mais uma vez, e não discute nada! Apenas continua com respostas evasivas. Para vc é assim. “Eu posso usar o termo pejorativo que assumi ser exagerado outrora, pq estou dando uma notícia boa! Dou uma provocada aqui e coloco uma coisinha legal ali.” Meu amigo, não se justifica!!!

    É isso que não queremos.

    Aguardo sua justificativa sobre o termo laranja, já que é o tema deste post e, até agora, nada de explicações.

  19. on 11 fev 2008 at 3:29 pmbelentani

    e só pra deixar claro
    a imprensa tem má-vontade com meu time, e por isso eu tenho má-vontade com a imprensa, eu generalizo mesmo.

  20. on 11 fev 2008 at 3:32 pmsempre verde

    Você pergunta o que aconteceu?

    O que aconteceu foi isso;

    Com a repercussão ele veio até nós, analisou nossos argumentos e concluiu ser perigoso insistir nos termos inadequados, mesmo porque poderia dar uma criminal em cima dele. E/ou até pode ter se conscientizado realmente que os termos deveriam ser outros. Funcionou a dobradinha consciência/paura!

    Só que depois voltou à redação e muito provavelmente recebeu uma dura do seu chefete, do chefete do chefete, do Diretor do Jornal e provavelmente até do proprietário do jornal.
    Ai, com perígo de perder o emprego, insistiu na inadequação.
    Funcionou a dobradinha falta total de independência/paura de perder o emprego!

    A sãopaulinada do Estadão (Mesquitas et coetera) estão apavorados com o crescimento daquele que eles publicaram estar em decadência.

    Aviso final ao Estadão: não me telefonem mais que eu não assino esse jornal NEM SOB TORTURA.

  21. on 11 fev 2008 at 3:35 pmJuliano Costa

    Vcs sabiam que o Xaves, volante do Atlético-MG, é do Desportivo Brasil?
    Que Ramires, Maicossuel e Guilherme, todos do Cruzeiro, também pertencem à Traffic?
    Que a Traffic comprou parte do Hernanes, assunto que rendeu duas páginas há uma semana no JT?

    Em todos esses casos, o Desportivo Brasil é usado pela Traffic. Escada? Laranja? Os dois termos, acho, estão corretos.

    Mas eu disse há três semanas que achava “escada” melhor. Escrevi e mantenho. Isso não significa que eu seja obrigado a “esquecer” o laranja. Significa?

    Não, não significa, porque no trecho do meu texto sobre o Fred, achei que o laranja serviria melhor. O termo escada me obrigaria a usar mais umas três linhas (”escada usada pela Traffic pra legitimar a contração de seus jogadores, antes de emprestá-lo a um de seus parceiros, como o palmeiras”), e o foco da notícia (o Fred!!!!) seria desviado, comprometendo o andamento do texto.

    Essa é uma boa explicação, eu acho.

    Outra explicação seria “porra, gente, eu tava cansado pra caralho, escrevi essa merda às 3h da manhã num hotelzinho de rio preto, logo depois do jogo e pouco antes de pegar um vôo de volta pra sao paulo, onde eu teria tempo de passar em casa, tomar um banho e voar pro morumbi, tendo seis páginas pra fechar sobre o clássico”.

    Essa explicação também seria válida.

    Notem que, em nenhum momento, pelo menos nas minhas explicações, falo do plano maligno da imprensa como um todo de desqualificar completamente tudo o que vem do Palmeiras.

    (sobre a cabeçada do Adriano, é a capa do JT de amanhã. Aliás, quem estiver com o JT de hoje na mão, leia os comentários que eu mesmo fiz sobre o Adriano)

  22. on 11 fev 2008 at 3:42 pmClaudio Baptista Jr.

    Tibé,
    Hoje no programa da Renata “guiada por ponto eletrônico” Fan levantaram a bola sobre a agressão da Imperatriz Leonordinense.
    Não passaram 5 minutos e o MC já estava ao vivo dando o ponto de vista das frenéticas.
    Deram uma chacoalhada nele dizendo que as imagens estavam lá, não tinha o que falar. Já o MC defendia a tese que o “conceito cabeçada” só vale quando existe distância entre as cabeças. Hahahaha. Essa é boa.
    Bom, não acompanhei mais a discussão porque comecei a sentir excesso de pepsina no meu estômago.

    obs: o único ponto positivo a favor delas é que tem sempre alguém pronto para entrar no ar e defender o clube, mesmo que seja de forma indefensável como o caso desta agressão do Adriano.
    Precisamos de mais agilidade e retórica nas nossas defesas partindo dos interlocutores oficiais do clube.

    Sobre o Juliano, não podemos ofender quem vem ao debate. Basta o confronto de idéias.
    Na minha opinião, o termo “laranja” só voltou em função da linha editorial do jornal. O chefe mandou.
    Repito a pergunta feita acima pelo FC (10): Porque a volta do termo “laranja”?

  23. on 11 fev 2008 at 3:47 pmrodrigo

    eu acredito no ponto levantado pelo Juliano Costa

    vamos dar um credito a ele galera, veio aqui se explicar.

    sem mais

  24. on 11 fev 2008 at 3:49 pmRenato

    1° que eu saiba a “agência Estado” é detentora do jornal da tarde tbm….são anti-palmeiras declarados (escancarados), e não vejo o porque do espanto, afinal esses dai que pagam o salario do tal do Juliano…..é óbvio que ele irá reproduzir a matéria de um jeito que apeteça , agrade os seus chefes.

  25. on 11 fev 2008 at 3:51 pmLULA.SP

    Juliano Costa,

    Notei que, nas rodadas de meio de semana, a Rádio Eldorado FM, que pertence ao mesmo grupo do seu JT, realiza transmissões esportivas apenas nos dias em que o São Paulo FC joga. Quando o tricolor joga às quintas, não há transmissões às quartas, mesmo que Santos, Corinthians e Palmeiras joguem em tal data. Por quê?

  26. on 11 fev 2008 at 3:53 pmEdison

    Pessoal,
    Por acaso um médico precisa explicar por que usa um bisturi em vez de outro? Para os jornalistas, as palavras são ferramentas. Não devemos condenar o Juliano Costa por causa dos termos que ele usa. Muitas vezes é questão de estilo, de espaçamento, de etc. - são muitas as nuances.
    Ele tem feito um bom trabalho no JT. Mostra-se comprometido com a verdade ao revelar as notícias que envolvem o Verdão. Na boa, se é para apedrejar a imprensa, miremos nos alvos merecidos.

  27. on 11 fev 2008 at 3:55 pmRégis

    Juliano…

    Ai caramba, agora vc me deixou confuso…

    Então vc acha que laranja e escada estão corretos?

    Os dois termos?

    Pois vc havia dado a entender, na época, que laranja era inadequado…

    Pelo menos eu entendi isso…

    E se vc confirma, significa SIM, que vc não deveria mais usar o termo laranja, pra não ser incoerente com sua própria conclusão sobre o termo.

    Deixa pra lá…

    Desisto de entender sua posição neste assunto…

  28. on 11 fev 2008 at 3:55 pmJuliano Costa

    Não sei, Lula.SP, desconheço essa informação sua.
    Apesar de sermos do mesmo grupo, as redações são independentes e eu me sentiria profundamente desconfortável em falar sobre algo que não sei. O mesmo vale para o Estadão.

    Fora isso, qualquer dúvida sobre a linha editorial do JT, estou à disposição.

  29. on 11 fev 2008 at 3:57 pmJuliano Costa

    Régis,

    Mantenho o que disse: escada é melhor, mas laranja não é errado. Lembre-se: estamos nos referindo ao Desportivo Brasil, da Traffic. Nada a ver com Palmeiras, Cruzeiro, Avaí, Ituano ou qualquer outro clube que tenha ligação com a Traffic.

    Usei “laranja” por achar que “escada” quebraria o ritmo do texto (post 19).

    Abraço

  30. on 11 fev 2008 at 3:58 pmThiago

    Pessoal, acho exagerada a cobrança em cima do Juliano.

    Está tudo dentro da lei? Sim, mas é uma possibilidade meio bizarra dentro do futebol e pode ser visto de forma pejorativa. A culpa é da Lei “Juca kfouri” Pelé que permitiu que o futebol transforma-se nessa feira livre, onde os mais espertos e sorrateiros sempre levam a melhor; onde o SPFW tornou-se uma referência pela capacidade de atravessar negócios etc.

    Fosse eu o jornalista (sou jornalista mesmo), utilizaria “clube fantasma” para designar a bizarra inciativa. O que vocês acham?

  31. on 11 fev 2008 at 4:11 pmmarcelo c lopes

    1. nao sei quem e
    2. nao leio jornal
    3. sugiro muda o nome para aparecido.

  32. on 11 fev 2008 at 4:12 pmRafael Evangelista

    Juliano, ainda não li todos os comentários daqui, mas peço a você que releve eventuais ofensas e ao pessoal que mantenha o bom nível do blog.

    Eu, de fato, não vi nenhuma matéria com o termo escada. Como lhe falei, não leio o JT com frequência e acabei me deparando com essa na internet, provavelmente por ter a notícia do Fred. Você pode passar o link para ela? (tenho senha do Estadão, então acho que conseguiria lê-la).

    Agora, é muito interessante essa sua mensagem 19, por mostrar um pouco da pragmática da coisa.

  33. on 11 fev 2008 at 4:13 pmRégis

    Thiago,

    O clube não é fantasma. Ele existe no papel.

    Eu ainda prefiro os termos PONTE (o ideal), ESCADA, etc, palavras que signifiquem uma passagem de um local para outro, sem conotação negativa.

    Tbm acho que está meio exagerada a cobrança em cima do Juliano, eu mesmo já deixei prá lá…

    Agora ele considera o termo LARANJA aceitável.

    Ele mudou de opinião. Paciência.

  34. on 11 fev 2008 at 4:15 pmRafael Evangelista

    Juliano, muito bacana o comentário de vocês sobre o caso da ata, que você cita lá em cima. Prometo ler o JT com mais frequência.

  35. on 11 fev 2008 at 4:37 pmFabio - bsb

    Acho que ninguém mais esperava ver o Juliano Costa usando esse termo. Do que eu me lembro, havia um certo consenso de que ‘laranja’ não era realmente um bom conceito para descrever a relação entre Traffic e Desportivo Brasil - e, por extensão, entre estes e o Palmeiras.
    O Juliano justificou a reiteração como uma opção pela fluência do texto, alegando que ficaria muito longo não usar essa expressão. E, além disso, tiraria o foco do ponto principal (19).
    Eu não sou jornalista, de forma que não me sinto capacitado para discutir essa opção dentro das necessidades da matéria e da técnica da profissão da maioria de vocês.
    Por coincidência, porém, trabalho na área jurídica, e o engraçado é que, apesar de ser um termo nascido no âmbito judicial, ninguém se refere a outrem como ‘laranja’ em um processo se não tiver absoluta certeza do que está falando e do significado específico que tal termo carrega.
    Juliano, eu não gosto de ver esse termo relacionado ao meu time, ainda que indiretamente. É um termo muito pesado para mim, pois, como eu disse, estou acostumado a ver essa expressão utilizada só quando a coisa é realmente muito séria. Não posso falar pelos outros, mas eu me incomodo justamente por isso. É uma pena que um certo time aí tenha transformado o noticiário esportivo em um encarte das páginas policiais, mas até agora eu tenho acreditado no trabalho da nossa diretoria, e acho que ninguém ali merece ver um termo desses associado – ainda que indiretamente, reitero – a um acordo firmado pelo clube. E muito menos a torcida.

  36. on 11 fev 2008 at 4:38 pmJuliano Costa

    Rafael,

    Eu fui o primeiro a publicar o valor de R$ 19 milhões para o patrocínio, baseado em informações de dentro do Palmeiras, de gente que nunca falhou comigo. Estudei bastante e, graças a Deus, sei diferenciar uma ata de oito páginas de um contrato de patrocínio de 123 páginas. É por isso que sustentamos a informação de que, no melhor cenário possível para o Palmeiras, o valor desembolsado pela Fiat, ao final do ano, pode chegar a R$ 19 milhões.

    Quem me passou as histórias de Fred, Denílson, Lenny, Diego Souza e etc. também é de dentro do Palmeiras e confia em mim.
    Quem ficou bravinho por ter de correr atrás dessas histórias tentou derrubar a diretoria do Palmeiras.

    Faça um Data OV por esse prisma para provar, de uma vez por todas, que é errado generalizar a imprensa.

    P.S.: Amanhã daremos um abre de página com o novo jogador que o Palmeiras (não a Traffic) está contratando (não posso falar hoje por motivos óbvios) e mais uma sub sobre o Fred. No pé da página, estará o São Paulo.

    Abs a todos

  37. on 11 fev 2008 at 4:44 pmThiago

    Régis, existir no papel não é o ponto aqui. Na minha opinião essa é uma situação (um time que serve como mero espectro legal e nada mais) inaceitável e deveria ser combatida pela CBF — claro que essa é uma outra discussão. Não há nenhum traço desportivo nesse Brasil, o que, tão somente, já trata-se de uma incoerência. Quero deixar claro que não entendo o troço como algo criminoso, só mais uma brecha que tornou-se viável com a apressada implementação da Lei JK Pelé. E é engraçado que Juca Kfouri critique tanto J. Hawilla e outros empresários sabendo que uma cria sua possibilitou poder tão grande aos empresários de futebol.

    E que fique registrado que o Juliano me pareceu bem consciente e não um cara interessado em foder o Palmeiras. Talvez até seja palmeirense.

    Abraço

  38. on 11 fev 2008 at 4:46 pmRodrigo

    Jogador novo amanhã? E do Palmeiras, não da Traffic?
    Pô, agora fiquei curioso…hahahahahahahahaha…

  39. on 11 fev 2008 at 5:16 pmDiogo

    Olha, quem tá certo, não sei.
    Mas a troca de idéias nesse Post está bem legal. Li todos os comentários, gostei das argumentações do roberto verdão, assim como entendi também o ponto de vista do Juliano Costa. Juntando as duas “desculpas” (21), é até desculpável.

    Ok, posso estar sendo inocente, mas tem coisa BEM PIOR acontecendo por aí do que uma laranja mais ácida…
    É só ligar na Decadente que aí sim é Laranjada com casca e tudo, daquelas laranjona toda embolorada e já fedendo.

    O termo laranja até que pega mal, mas cá pra nós: não é uma negociação dos sonhos esse bando de intermediários… não gosto do termo “mal necessário”, mas acho que faz sentido no contexto.

    Acredito nas palavras do Juliano, dizendo que até o Toninho Cecílio, quando perguntado sobre se haveria um termo melhor, o próprio, meio a contragosto, deu a entender que não havia, sem dar tanta importância.
    Quem não deve, não teme…

    Mas é sempre bom constatar que há jornalistas dispostos ao diálogo. Evasivo ou não, o nível da conversa tá elevado, sem aquela Ofensaiada pra lá e pra cá que aí sim desanima.

    Abs

  40. on 11 fev 2008 at 5:18 pmraul bianchi

    Acho que vcs estao pegando muito no pé desse rapaz! Ele é boa gente, nao tem interesses escusos por tras de suas materias. Sinceramente, ele nao é o problema da imprenssinha…o problema sao outros caras por ai…abs

  41. on 11 fev 2008 at 5:19 pmRégis

    Thiago,

    Pelo que entendi o ponto era rediscutir o melhor termo a ser usado para o clube em questão.

    Vc escreveu… “utilizaria “clube fantasma” para designar a bizarra inciativa. O que vocês acham?”

    Eu apenas respondi a pergunta final, e acho que o termo fantasma não se aplica.

    Agora, se o ponto era discutir a atual conjuntura do futebol, que permite esta “bizarrra iniciativa” que suponho vc se refere aos os clubes “PONTES”, da qual se utiliza a Traffic, eu vou me excluir da discussão, pois tenho certeza serão infinitas linhas para esse assunto.

    Não por falta de interesse. É disponibilidade mesmo.

    Sds palestrinas!

  42. on 11 fev 2008 at 5:19 pmMarcelo L

    Após todos os debates, era para ter ficado claro que o termo “laranja” estava errado.
    Usá-lo novamente foi um erro técnico e não uma questão de opinião.

    Conheço diversas cidades do interior de São Paulo, inclusive Rio Preto. Pelo que sei, os jornalistas não ficam em “hotelzinho”.
    A forma como O Juliano se refere ao local indica menosprezo. Talvez isso exemplifique sua característica de escrever.

  43. on 11 fev 2008 at 5:21 pmDiogo

    Posso ter usado mal o termo “bando de intermediários” no comentário acima.
    Não me xinguem!! hehe
    Torço para que, daqui uns anos, não precisemos mais desse tipo de situação.

    Aliás, todos os times brasileiros hoje precisam, em maior ou menor grau.

    Abs

  44. on 11 fev 2008 at 5:26 pmDavid - Carcamanos

    Declaração infeliz do Marco Aurelio Dunha!!!!!

    No jogo aberto da Band hoje, o bobo da corte do Marco Aurelio Dunha entrou pelo telefone. Olha o que ele falou:
    - O que o aconteceu no lance do Adriano foi um deslocamento de corpo. Isso não foi uma cabeçada. O Adriano quiz afastar o jogador do Santos.

    Putz, isso foi rídiculo!!!!!!! O Neto só faltou mandar ele tomá no rabo. O Neto caiu na gargalhada. O Doutor Osmar ficou puto com o marco Aurelio.

    Se fosse o Edmundo, no minimo vcs já teriam ido na federação! Disse o Doutor Osmar e tambem a Renata Fan.

  45. on 11 fev 2008 at 5:38 pmNúbia

    Prezados,

    Gosto muito dos posts desse blog. E como jornalista, acho que os nobres comentaristas estão pegando pesado com o Juliano. Do meu ponto alvi-verde de vista, não vi nada que prejudicasse nosso amado time.

    Uma coisa é criticar o que é errado. Outra coisa é mania de perseguição.

    Menos pessoal, menos…

    O Juliano mostrou ter caráter e ser boa praça. Jornalistas de uma maneira geral (e eu me incluo nisso) são bem marrentos.

    Muito bacana a atitude do sr. JT. To vendo que é mal do jornal, já que o Gabriel Navajas, pauteiro de esportes também é suuuper gente boa.

    Abraços a todos.

  46. on 11 fev 2008 at 5:46 pmRodrigo Barneschi (Forza Palestra)

    Rafael, Juliano e demais,

    Já trabalhei com o Juliano. Não na mesma redação, mas chegamos a cobrir os mesmos clubes (o Palmeiras inclusive). Lá se vão alguns bons anos.

    Posso garantir que ele passa bem longe deste perfil de jornalista que o OV combate sempre com competência.

    Os comentários que ele deixa por aqui são bem significativos.

    Acreditem, amigos palestrinos: há jornalistas do bem na nossa mídia esportiva. Nem todos são mal intencionados, e é preciso saber separar as coisas.

    O que eu entendo, meus caros, é que precisamos ter um pouco mais de discernimento. Na ânsia de defender o Palmeiras, há quem não enxergue o fato de que críticas são válidas e necessárias em muitos momentos.

    Haverá reportagens não tão positivas e a função da imprensa é também essa: investigar.

    Portanto, não adianta xingar todo e qualquer jornalista só porque ele escreve algo que não seja do nosso agrado em determinado momento. Apuração não é sinônimo de má intenção.

    Saber avaliar cada caso é essencial também para garantir a credibilidade deste espaço e das nossas indignações.

    Deixo um abraço ao Juliano, em especial pela boa vontade de entrar no debate e esclarecer as coisas.

    Rodrigo Barneschi
    http://www.forzapalestra.blogspot.com

  47. on 11 fev 2008 at 5:47 pmNúbia

    À propósito, ótimo o comentário sobre as ferramentas jornalísticas. Lembro de um arranca-rabo que tive com um cliente, que queria pedir uma errata num jornal porque utilizaram a palavra “teto” no lugar de “cobertura” para um produto da empresa. Argumentei com ela que “teto” e “telhado” eram termos mais acessíveis e fáceis de o leitor entender e embora para ela fizesse diferença, para o leitor médio, daria na mesma.

    Penso, é o mesmo caso do termo “laranja”. Embora “escada” seja menos pejorativo, se eu tivesse que escrever a nota, usaria laranja, por ser mais simples e acessível.

    Jornalismo não é fácil, turma. Principalmente quando se está escrevendo às 3h da madrugada! rs.

    Abraços,

  48. on 11 fev 2008 at 5:55 pmMacedo

    O quê, o jornalista citado entrou aqui sei lá quantas vezes e está debatendo com o pessoal??? Alguém já viu isso antes???
    Ponto(s) para ele, atitude digna.
    Muito menos importante o uso desta ou daquela palavra (neste caso específico, até porque a situação jurídica atual merece mesmo uma reflexão), e muito mais o reconhecimento deste site como referência aos palmeirenses.
    E quem seria o “jogador novo”? É o Denilson, que será apresentado amanhã?

  49. on 11 fev 2008 at 5:57 pmMICHELETTI

    muito boa a participação do juliano costa (parabens),não esta fazendo como alguns jornalistas que entram nos blogs e depois ficam dizendo que qualquer um pode ter um blog….turma da jovem pan, discutindo os e-mails que receberam em repudio pela narração de sabado (caso valdivia).

    abs,
    marcos.

  50. on 11 fev 2008 at 5:59 pmMarcelo L

    O futebol virou futebol americano?
    O que o jogador do São Paulo fez com a barreira do Santos, vale? A imprensa não percebeu?
    O que estariam falando o MAC, Muricy e RC e a imprensa, para a situação inversa?

  51. on 11 fev 2008 at 6:20 pmThiago

    É isso aí, Régis. Eu até disse que essa era uma outra discussão no outro comentário. É que eu entendo que o Desportivo Brasil seja fantasma (até num sentido figurado) quando o assunto são atividades desportivas, o que eu não acho legal. Porém, acho que o Palmeiras acaba não tendo nada a ver com isso, pois a parceira acaba sendo virtual — não está consagrada em contrato, pelo que sei — e dentro da lei.

    De qualquer maneira, pindei do houaiss essa definição de laranja, que pode ajudar o Juliano a decidir se utiliza o termo novamente ou não. Eu não utilizaria, principalmente após ler tal verbete.

    Laranja:

    5 Derivação: sentido figurado. Uso: informal.
    indivíduo, nem sempre ingênuo, cujo nome é utilizado por outro na prática de diversas formas de fraudes financeiras e comerciais, com a finalidade de escapar do fisco ou aplicar dinheiro de origem ilícita; testa-de-ferro

    6 Derivação: por extensão de sentido. Regionalismo: Brasil. Uso: linguagem de delinqüentes.
    homem tolo, ingênuo

  52. on 11 fev 2008 at 6:28 pmJuliano Costa

    Thiago (46), não se esqueça que estamos nos referindo ao Desportivo Brasil como “laranja” da Traffic. Nada a ver com o Palmeiras.
    Então, se tiver um “tolo, ingênuo”, é o DB, não a SEP.

    Abs

  53. on 11 fev 2008 at 6:33 pmroberto verdão

    Excelente Juliano,

    Seu comentário de número 21 foi incisivo. Nele vc explica as razões para o uso do termo objeto deste post. É isso que eu pedi em todos os meus comentários. Só isso. Respostas incisivas, sem serem fujonas. Posso concordar ou não com elas, o fato é que vc respondeu!!

    Pessoal, vamos com calma, não se trata de pegação no pé como muitos aqui defendem. Propôs-se um post e quem comenta pediu explicações. Coloquei sim meu comentário trazendo algumas dúvidas que ficaram de uma discussão anterior. Ainda que não tenha sido respondido até agora, reconheço que não cabem nessa discussão aqui.

    Juliano… Se o termo que achou ofensivo foi “mal intencionado”, certo, sua opinião e a respeito. Foi a impressão que deixou ao não responder quando foi questionado e só responder quando e o que lhe convinha (falo sobre o post anterior e neste, até o advento do comentário 21). Agradeço e admiro o fato de ter dado a cara pra bater aqui como poucos e, o parabenizo por, finalmente, responder o que foi perguntado, sem rodeios. Acredito que, até por isso, vc ganhou o respeito de muitos palmeirenses. Certíssimo. Parabéns!!

    Apenas uma dica. Não se defenda fugindo da resposta. O fato de vc justificar uma coisa ruim com uma boa não é legal (caso citado nos comentários de ns. 7 e 10). Dizer que o palmeirense generaliza com a “pegação no pé” com a imprensa é generalizar!! Note que esse post foi incisivo e em cima de um ato seu, de uma matéria sua, e pedindo explicações sobre um termo que vc (re)utilizou. Não se trata de generalização. É exatamente por isso que vc veio aqui demonstrar que vc não faz parte da maioria (veja bem, não da totalidade).

    Continuo mantendo minha posição do comentário n. 06 e, quando vc puder e quiser (se quiser) pode me responder via e-mail que terei o maior prazer em discutir aqueles assuntos com você. Fique a vontade. rfzillo@terra.com.br.

    Valeu.. Abraço.

  54. on 11 fev 2008 at 6:41 pmcarlos

    laranja remete a crime, mas nao sejamos injustos.

    Assino o JT justamente pq tem uma das melhores coberturas sobre o Verdão na imprensa paulista. É furo atrás de furo. É uma injustiça do tamanho de um bonde…

    No mínimo, certamente, entre os grandes jornais impressos é o que lhe dedica mais espaço.

    E nao esqueçamos que foi a traffic foi quem organizou a “copa traffic”, o suposto primeiro campeonato mundial de clubes, em que escolheu os participantes (deixando-nos de fora), estadios, juizes e, arrisco dizer, o falso campeao.

    Só pq ela está de nosso lado agora não quer dizer que sejam santos. Se não é laranja, já foi muito goiaba!

    abs e parabens pelo OV

  55. on 11 fev 2008 at 7:11 pmRafael Evangelista

    Gente, pera lá, claro que tem um ou outro exagero, mas ninguém tá pegando no pé do Juliano.

    A função do post era discutir o termo, discussão que aparecia, antes, dentro de um outro post que não tinha nada a ver. O Juliano deu brecha e abrimos outra discussão.

    Este OV não acha que toda a imprensa é imprensinha. Vira e mexe destacamos textos que achamos legais, até para dar um norte à análise. O texto do Rizek, por exemplo, que o tiago destacou outro dia, era crítico à Traffic, mas de uma maneira sensata. A nota sobre a ata que o Juliano postou aqui, por exemplo, mereceria um jóinha se a tivéssemos lido na data. (Sobre a parte imprensinha da imprensa: essa tá cada vez mais clara e saliente)

    Juliano, não é o caso de DataOV, porque acho que isso não é quantificável. O que fazemos é, de vez em quando, destacar o que é bem feito. Mas é claro, este é um site de crítica da mídia, então o conjunto da coisa dá essa visão mais negativa mesmo.

    Mas vamos às laranjas. Continuo achando o termo ruim, não só pela conotação negativa, de ilegalidade, também porque o acho impreciso. Foi usado escada outras vezes? Bacana. Fico muito feliz da sugestão ter saído daqui. Mas não acho que a economia de palavras ou a pressa justifiquem usar laranja de novo.

    Bacana os depoimentos positivos, sinal de que muita gente respeita seu trabalho. E o fato de se dispor a debater merece nosso respeito também.

  56. on 11 fev 2008 at 7:48 pmJuliano Costa

    Sobre o reforço de amanhã, só posso dizer que ele está vindo do frio, muito frio da Europa. Depois da meia-noite a notícia já estará disponível no portal do Estadão.

    Um grande abraço ao Barneschi, o bom e velho Barna, e todos os que entenderam que minha intenção não é, nunca foi e nem nunca será denegrir o Palmeiras ou qualquer outro clube.

  57. on 11 fev 2008 at 7:53 pmPalestrino.sempre

    Leio o JT diariamente

    Acompanho o trabalho do Juliano Costa ha um bom tempo

    Dizer que ele tem má vontade com o Palmeiras é ridiculo

    Comparar ele com outros jornalistas(sabemos quais) que tem má vontade com o Palmeiras é mais ridiculo ainda

    Se ele tivesse má vontade com o Palmeiras, ele nem teria entrado aqui para falar com nós torcedores

    E colocou muito bem seus argumentos

  58. on 11 fev 2008 at 8:07 pmFelipe Giocondo

    Parabenizo o Juliano pela sensatez e educação ao debater com todos aqui.

    Acho que esse é o mote do OV e não podemos deixar essa identidade morrer. Não é um espaço para atirar nos inimigos ao léo e sim debater em alto nível.

    Temos que nos conscientizar que não é porque existe uma crítica ao nosso clube que fulano ou ciclano joga contra. No Palmeiras também tem muita gente incompetente e do lado do mal.

    O Juliano, pelo simples fato de perder alguns minutos da sua vida pessoal defendendo seu trabalho profissional já merece nosso respeito.

    A vigília deve ocorrer com pessoas ordinárias, que fingem ser imparciais e detonam o Palmeiras linha após linha.

    Eu particularmente nem acho grande coisa o termo “laranja”. Entendo também sua conotação criminal, mas nada que justifique tamanha repercussão.

    Obrigado Juliano pela disposição e cobre dos seus colegas o mesmo respeito que tem conosco.

    Forte abraço,

    Felipe Giocondo

  59. on 11 fev 2008 at 8:56 pmFabio bsb

    Uma das coisas muito legais do OV é que, aqui, pessoas de formações diversas - que se uniram em torno do Palmeiras - podem também aprender algo sobre jornalismo.
    Além dos comentários do próprio Juliano, para mim foi muito bacana o comentário da Núbia (47).
    Na qualidade de típico ‘leitor médio’ a que a Núbia fez referência, continua me parecendo impróprio que ‘escada’ seja cambiável por ‘laranja’ no contexto aqui versado. Mas, levando-se em conta as exigências específicas que pressionam o jornalista - questão a respeito da qual aprendi um pouco mais hoje - e também os elogios rasgados ao Juliano, o quanto vale a pena espernear por isso são outros quinhentos. Talvez seja um pouco de idealismo mesmo pretender que cada palavra seja aplicada sempre no sentido mais perfeito.
    abraços

  60. on 11 fev 2008 at 9:05 pmMarcelo GJ

    Juliano,

    acho que a definição de “laranja” tirada do houaiss pelo Thiago [51] mostra o motivo de tamanha discordância.

    Vou repetir aqui. Laranja:

    5 Derivação: sentido figurado. Uso: informal.
    indivíduo, nem sempre ingênuo, cujo nome é utilizado por outro na prática de diversas formas de fraudes financeiras e comerciais, com a finalidade de escapar do fisco ou aplicar dinheiro de origem ilícita; testa-de-ferro

    Não tenho acesso ao JT, mas sim ao Estadão. Pois bem, não sei se saiu no JT, mas desde que li no Estadão aquela matéria infeliz que dizia que o Palmeiras era um time decadente, eu passei a ler tudo que vem do grupo Estado a repeito do Palmeiras com um olhar muito, mas muito mais crítico.

    De fato, levará muito tempo para que vocês reconstruam uma imagem de “Palmeiras-friendly”, ou pelo menos de neutralidade. Qualquer mancada será motivo de imediata bronca nossa. E é inevitável que sobre pra você também.

    abs.

    PS: moderadores, mudei meu email mas sou eu mesmo :)

  61. on 11 fev 2008 at 9:08 pmNivaldo

    Só posso dizer ao Juliano que ele deixou uma impressão muito positiva, pois soube esgrimir com a sinceridade, foi isso que transpareceu.
    Muito interessante também porque serviu para revelar o quanto é difícil a atividade do jornalismo.
    Como jornalista, adorei ler o debate.
    Parabéns ao OV que, de quebra, adiantou que vamos ter uma nova contratação!

  62. on 11 fev 2008 at 9:34 pmalexandre damiano

    Faço minhas, as palavras de Felipe Giocondo. A respeito do Palmeiras e do o cerca, já foi dito coisa muito pior do que Laranja.
    Parabéns Juliano pelos esclarecimentos e pelo debate.
    abs
    Alexandre Damiano

  63. on 11 fev 2008 at 9:51 pmvinicius baratta

    Caros,

    a Nubia conseguiu explicar muito bem o porquê do uso de um termo tão “popular”. O próprio Juliano tb o faz, ao explicar o porquê (tentem escrever qualquer coisa que faça sentido às 03:00 da manhã. É impossível minha gente!).

    O problema do palmeirense é a síndrome do patinho feio. Tem gente mal intencionada? Opa! Tem gente boa também? Opa se tem! Mas mais que isso, tem profissional PREGUIÇOSO. E daí a dizer que o cara tem más intenções vai uma boa distância.

    O combate à mídia ordinária e ofensiva deve continuar. Mas consciente.

    Abs

    Baratta

  64. on 11 fev 2008 at 10:04 pmBruno Pagotto Piovesani - PALOCCI

    Juliano,
    Parabéns por ter coragem de debater abertamente.

  65. on 11 fev 2008 at 10:11 pmOpa

    Boa juliano Deus lhe ouça

    Quem vira?

  66. on 11 fev 2008 at 10:19 pmEmerson Neri

    Pessoal, sou novo no blog e gostei muito da postura anti imprensa tendenciosa, entretanto acredi o que o nosso amigo Juliano Costa não pertença a esta parte desprezivel da imprensa que é anti Palmeiras….by the way valeu pelas informações Juliano….amanhã estarei verificando no jornal….um abraço.

  67. on 11 fev 2008 at 11:32 pmmuRiLoBento

    Como previa Juliano Costa, acaba de sair a noticia na Midia, e o jogador é o Kleber, atacante, ex-São Paulo.

    Mais informações em: http://www.sopalmeiras.com/content/view/8303/5/

  68. on 11 fev 2008 at 11:40 pmFelipe Giocondo

    Fiquei acordado até agora por essa do Kléber..

    sei lá, dizem que no Dinamo é rei, mas vai saber

    boa noite a todos.

    P.S. por mais que o ache um traidor, esperava o Love de volta

  69. on 11 fev 2008 at 11:54 pmNey Souza

    Independente de ser “PONTE” para as negociações da Traffic, o Deportivo Brasil é uma entidade formal, recolhe seus impostos e paga os salários de seus funcionários em dia. Então porquê tratá-la como “laranja”? Poderia ser qualquer instituição, qualquer pessoa física, todas deveriam ser tratadas com respeito. Alguém, mesmo que em caso ilícito, gostaria que seu nome ou o nome de sua empresa fosse tratada de forma pejorativa? Esse foi o segundo escorregão do jornalista. Temos uma gama infinita de palavras em nosso vocabulário, basta pesquisar um pouco para encontrar a ideal, sem ser pejorativa. Escrever para que duas ou três pessoas leiam não causa muito alarde, agora, escrever em um jornal de grande circulação é totalmente diferente. Já presenciei crime ocasionado por uma matéria de uma revista. O eufimismo ao pejorativo!

    é isso aí!

  70. on 12 fev 2008 at 12:14 amJuliano Costa

    É isso aí, gente, agora não é mais segredo: o atacante é o Kléber, ídolo na Ucrânia, mas louco pra voltar ao Brasil. No post acima postado pelo MuriloBento (62), tem o link do SOP pra minha matéria.

    Fico feliz por entenderem meus argumentos e pelos elogios.

    No mais, estaremos sempre abertos ao diálogo
    Abs a todos

  71. on 12 fev 2008 at 12:47 amgilberto

    Juliano, a esta hora você não deve estas mais ligado nos comentários deste OV. Mas gostaria de externar sincero agradecimento pela sua disposição, pela sua Paciência de Jó e pela humildade Franciscana demonstrada no reconhecimento das queixas da torcida Palmeirense. De tudo concluí que:1) de fato existe má-vontade de boa parte da imprensa esportiva para com o Palmeiras; 2) ficou claro para mim que você não faz parte dela, embora, como leitor do Estado identifico que por vezes você não resiste em tirar uma casquinha só pra motivar a torcida adversária. Doravante vou encarar estes xistes com mais benevolência, você nos cativou (no bom sentido, sem viadagem). Mas não resisto ao seguinte comentário:
    “Receptador” é o agente do crime de receptação. Acusar alguém de receptador, sem provas pode configurar crime de Calúnia.
    “Laranja” no jargão negocial é uma denominação depreciativa para identificar aquele que atua de modo temerário em relação de negócios, principalmente, em nome de terceiros ocultos, com finalidades escusas. Apontar alguém como “laranja”, públicamente, caracteriza crime de Difamação, seja ou não laranja de fato.
    Em qualquer das hipóteses, além do crime, cabe danos morais e eventualmente materiais. Em anos de imprensa você deve saber disso melhor do que eu. Tenho certeza que não era essa a sua intenção, mas correu o risco.
    Aguardei até esta hora pra saber quem era o “gelado”. Apostei que poderia ser o Sóbis, nem cogitei o Kleber, mas gostei. Lembro que a grana da venda dele, na época, deu pra montar o centro de Barueri dos caras. Boa Noite a todos.

  72. on 12 fev 2008 at 12:54 amgilberto

    PS.: Pode-se dizer que o Juventude foi laranja da Parmalat quando da compra do Cafú para o Palmeiras? Penso que não. O Desportivo Brasil funciona como segurança para o Parceiro quanto ao vínculo. Lição aprendida (e bem) na observação dos casos Tevez, Mascherano, Carlos Alberto, Roger etc… Agora sim, FUI!!!!

  73. on 12 fev 2008 at 12:58 amSignorini

    a hora que o VERDÂO engrenar de vez (o que deve acontecer já no prox jogo) será que este fdp vai chamar o CAMPEÃO DO SÉCULO de LARANJA MECÂNICA ?!?!!? rs…êta imprensinha de M. …!!!! ….abrax !!!!!!!

  74. on 12 fev 2008 at 6:52 amNey Souza

    É xicão, quer queira quer não, você aumenta o acesso ao sensacional OV, mesmo que ele não precise da sua presença. Como esse são 75 comentários, somados aos que somente lêem o blog, temos mais ou menos de 2000 a 4000 internautas acessando. Gostaria de saber o número exato, mas aí e coisa com o Rafael e o Tiago. Portanto, nós palmeirenses agradecemos a sua “peste” presença.

    é isso aí!!

  75. on 12 fev 2008 at 7:28 amBruno Pagotto Piovesani - PALOCCI

    Tive a oportunidade de conversar poucas vezes com o Juliano. Nessas poucas conversas risquei ele da minha lista dos “profissinais” da imprenssinha que apenas objetivam denegrir a imagem do Palmeiras.

  76. on 12 fev 2008 at 7:29 amBruno Pagotto Piovesani - PALOCCI

    ops, “profissionais”

  77. on 12 fev 2008 at 9:43 amSérgio de Mauro

    Acho que a polêmica aqui foi um pouco além do necessário. Mais importante é notar a operação “salva-imperatriz” a pleno vapor, em todos os canais de imprensa e blogs esportivos. A começar pelo Alberto Helena, tido como mais imparcial por muitos frequentadores.

  78. on 12 fev 2008 at 9:47 amNúbia

    Fábio, já que você me citou, vou explicar melhor meu arraca rabo com a minha cliente.

    Ela argumentava comigo que o produto dela não poderia ser chamado de “teto” porque teto se refere apenas à parte interna da cobertura.

    Por outro lado, também não poderia ser chamado de “telhado”, pois se refere apenas ao lado externo.

    Cobertura é o teto + telhado e por isso, ela queria que eu pedisse uma errata. Não o fiz porque sei que na hora do fechamento, na correria, é impossível você ficar esmiuçando o significado de cada palavra. Você utiliza a que melhor se adapata ao texto e pronto.

    Não vamos nos esquecer que jornalistas nuncam trabalham menos do 9h por dia, normalmente sai tarde para caramba da redação, tem que fechar 4, 5 pautas por dia. Nesse ritmo, é preciso ser prático e muitas vezes a praticidade não combina com aquilo que seria mais adequado ao pé da letra.

    Abs,

  79. on 12 fev 2008 at 10:17 amRafael Evangelista

    Ney Souza, nosso acesso aqui é de 2000 visitas/dia, com flutuações naturais pelo número de posts e queda no fim de semana. Esse xicao já virou piada, se entrega que é uma coisa…

    Núbia, deixa eu botar minha colher aí porque, para além de qualquer pegação no pé do Juliano, a questão é discutir essas práticas aqui, esse é um dos propósitos do blog.

    Minha experiência é com jornalismo científico, campo onde essa briga por termos é bem acentuada. Temos muita briga entre repórter e fonte sobre termos técnicos. No seu exemplo, o repórter não sabia da diferença entre teto, telhado e cobertura, escreveu por inocência. E, de fato, para o leitor essa diferença era irrelevante.

    No exemplo que discutimos aqui o repórter sabe do conteúdo polêmico da palavra. Na primeira vez a opção até podia ser inocente, na segunda não. Por isso o post. O Juliano diz não ter achado palavra melhor no momento, pois escada ia requerer mais explicações. Beleza. Mas poderia ter sido outra coisa, poderia ter sido opção de um editor, por exemplo.

    Acho que tem várias nuances do jornalismo que debatemos aqui, e têm razão os que pedem uma diferenciação de nossa parte. Há a distorção proposital, o assassinato de reputações, os colunistas sela, o falso moralismo, a marketagem. Há a tosqueira, os mal preparados. Há a preguiça, o comodismo. E há os equívocos naturais, as falhas que todo mundo comete. Nem sempre dá para distinguir claramente cada uma e o debate serve pra isso.

  80. on 12 fev 2008 at 10:20 amClaudio Baptista Jr.

    Nubia, me desculpe, mas não posso concordar com o argumento de falta de tempo para justificar falta de revisões ou cuidados gerando queda na qualidade do serviço.

    Na minha profissão, engenharia, eu perderia todos meus clientes com essa justificativa. Imagine se eu falar para meu cliente: “Olha, não entreguei no prazo porque não tive tempo” ou então “Olha, entreguei fora das especificações (errado) porque não tive tempo”.

    Imagine também um advogado que perde prazos ou faz recursos sem qualidade por falta de tempo.

    E não estou criticando você, pessoa, ou qualquer outro jornalista que em função desse ritmo acaba cometendo equívocos ou tendo que ser prático. Vocês acabam sendo vítimas das redações que priorizam o custo à qualidade e em função disto, mesmo não tendo a intenção, acabam sendo alvo de críticas que poderiam ser evitadas.

  81. on 12 fev 2008 at 10:55 amLuiz

    Pessoal,

    Acho que vale a pena todo mundo ler o último post do blog do Barneschi - http://www.forzapalestra.blogspot.com/ .

    Esse assunto é da maior relevância para toda coletividade Palestrina!

    Regulamentos foram feitos para serem cumpridos!!!

    Abraço!!

  82. on 12 fev 2008 at 11:00 amNúbia

    Cláudio, não quis dizer que a falta de tempo deve justifica o erro grosso, a má fé e a preguiça. Até porque, nós, jornalistas, somos treinados para lidar com tudo isso e ainda assim, entregar o melhor possível para o leitor.

    O que quis explicar - e talvez não tenha sido clara para todos possam ter compreendido - é que nesse caso específico do problema que enfrentei com o meu cliente, não faria sentido algum pedir uma errata. A questão foi estilística e, embora o termo teto não completasse o sentido completo, não faria o menor sentido pedir uma errata, já que não houve prejuízo à imagem do produto.

    Entendam que estou aqui, defendendo a posição do Juliano, que foi coerente em seus argumentos. Gente, é uma nota, se ele fosse usar o termo escada, teria que explicar, pois só o escada por si só, não seria suficientemente claro.

    Não vamos nos esquecer que a média de público do Jt não têm o mesmo nível cultural da audiência desse blog.

    Por exemplo, hoje, eu trabalho com economia e negócios. Existem termos que utilizo nos meus textos que jamais seriam utilizados em um jornal como o JT, Diário, Agora, etc.

    Rafael, eu concordo contigo. E acho que no caso específico do Juliano, não foi má fé ou qualquer coisa do tipo. Foi praticidade, pura e simples. E, por isso, não acho que já motivos para enquadrá-lo como parte da tão famigerada “imprensinha”.

    Abraços,

  83. on 12 fev 2008 at 12:53 pmRobson Belmonte

    Amigos,

    o que aconteceu?
    Todos nós sabemos, o mesmo de sempre.

    Abraços!

  84. on 12 fev 2008 at 1:14 pmClaudio Baptista Jr.

    Nubia, compreendi sua argumentação. Porém a impressão que se passa é que a cobertura esportiva acha que só fala com o povão, que não vai entender mensagens subliminares e que será manipulada com movimentos orquestrados. Essa visão faz patinar a evolução da cobertura esportiva. E neste caminho até mesmo aqueles que não têm a mínima intenção de prejudicar ou manipular como aparentemente é o caso do Juliano, acabam caindo nas redes do OV e de outros Palmeirenses fartos de se depararem dia a dia com aqueles que posam de imparciais, formam opinião pública e que são verdadeiros ratos manipulando e orquestrando.
    E essa gente séria que quer fazer evoluir a cobertura e o tratamento do futebol no Brasil tem que tomar a frente. A irresponsabilidade, o folclore e a manipulação ganham cada dia mais espaço dentro do futebol quando deveria ser o contrário. Não enxergo nenhum setor de atividade, seja lá qual for, que pretenda se manter ativo e respeitado tomando caminho similar a esse da imprensa do futebol.

  85. on 12 fev 2008 at 1:53 pmJuliano Costa

    Claudio Baptista Jr.,

    Como a Núbia bem explicou, a falta de tempo não é desculpa. Assim como em todas as profissões, estamos acostumados a lidar com alta carga de estresse (há a cobrança eterna pelo furo e todos os textos têm de estar fechados até às 20h30, sob risco de atrasar todo o processo de produção e distribuição dos jornais, e cada minuto de atraso representa muita grana) e não foi isso que me fez usar a palavra laranja em vez de escada. Foi mesmo uma opção para manter o foco do texto centrado na informação sobre o Fred. Quando escrevi laranja pela primeira vez, o foco era o Desportivo Brasil e eu tinha 160 linhas para explicar o que é esse clube. Ali sim, como sugere o título deste Post, admito que escada era melhor, mas, continuo achando, laranja não seria errado.

    Sobre o Kléber, está tudo apalavrado, mas enquanto não for assinado, a diretoria não vai anunciar oficialmente — o que faz muito bem.
    Do Dínamo, está voltando ao Brasil também o volante/meia/atacante Diogo Rincón, ex-Inter. O destino provável é o Corinthians.

    Abs

  86. on 12 fev 2008 at 2:17 pmVagner Fioratti

    Juliano,

    Que bom ver um jornalista que debate abertamente defendendo de forma inteligente o seu ponto de vista.

    Concordo que a cobrança de termos é exagerada e a crítica dirigida à Traffic é sim muito válida. Aliás, não é bom a forma que esses empresários vem tomando conta do futebol. Eu, pelo menos, não gosto.

    O Palmeiras, por sua vez, faz o que tem que fazer nessa situação. Aproveita-se e é aproveitado pela maneira que os negócios se dão.

    O Juliano foi simplesmente crítico, como a imprensa deve ser. Não atacou o lado que não pode fazer nada senão sobreviver como é o caso do Palmeiras.

    Kfouri foi desonesto ao colocar a diretoria do Palmeiras especificamente como desonesta que se envolve em negociatas com gente que não presta.

    Quanto a Traffic, fale o que quiser, não sei dela e o meu interesse aqui é o Palmeiras. O Hawilla quer ganhar dinheiro. O Palmeiras títulos. O Hawilla faz qualquer negócio por dinheiro, honesto ou desonesto, não sei, mas procura qualquer brecha pra isso. Problema dele, não do Palmeiras.

    E eu, pessoalmente, acho sim que pode ser utilizado como figura de linguagem um clube “laranja” para fazer empréstimos para grandes clubes do Brasil.

    Vagner Fioratti

  87. on 12 fev 2008 at 2:26 pmRonaldo Cuba

    VAGNER

    “Quanto a Traffic, fale o que quiser, não sei dela e o meu interesse aqui é o Palmeiras. O Hawilla quer ganhar dinheiro. O Palmeiras títulos. O Hawilla faz qualquer negócio por dinheiro, honesto ou desonesto, não sei, mas procura qualquer brecha pra isso. Problema dele, não do Palmeiras.”

    Sabe qual torcida falava exatamente assim, não sabe?

    Gosto tanto do Palmeiras, que vê-lo com pessoas de bem, fazendo o bem, respeitando a torcida e os sócios, que prefiro alguns anos sem títulos do que um cameponato brasileiro nos moldes daquele famoso.
    Até porque, uma hora se é campeão.
    Se o JHawilla é do “mal”, quero ele longe do Palmeiras. Aqui não é lavanderia!

  88. on 12 fev 2008 at 2:29 pmFabio

    Eu já havia achado ótimo, da primeira vez, o exemplo da Núbia a respeito do ‘teto’ e da ‘cobertura’. Leio o OV todos os dias e, às vezes, dou meus ‘palpites’ de leigo (antes eu me identificava só por Fabio).
    Quando me encorajo a participar das discussões, é sempre na perspectiva limitada do cara que é alvo das notícias mas não sabe muito bem de onde elas vêm - ou melhor, como são produzidas. Alguém, portanto, que vê e analisa o resultado, mas não o processo.
    Será, então, que é injusto da minha parte procurar formular algum tipo de crítica ao trabalho jornalístico?
    Bom, vou utilizar esse mesmo post como material para uma resposta possível. Quando comentei da primeira vez (35), já o fiz levando em conta a resposta inicial do Juliano Costa (19), a respeito da qual não teci qualquer consideração justamente porque diz respeito à técnica da profissão de vocês. Ele e a Núbia falam do ‘processo’, e disso eu não entendo. Na verdade, agradeço aos dois por me ensinarem um pouco a respeito.
    Eu e o Claudio Baptista Jr., porém, falamos do resultado. Voltando à minha pergunta, talvez seja injusto pretender tecer uma crítica só com base nisso. Se essa for a opinião geral, desculpem-me.
    Alguns juízes, ao sentenciarem, anotam no processo coisas do tipo “sentenciado com dois meses de atraso em face do insuperável acúmulo de serviço e da designação conjunta para a 4ª Vara”. E aí, quem quiser dar um desconto a ele pelo atraso, que dê. As notícias de jornal, porém, não são publicadas em conjunto com avisos desse tipo. Como leitor, eu não tenho como adivinhar! Na nota está escrito ‘laranja’. Que juízo eu posso fazer a respeito? Não me parece muito razoável esperar que o leitor pressinta que a utilização do termo ‘a’ ou ‘b’ se deu por uma necessidade outra que não seu preciso conteúdo.
    P.S.: não sei se precisa dizer, mas não foi meu intuito equiparar o Juliano Costa a um ‘jornalista da imprensinha’. Ele merece o respeito que tem. Também não estou insistindo aqui com essa conversa com o intuito de pegar no pé dele. Acho que já deu pra descolar a atual discussão do caso concreto, certo?
    Abraços a todos

  89. on 12 fev 2008 at 2:48 pmJunior

    Juliano: “Essa matéria do Fred (furo exclusivo do JT) está na página 12. Ao lado…”

    Resp: Noooossa cara, você não sabe como você ajuda o Palmeiras nas negociações com esses furos! Foi assim que perdemos Kléber Pereira, por exemplo…

    E vai te catar. “Laranja”, era só o que me faltava… Qualquer pessoa que olhe esse termo usado para representar as relações do Palmeiras com a Traffic, logicamente vai pensar que tem algo errado no meio disso tudo. Palhaço.

  90. on 12 fev 2008 at 3:09 pmVagner Fioratti

    87 Ronaldo Cuba

    Você não me entendeu. Não sei se Traffic é do bem ou do mal. Sei que querem ganhar dinheiro e pronto ! Quis dizer que cada um tem seu interesse e não é tão fácil ficar dividindo as pessoas entre gente do bem e gente do mal, aliás como fazem maldosamente Juquinha e seus filhotinhos.
    Nada aponta para desonestidade nessa relação, por isso mesmo não creio que seja algo que o Palmeiras deva evitar.
    O Corinthians entregou a gestão do futebol. O Palmeiras não.
    Sobre a gestão da Traffic como empresa, problema deles. Isso que eu quis dizer. Nosso acordo com eles permite esse distanciamento. O do Corinthians não permitia.
    No entanto, não acho que essa forma de contrato com os jogadores seja o melhor para o futebol e para os clubes. Mas temos que dançar conforme a música. É o que o Palmeiras está fazendo e a Traffic também.

  91. on 12 fev 2008 at 3:22 pmTiago Soares

    Pessoal, rapidinho: pra além de nossas posições no debate, devemos tirar o chapéu pro Juliano. Pô, o cara veio aqui, deu a cara a bater, conversou, se esforçou pra defender suas posições com argumentos bacanas e tal. Merece crédito.

    Não queremos aqui patrulhar a conduta deste ou daquele pelas premissas do mundo ideal. A vida de verdade é cheia de nuances, e é complicado esse lance de ser absolutamente estrito nas coisas. Certo, existem normas que devem ser sim vistas como guias para a vida, que não admitem relativizações — tipo, não roube; ou não mate.

    Agora, se o Juliano teve um dia complicado, resolveu usar laranja mesmo, e o pessoal ficou chateado pelo fato dele ter se comprometido a não usar mais, acontece. Eu mesmo acho o lance todo meio chato, mas não considero algo tão grande para fazermos um cavalo de batalha. Senão vamos começar a nos ater a picuinhas, e mandar o debate às favas. A fazer mais ou menos o que criticamos no Kfouri, por exemplo.

    Não é nossa intenção tirar o chapéu apenas aos que rezem a nossa cartilha — até porque o fórum do OV mesmo tem gente de todo tipo, discordantes em muitos pontos.

    O que achamos bacana é o diálogo. Porque quando idéias são trocadas, todo mundo ganha.

    Grande abraço!

  92. on 12 fev 2008 at 3:23 pmVagner Fioratti