Isso devia dar processo II
jul 16th, 2008 by Tiago Soares
É bem possível que o amigo leitor, a dileta leitora estejam por dentro da história. Mas vou repassá-la mesmo assim.
Quarta-feira, 15/7, o GloboEsporte.com, numa tentativa marota de apimentar o jogo de logo mais entre Palmeiras e Flu, soltou a seguinte nota:
Flu garante estar pronto para as artimanhas extracampo do Palmeiras
Fabinho e Fernando Henrique dizem que jogo se ganha no campo
Os jogadores do Fluminense garantiram que o time está preparado para enfrentar não apenas os atletas do Palmeiras, mas as artimanhas extracampo que vêm fazendo parte da rotina quando se trata de jogo no Palestra Itália. Na semifinal do Paulistão, contra o São Paulo, os jogadores do Tricolor tiveram de voltar a campo no intervalo da partida, pois o vestiário estava impregnado de gás de pimenta. Outra estratégia do adversário é molhar o gramado pouco antes da partida, para prejudicar, especialmente, o goleiro visitante.
- A gente sabe que lá rolam essas coisas, mas estamos preparados. No último jogo, caiu um temporal e não tivemos problemas – lembra Fernando Henrique, que foi o melhor jogador em campo no último jogo entre os clubes, apesar de o Flu ter perdido por 1 a 0.
(…)
Não republicarei na íntegra, que não é o caso. A esta altura, já deu para sentir o drama.
Noves fora o fato do autor da matéria, Caio Barbosa, escorar sua tese no entortamento de dois fatos (gás e gramado) e na manipulação das falas de alguns atletas tricolores, o texto descamba para o irresponsável, quase criminoso.
Mas isso quem explica melhor é o Felipe Giocondo, que diz tudo o que deve ser dito.
O ponto, aqui, é outro.
Há pouco, o 3VV levantou a resposta da assessoria de imprensa do Palmeiras. O texto, de envio restrito a jornalistas e gente ligada à mídia, prefere se ater aos fatos “mal apurados” pelo moço do Globo Esporte.
Caros amigos do Globo Esporte,
É com espanto que nós, do Palmeiras, interpretamos a reportagem abaixo do repórter Caio Barbosa.
A matéria induz os entrevistados e os leitores e creditarem que o Palmeiras se utiliza de ‘artimanhas’, citando inclusive ser algo rotineiro, o que é mentira.
Apenas para esclarecer, e como é de conhecimento público, o episódio do gás não foi caracterizado culpa do Palmeiras, conforme resultado do laudo pericial que está em julgamento e análise até o momento.
Além disso, a prática de molhar o gramado é usual em diferentes clubes do Brasil, e vinha sendo adotado pelo Palmeiras antes da troca do gramado. Com a troca da grama por uma mais moderna, o gramado vem sendo molhado dependendo do clima do dia, e isso independe de ser prejudicial aos clubes visitantes, como diz o próprio atleta do Fluminense.
A forma como a reportagem foi conduzida é uma afronta com a grandeza do Palmeiras e ao respeito que é dado aos profissionais dos times que vem atuar no estádio Palestra Itália.
Sem mais,
Assessoria de Imprensa S.E.PALMEIRAS
Certo, os fatos estavam incorretos. Acontece que o que pega, no caso, é o arranhão à imagem da instituição.
E, convenhamos: na carta isso passa um tanto batido.
Sempre defendemos no OV a idéia da mídia, e da imprensa em particular, como um campo de disputas. Isso significa que, em nosso entendimento, o Palmeiras, assim como qualquer instituição atacada na mídia, deve responder com firmeza.
Para mostrar ao público seu lugar no mundo. Para passar confiança aos seus.
Pode ser que a postura do clube seja de não confrontamento, de desarmar espíritos, de contornar acontecimentos.
É uma estratégia de trabalho. Alguns gostam, outros não.
Acontece que, seja qual for o caminho escolhido, a pergunta que realmente importa é a seguinte: a matéria foi mudada? Existiu retratação?
Bom, agora são 15:00h do dia 16/7, passadas quase 24 horas da publicação do infame texto.
E continua tudo do mesmo jeito.
Parabéns, é esse o ponto.
O “jornalista” escreve e o link da matéria, se é que um lixo desses pode ser chamado de matéria, fica lá disponível para todo cidadão acessar e ler. Quanto ao repúdio, as redações e prossionais da área o recebem e só, os danos não são reparados.
Caramba, os caras avacalham a instituição e fica por isso mesmo?
Tem que exigir retratação, espaço para resposta. Vejam se isso cocorre com os Leonores. Sabem por que não ocorre? Por que os “profissionais” da área sabem perfeitamente que se escreverem uma merda dessas vão sofrer retaliações, seus chefes serão pressionados pelos diretores bambis e eles vão ser cobrados.
Pode ser, como o Tiago escreveu, uma linha de conduta paz e amor, só que acreditem, não surte efeito. O negócio tem que ser bateu levou.
Essa suavidade teria haver com o fato de a Globo.com hospedar o site oficial do clube?
Com a resposta a diretoria.
Essa materia foi muito mal feita e vejo duas questões nela:
1- A Copa do Mundo de 2014 está ai e a arena do Palmeiras é uma forte concorrente. Casos como o do gás, está historia de artimanhas desmoralizam o nosso Estadio e tem como resultado uma maior chance do Estadio do São Paulo ser escolhido.
2- A historia do “fantasma do Palestra Italia”. O Palmeiras está invicto este ano lá e, ao colocar que o Palmeiras faz “jogo sujo” em seu estadio, fica estabelecido que quando o Palmeiras faz “jogo sujo”, ele ganha, quando não faz, ele perde e mais uma vez voltamos ao “fantasma do Palestra Italia”, que continua a existir, só não está acontecendo por fatores extra campo e não pela qualidade do Palmeiras.
Tiago,
Matou a pau, como o Rafael já havia feito no post anterior. A imprensninha deve ser cobrada. A idéia do campo de disputa é 100% verdadeira. E hora da nossa diretoria se impor com maior rigidez e cobrar retratação e direito de resposta nos mesmos termos da ofensa.
Não devemos aceitar nada menos que isso. Ponto final.
Eu não serviria mesmo pra ser jornalista, uma “matéria” dessas simplesmente faria com que eu desse uma resposta pior ainda…
E claro que eles não vão se retratar pois já é “permitido” na imprensa esportiva sair batendo e depois se omitir, dizer que recebeu a informação de “fontes confiáveis”.
Curioso essa matéria sobre possiveis “artimanhas” sair justamente no GloboEsporte.com, essa palavra me remete a uma certa emissora de TV…
Ah, quase esqueço.
Encampando a idéia do Daniel no post anterior:
LIVRO JÁ!
E com o Tiago como co-autor!
A matéria é infamante e mal intencionada.
A postura da diretoria do Palmeiras, historicamente, é o não enfrentamento. Assim é, inclusive, com o povo do Jd. Leonor, a aristocrática e gananciosa caterva, diga-se de passagem.
Concordo com a conclusão: a diretoria - independentemente de sua postura contemporizadora - deve exigir a expressa retratação.
Tiago,
O assunto não poderia passar batido. Perdi alguns minutos de sono para escrever sobre isso de madrugada mesmo, quando vi a tal ‘notícia’. Ela continua do mesmo jeito, mas agora não tem mais link na home do Fluminense. Ou seja, só é possível acessar a página pelos nossos links, mas eles tiraram qualquer destaque na página principal.
Eu fiz a minha parte. Escrevi no blog e mandei um e-mail para o tal Caio Barbosa. Ele não respondeu até agora, mas eu não deixaria passar quieto algum tão escabroso.
O que incomoda mesmo é a passividade da diretoria e mesmo o tímido comunicado enviado pela assessoria a um mailing bem restrito. É pouco, muito pouco. Uma reação decente agora serviria de exemplo para os próximos canalhas que resolverem atacar o Palmeiras de maneira tão baixa.
Abraços
Absurdo!
Sugiro que cada palestrino envie sua reclamação formal ao site:
http://globoesporte.globo.com/FaleConosco/0,,FEF0-9791-3640156,00.html
Eu mesmo já enviei duas!
Que palhaçada!
Achei a resposta do Palmeiras estranhamente tímida. Concordo com o Sangue Verde, acho que podem existem outros interesses que impediram uma resposta mais firme.
Também achei estranho durante a semana antes do jogo contra os bambis, o Muricy ter tocado na questão do gás e não ter havido manifestação oficial alguma.
Baseando-se naquele velho ditado que diz que “pau que nasce torto nunca se endireita” me recuso a comentar sobre as atitudes da imprença. O Palmeiras devia ter uma pessoa, seja dirigente, assessor de marketing ou qualquer cargo que valha, que vá até a imprença e dê a cara pra bater e defenda o clube com unhas e dentes. Isso seria, se não benéfico, uma boa ajuda na imagem do alviverde imponente.
E Luxemburgo, se ainda tem vontade de ser tricampeão brasileiro no Palmeiras, bem que podia pendurar na parede do vestiário dos jogadores as matérias que saem nesses pasquins da vida. Há o lado ruim da coisa, isso daria ainda mais audiência pra esses bostas, mas creio que serviria de motivação para os jogadores…
Saudações alviverdes a todos!
alguem está vendo pelo pfc? meu deus, o muller tá de chico hj!
Tô vendo Rafael. Tá demais mesmo. Soltou um a regra é clara, deu a “dica” pro Fluminense chegar ao gol, falou um monte de besteira. Muller à parte, gostei muito da atuação do time no primeiro tempo. A zaga ainda é insegura, mas o time como um todo está bem. Estou gostando da atuação do Sandro Silva. Tomara que siga assim.
eu tb estou gostando do sandro silva. e do time em geral.
o muller falou umas meio inacreditáveis. “O Palmeiras sente a falta do Pierre”. Pára, isso foi no jogo passado, o SS tá fazendo a mesma função. E teve tb as dicas de como o Fluminense deve chegar, parecendo que a transmissão é só pro RJ.
Teve ainda o reporter tentando criar intriga Denilson x Kleber. “o kleber teve que ser puxado pra cumprimentar o denilson”. puta exagero! o DS é q teve a ideia de homenagear o denilson, e o kleber demorou a entender. nada demais.
Eu gostei muito do primeiro tempo do Palmeiras. Vontade e pressão nos caras.
Booooa Kléber!!
2 a 1!!
Muller: “O Palmeiras se animou com o gol e quase fez o terceiro.. O Fluminense agora tem que colocar a bola no chão e tocar a bola pro Conca e pro Thiago Neves”
Ele tá torcendo?
Será que esse jogo tá passando direto no Sportv pro Rio? Só pode ser.
meu deus, faz tempo q nao vejo transmissão tão parcial. o elder encostou a mao na cara do j cesar e o muller fala q foi um “tapa”!
o muller teve a coragem de dizer que o fluminense jogou melhor o 1o tempo!
é demais!
Vim aqui dizer essa que “o Fluminense jogou melhor o 1o tempo”
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Depois, analisando melhor, entendi que ele quis dizer que o Flu jogou melhor no 1o tempo do que no 2o… só que, como ele é um mestre da oratória, deu a entender que tinha dominado o jogo na primeira etapa.
Enfim, 3 a 1, grande jogo do Sandro Silva e, principalmente e mais uma vez do Leandro! Como jogou nosso lateral, impressionante! Nossos meias tb foram bem e o ataque tb. De resto, para mim, ninguém comprometeu. É bom! Dá moral uma vitória dessas. Vamo pra cima do Goiás lá no Serra Dourada…
Sds
Aqui na Globo pelo menos o Luis Roberto e o Noronha respeitaram o Palmeiras. Mas já o Marsiglia ficou quietinho quando a câmera mostrou com zoom de 1000% o J Cesar dando um bico proposital no Elder Granja, que estava no chão! Lance para vermelho. Ninguém falou nada.
Já que eu critiquei muito o time no jogo passado, faço agora um elogio explícito a um jogador: Sandro Silva. Na minha modesta opinião, é um craque. Juro, ele chegou a me lembrar o C. Sampaio em alguns lances: firme e limpo no desarme, calmo, sai jogando com e não toca a bola de lado, mas faz passes verticais em direção ao ataque.
Primeiro tempo bom, segundo show de bola.
Se jogassem sempre com essa vontade, seríamos líderes.
Com os laterais titulares é outro papo.
E com os meias aparecendo então, melhor ainda.
O Leandro foi muito bem.
Mas o Sandro Silva foi o nome do jogo. Partidaça.
“…Alívio no Palestra Itália. O Palmeiras encerrou com uma seqüência de três partidas sem vitória no Campeonato Brasileiro…”
“…Com o resultado, o Palmeiras evita igualar sua pior série negativa na temporada 2008. No Campeonato Paulista, o Verdão havia amargado quatro rodadas sem um resultado negativo: empate contra o Mirassol e derrotas diante de Noroeste, Ituano e Guaratinguetá…”
“…O fim do jejum leva o Palmeiras de volta ao G-4…”
O que é isso? Sequência de 3 partidas sem vitória? Pior série em 2008? Fim de jejum?
Não dá para acreditar!
fonte (advinha?): http://www.gazetaesportiva.net/ge_noticias/bin/noticia.php?chid=122&nwid=22546
Do site do Palmeiras. Achei mesmo que faltou uma despedida dele. Gostei!
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Diego Cavalieri:“Palmeiras representou um vida”
Por Fábio Finelli - Assessoria de Imprensa SEP
Fotos: site oficial do Liverpool
Diego Cavalieri chegou cedo ao Palmeiras. O ano era 1995, quando ele tinha apenas 13 anos. Tempos dourados, de uma época em que o clube ganhava tudo e transformava jogadores em ídolos.
A paixão pelo time em que começou a jogar desde criança não tardou a acontecer. “Eu sempre fui palmeirense e a oportunidade de atuar pelo clube veio quando eu vim fazer uma peneira. Foi a realização de um sonho jogar e ver meus ídolos de perto”, lembra, com alegria.
Carlos Pracidelli que, quis o destino, será ‘rival’ de Cavalieri em terras londrinas, se recorda que via em Cavalieri uma pessoa diferenciada.
“O Diego tinha uma instrução e um astral muito positivo. Era tímido como qualquer garoto, mas aos poucos foi se soltando e lembro que muito rapidamente ele se tornou titular de todas às categorias de base por qual passou.”
Cavalieri ingressou no time profissional do Verdão em 2003 e estava no elenco que subiu o Palmeiras para a elite do futebol nacional.
“Como torcedor, foi muito sofrido. Era uma sensação estranha, de que disputar a segunda divisão não nos pertencia. Não era uma coisa de Palmeiras (risos). A agonia foi grande, mesmo estando ali só acompanhando.”
À medida em que revelava excelentes goleiros, os titulares também se machucavam. Diego ganhou uma chance, jogou em 2004, fez inúmeras partidas em 2005, mas foi nos dois anos seguintes que provou quem realmente era, deixando de ser promessa para virar realidade: como prêmio por aquilo que fez dentro das quatro linhas, foi eleito um dos três melhores do país nos Campeonatos Brasileiros de 2006 e 2007.
“No Palmeiras, a responsabilidade de jogar no gol é muito grande. Passaram por aqui nomes sagrados e o peso da camisa de goleiro é enorme. O Diego, quando surgiu a chance, agarrou e provou desde o primeiro jogo que era um fora de série. Desde que vi ele jogando, ainda garoto, sabia o potencial e aonde ele poderia chegar. Tenho certeza que, num curto espaço de tempo, ele chegará à seleção brasileira”, aponta o ídolo Marcos.
Aos 25 anos, Cavalieri, o ex-número 1, bateu asas. Segundo jogador da história do clube que sai do Palmeiras diretamente para um clube da Inglaterra [o primeiro foi Miradinha, para o NewCastle], ele não esconde a paixão pelo alviverde. “O Palmeiras representou uma vida. Cheguei aqui criança. Foram 13 anos aprendendo, não apenas como jogador, mas como pessoa, como homem. Convivi a maior parte do meu tempo aqui. Sou eternamente grato.”
Nessa entrevista exclusiva concedida para o site oficial do clube, Cavalieri fala um pouco mais sobre o Palmeiras e dos desafios que encontrará no Liverpool, da Inglaterra.
Palmeiras - Preparado para assumir mais um desafio na sua carreira?
Cavalieri - Tudo aconteceu muito rápido. Sabia que, mais cedo ou mais tarde, alguma transferência poderia surgir, mas fui pego de surpresa pela rapidez com que a negociação andou. Mal consegui me despedir de todos os meus companheiros. [Diego fez sua estréia ao entrar no segundo tempo num amistoso disputado neste último sábado, na vitória de 1x0 sobre o Tranmere Rovers, fora de casa].
Palmeiras - Jogar na Inglaterra estava nos seus planos?
Cavalieri - Aqui está um dos principais centros quando se fala do futebol. Times maravilhosos, uma estrutura formidável e a organização, que é disparada umas melhores do mundo. Jogar num clube como o Liverpool é com certeza algo mágico e fantástico.
Palmeiras - Conseguiu realizar todos os seus desejos no Palmeiras?
Cavalieri - Creio que sim. Foi toda uma vida no clube, passando pelas categorias de base e assumindo a titularidade da equipe. Quando aconteceu pela primeira vez, não conseguia acreditar. Ainda mais para substituir o meu amigo Marcos.
Palmeiras - E a maior emoção vestindo a camisa do Palmeiras?
Cavalieri - Tive vontade de chorar quando substitui o Marcos na final do Paulistão [contra a Ponte Preta]. Foi uma homenagem que eu sinceramente não esperava. E meu maior desejo era conquistar um título como profissional no clube que eu estava defendendo por 13 anos.
Palmeiras - Um ídolo no Palmeiras…
Cavalieri - Claro, o Marcos. Nunca vi uma pessoa como ele. Mesmo nos momentos de maior dificuldade, se mostrava forte, com o astral lá em cima. É um exemplo de profissional e de pessoa, pelo caráter, pela honestidade e principalmente pela simplicidade. Ele é uma pessoa que jamais pode sair do meio do futebol por tudo o que representa.
Palmeiras - E a importância do Carlos Pracidelli na sua carreira?
Cavalieri - Sempre digo que o Carlão foi um pai dentro do Palmeiras. Mais do que excelente profissional, às instruções e a atenção que ele dá para todos os goleiros é algo especial. Tudo o que ele fez e falou ficou de lição.
Palmeiras - Como profissional, pode-se dizer que a próxima meta do Diego é a seleção brasileira?
Cavalieri - Não fico pensando nisso. Claro que qualquer jogador sonha em representar a seleção brasileira, seja a circunstância que for. Mas minha vida tem sido feita de etapas e, se tiver que acontecer, será fantástico. Mas não posso desesperar. Quero fazer meu trabalho, começar uma nova fase no Liverpool e seguir adiante.
Palmeiras - Um recado para a torcida do Palmeiras…
Cavalieri - Queria agradecer por tudo o que fizeram por mim, pelo respeito e admiração de um por um. Com certeza estou levando todo esse carinho para a Inglaterra. Vi que fizeram uma homenagem para mim em alguns sites e no Orkut. Isso é algo mais do que gratificante e o Palmeiras estará para sempre no meu coração.
Isaac, é o que eu falei no post anterior: é uma comparação burra. Não tem como igualar a outra série negativa, pq a série negativa incluía derrotas que não aconteceram agora. Mas eles adoram uma estatística sem lógica, né?
Fora que está mal escrito, era “sem um resultado positivo”.
Olha, com essas rodadas de meio de semana, em que os caras tem q trabalhar mais, eu tenho lido cada coisa!
Isaac Newton, juro que pensei que era piada sua, na linha do imprensinha por um dia.
Pedro.
Pois é, Rafael, e o que não dá para suportar é a insistência em focar o aspecto negativo, mesmo num momento claramente positivo.
É a primeira vez na vida que ouvi falar num “jejum” de três jogos num campeonato de 38 jogos.
A propósito, domingo teremos um jejum de quatro dias sem vitórias…
Abraço
Pedro, acho que foi piada mesmo. Só pode ter sido…
Chupa jornalista imundo e medíocre!
3×1 pra um time cheio de GÁS no 2º tempo e com um atacante que marcou dois gols e fez CHOVER( ou seja, molhar) na área do goleiro tricolor!
Sem mais!
Abraços
Ganhamos do vice campeão da Libertadores. Até onde eu sei, os decantados Washington, Dodô e T. Neves estavam em campo.
O spfw ganhou do Vitória da Bahia, recém promovido a série A.
No site do IG:
“A seis pontos do líder. São Paulo bate Vitória e encosta no G-4″.
“Palmeiras bate Flu”.
No Terra:
“Após vitória, Muricy vê caminho certo ao título”
“Palmeiras derrota Flu”
Ou seja, a equipe de melhor campanha alcança o G4 e na chamada principal não é mencionado nada enquanto que a outra, com um ponto a menos é enaltecida sempre com a inserção de uma palavra motivadora (ex: liderança, tricampeonato, embalo …).
Um detalhe da chamada do IG. O Flamengo ainda nem entrou em campo. A referida diferença pode ser 6, 7 ou 9 pontos, mas isso para eles é mero detalhe.
Não tive saco para ver outros locais.
conheca meu blog http://jornaldopalmeiras.blogspot.com/
se quiser trocar de link me fale
Gente alguém assisitiu ao jogo pela Band? O Luciano do Valle tá totalmente gagá. Alguém tem que falar para ele se aposentar afim de preservar o nome do grande narrador que ele foi um dia.
Seguinte, se o Sandro Silva jogar metade do que ele jogou ontem, não precisa jogar aquilo tudo não, metade, ele não pode sair mais do time. O cara não perdeu uma disputa e não errou um passe, partida nota 10.
Quem me impressionou também foi o Denílson, fez sua melhor partida pelo Palmeiras, brigou, correu, fez jogadas de linha de fundo, enfim foi muito bem. Sem falar no Leandro.
Vamos pra cima do Goiás domingo.
À ATENÇÃO DE TODA A IMPRENSA PAULISTANA…
EM ESPECIAL À GLOBO, TV BANDEIRANTES, FUNDAÇÃO CASPER LÍBERO, RÁDIO JOVEM PAN, FOLHA DE SÃO PAULO E JORNAL O LANCE, ÓRGÃOS DE IMPRENSA QUE POSSUEM EM SEUS QUADROS OS PROFISSIONAIS DE JORNALISMO ESPORTIVO MAIS TENDENCIOSOS DESTE PAÍS.
A imprensa da cidade de São Paulo, incipiente, varzeana, despreparada, bairrista, calhorda, coonesta, ressalvadas isoladas exceções, continua deslustrando o brilho das vitórias do Palmeiras.
Ainda que o time seja o primeiro entre os representantes do estado, as suas vitórias, mesmo as incontestáveis, inapeláveis e idefectíveis, são criminosamente minimizadas desprezadas, omitidas e d-e-s-v-a-l=o-r-i-z-a-d-a-s.
Se o Palmeiras vence apertadadamente é porque o juiz ajudou ou o adversário atuou mal. Se vence com folga o adversário não valia nada, estava desfalcado. Se o juiz erra a favor foi um favorecimento escandaloso. Se erra contra ou é normal, ou um lance difícil ou o árbitro estava com a visão coberta. Um espanto!!!
Pior do que tudo isso é o odioso e execrável exercício do “torcer contra”, através de profissionais (?) que deveriam ser pautados pela imparcialidade, elemento imprescindível para o exercício da função de jornalista-esportivo com ética e honestidade.
Hoje não existe mais um único espaço midiático que não esteja contaminado pelo mau profissionalismo dos jornalistas-torcedores, muito mais torcedores do que jornalistas.
O Palmeirense, hoje, não tem mais onde assistir a um jogo de futebol, seja ele no rádio ou na TV. Ouvir um Cléber Machado, um Luís Roberto, um Jota Júnior, um Milton Leite narrando contra o Palmeiras é um formidável exercício de paciência e humildade.
E se falarmos então no TRAIRÃO DA BAND, que ontem, com a maior desfaçatez deste mundo já fazia média com o Godoy depois de tudo o que disse dele, como se nada houvesse ocorrido ?
E no Galvão, também um ex-narrador em atividade, hoje um mero “argumentador” em transmissões esportivas ?
Tanto ele quanto o TRAIRÃO são velhos figadais inimigos, implacáveis perseguidores da SE Palmeiras, a julgarmnos pela forma parcial como se conduzem nas transmissões do verdão. Uma tragédia !
Eu já nem vou falar em Arnaldo César, no Flávio Prado, no filho do Renato Aragão, no Renato Prado , no tal Celso não sei das quantas da TV Gazeta, no Trajano, no Vovô Juca (um desclassificado) e em tantos outros sobejamente conhecidos.
SE HOUVESSE ISENÇÃO POR PARTE DELES, O COMENTÁRIO DO JOGO SERIA ESTE (segue modelo para ver se eles aprendem o que é ser justo na análise de um jogo)
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Em sua melhor apresentação neste brasileirão o Palmeiras ganhou com folga do Fluminense por 3 X 1, exibindo um futebol bonito, alegre, bem tocado e contundentemente ofensivo.
A superioridade palmeirense foi total, ressalvados os quinze primeiros minutos quando o time carioca chegou a ameaçar por duas vezes o gol de Marcos.
O Palmeiras abriu a contagem com Kleber, mas o Fluminense empatou em seguida com Washington, também de cabeça, em mais uma falha da defesa palmeirense no jogo aéreo.
A instrução de Luxemburgo para que o alto Diego Souza marcasse o artilheiro do Flu não foi cumprida e deu no que deu, o empate dos cariocas.
A partir daí, até o final do jogo, só deu Palmeiras, num autêntico linha contra a defesa. Totalmente dominado, acuado, o Fluminense não teve forças para esboçar qualquer ação ou reação e teve de se render a um adversário técnica e fisicamente superior, compenetrado e determinado.
3 X 1 foi um resultado magro para o Palmeiras que poderia ter disparado uma goleada histórica em cima do rival, tal foi a sua avassaladora superioridade.
Isso não ocorreu pela atuação magnífica do goleiro Fernando Henrique, que fez defesas importantes e pela afobação e falta de competência dos atacantes palmeirenses em concluir para as redes quatro ou cinco oportunidades claríssimas e efetivas de gol.
Foi um jogo corrido, do começo ao fim, para o que muito contribuiu o árbitro gaúcho Leandro Pedro Vuaden que economizou nos cartões e deixou o jogo correr sem a marcação de faltas desnecessárias ou de menor importância.
O estilo europeu da arbitragem muito contribuiu para a beleza do jogo, disputado com muita disposição, muita luta pela posse de bola e sem nenhuma violência.
O Fluminense não apresentou destaques individuais, excessão feita ao goleiro Fernando Henrique. A defesa carioca, intensamente bombardeada pelo ataque verde foi muito exigida e fez o que pôde.
Na verdade o Fluminense se propos a privilegiar o ataque e entrou com um time excessivamente ofensivo com dois centro avantes e dois volantes ofensivos.
Sem o respaldo do meio-campo a defesa tricolor sofreu muito e Washington e Dodô ficaram isolados.Nem contra-ataques os cariocas conseguiram realizar, tal foi o domínimio e a pressão exercidos pelos palmeirenses.
No Palmeiras a defesa começou titubeante, sem auto-confiança, até sofrer o gol. Mas firmou-se em aproximadamente quinze minutos. O miolo de zaga, apesar da precipitação de Gldstone em alguns lances, conseguiu se entrosar.
Uma das razões da boa conduta do miolo de zaga foi a soberba atuação dos dois volantes encarregados de ajudar atrás, Sandro Silva e Léo Lima, principalmente Sandro.
Atuando com personalidade e eficiência, sem cometer faltas ou o anti jogo, mostrando uma personalidade rara para novatos que vêm do interior, Sandro estraçalhou.
Além de proporcionar tranqüilidade a Gladstone e Jéci, cobriu bem as avançadas de Elder Granja, de Léo Lima e, às vezes, até de Leandro.
Entregou a bola sempre de primeira, apresentou-se no ataque, facilitando a vida de Valdívia, mostrando um fôlego impressionante. Foi, sem qualquer dúvida, a expressão superlativa do jogo.
Granja e Leandro voltaram a jogar bem, e evidenciaram o quanto são importantes no esquema tático de Luxa.
Valdívia movimentou-se mais do que em partidas anteriores e ainda que não tenha rendido tudo o que pode e sabe, mostrou que, aos poucos, volta a ser o jogador inteligente, insinuante e diferenciado que faz a diferença.
Kleber teve a dura missão de substituir o artilheiro Alex Mineiro e de jogar na frente, onde não gosta, para fazer os gols. Fez dois gols de cabeça, deu imenso trabalho à defesa carioca, mas continua fominha e várias vezes chutou ao gol mesmo marcado e pressionado, preferindo ignorar a
melhor colocação de seus companheiros para a feitura de gols.
Denilson merece menção especial pela belíssima apresentação, atuando como um ponta direita especialista, ainda que seja canhoto.
Com um preparo físico esplêndido ele correu, fintou, cruzou, marcou e arrematou, em uma atuação irretocável, constituindo-se em uma peça importantíssima na vitória contra os cariocas.
Jumar no lugar de Diego Souza e Evandro no lugar de Valdívia, entraram quando o jogo já estava definido.
Maicosuel substituiu Denilson que deixou o campo por cansaço e teve uma feliz estréia, assinalando o terceiro gol que selou a incontestável vitória palmeirense.
OBSERVEM:
O comentário que fiz não tem nada de diferente, de especial e qualquer pessoa o faria até com mais brilhantismo do que eu.
Só que um comentário desse, que conta a realidade do jogo sem retoques, truques ou maldades você não vai ler em nenhum jornal.
Em jogos do Palmeiras, naturalmente!
Saudações clorofiláticas!!!
Nosso adversário de quarta-feira p.p., está aprendendo com sua sucursal da zona sul da cidade. Quando perde, os responsáveisl foram as “forças da natureza”, a marca da bola, o bioritmo de seus jogadores … enfim, nunca é mérito do adversário.
Agora, como tem jornalista excessivamente tendioso!
“Construir para poder conquistar! Acreditar sempre!”
Sobre o comentário 33:
No 1.º parágrafo - 2.º período - onde se lê responsáveisl, entenda-se “responsáveis”.
No 2.º parágrafo - onde se lê tendioso, entenda-se “tendencioso”