Críticas, pitacos e um jóinha
jul 31st, 2008 by Tiago Soares
E o Palmeiras venceu o Flamengo no Palestra. Valdívia jogou bem, levou amarelo, teve piti ao ser substituído. Luxemburgo chegou aos 300 jogos no comando do alviverde, quase sem saber o que é perder no estádio palestrino. Caio Júnior reencontrou a torcida palmeirense, à frente de um cambaleante rubro-negro que, há bem pouco tempo, reinava solitário na ponta da tabela.
Enfim, assunto é o que não faltou. Caldo bacana para a cobertura da partida, certo?
Hmmmm… vejamos. Vamos dar uma olhada na imprensinha pós-jogo. Com a palavra, os colaboradores do OV (os comentários foram originalmente publicados no post anterior).
Macedo (30)
Confesso que fiquei muito comovido com o semblante do pessoal do Sportv, no noticiário depois do jogo.
Eles falavam do jogo como se um asteróide gigante fosse atingir a Terra daqui vinte minutos.E descobri que o Palmeiras não ganhou o jogo, foi o Flamengo que perdeu.
Além disso, um dos grandes problemas nacionais atualmente é o fato do Flamengo ter ganho só dois pontos em quinze disputados. Alguma coisa precisa ser feita com urgência, senão o barril do petróleo vai bater em 500 dólares.
Falando sério, eu senti que o Palmeiras iria vencer quando o zagueiro deles se machucou e entrou o Dininho. Não deu outra, ele não conseguiria acompanhar o Sandro Silva nem que estivesse de moto.
Deve ser o peso da camisa de que ele falava quando foi contratado lá. Pesa demais e ele não consegue se mexer.
Rafael Evangelista (33)
Fim do jogo e o SporTV abre para os comentaristas falarem. O Muller só falou do Flamengo! Nenhum comentário sobre nenhum jogador do Palmeiras. Pede insistentemente a convocação do Leo Moura pra seleção. Disse, textualmente: “O Léo Moura foi um jogador que fez a diferença”. Fez a diferença! Qual? O Flamengo perdeu! Que diferença?!Aí, o J pergunta sobre o Valdivia e sobre as reclamações de VL ao Muller. Transcrevo o que consegui anotar:
“O Valdivia é um jogador individualista, as pessoas valorizam demais esse jogador. O Valdivia tem que ter mais humildade, tem que baixar a bola. Ele não é o Maradona, é só o Valdivia.
O Valdívia no convivio dos jogadores é muito difícil, os jogadores já perceberam isso, o Valdivia é muito individualista”.
Na boa, exagero é pouco.
Pedro (39)
Estava vendo o cartão verde. Birner direto do Palestra, oba! O assunto é o Palmeiras, melhores momentos do jogo anunciado. E o que vemos? Uma conversa de que o futebol não é mais o mesmo de antigamente, que um empresário só controla jogadores em vários times, que manipulações de resultados podem ser conseguida. Até o tal do Xico Sá diz que a manipulação agora está mais fácil do que na época da fraude na loteca porque lá envolvia pessoas, tinha que combinar com muita gente e agora envolve dinheiro (juro que não entendi o raciocínio).
Tudo muito legal e inteligente mas quero ver o jogo!
Finalmente melhores momentos e vai para entrevista do Luxa. Aí vem a pergunta do Birner:
- Você se convenceu agora de que tem que ter dois jogadores de marcação no meio campo, Léo Lima e Martinez não podem ser os volantes?
- Não
- Como assim, não?
- Não me convenci.
- Alguma explicação?
- Não me convenci. Você não vai me convencer.Volta para o estúdio.
Bárbara Gancia (???):
- Mas como o Luxa está nervoso…
- Ele é muito chatoXico Sá:
- O Luxa é o chato mais bem pago do mundo
O Vladir tenta salvar a situação:
- Mas é a sexta vitória no Palestra em 7 jogos…
- Eu quero que o Palmeiras vá para a segunda divisão em todos os campeonatos (??? Ele disse mesmo isso??). Não desmerecendo a enorme torcida do Palmeiras… (ah bom, agora me sinto melhor) de forma que para mim isso não ajuda muito. Ele é um chato! - Xico ataca de novo.Bom, volta para a coletiva do Luxa (oba!) e o Birner faz sua brilhante análise do jogo, nada de ouvir o Luxa (por que o Birner está lá é um mistério…). O Vladir tenta voltar a carga:
- Bom Birner sobre o que o Luxa versa agora?
- Nada de interessante. Ele reclama que juízes rigoros prejudicam o Kleber e juízes que deixam o jogo seguir prejudicam o Valdívia…
(O que o Birner faz lá? Impede que a gente ouça o Luxa, é isso?)Volta para o estúdio e ouvimos o Sócrates concluir, a respeito da substituição do Valdívia:
- O Valdívia só joga quando o Palmeiras está ganhando. Assim é mais fácil…
(Na verdade essa frase do Sócrates foi bem antes, depois dela passaram os melhores momentos e vi o Valdívia participando da maior parte das jogadas antes do gol. Inclusive deu o passe para o gol. Mas o Sócrates não deve ter visto o jogo. E falou antes de ver os melhores momentos…)
***
Só pra constar: Valdívia já pensou seus cinco minutos e pediu desculpas pelo piti.
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A nota bizarra do dia vem no comentário do Cesar Bruhn Pierre (28/29)
Vou comentar um assunto meio por fora, vocês por acaso já entraram na seção de notícias de esporte do yahoo? mais especificamente na seção BOXE? se liguem nas manchetes:
“Kléber rebate declarações são-paulinas”
“André Dias dispara: ‘Kléber deveria lutar boxe’”
Falar o que disso? o cara que mantem essa seção é um leonor fanfarrão, nem adianta falar que é direcionado automaticamente, já ta lá desde as declarações do Alex “bailarina” Silva.
Para facilitar o link do flagrante
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Para não dizerem que só falamos mal.
O OV recomenda o texto “O Brasileirão é o melhor campeonato do mundo“, do Blog do Nori. Falando nele, talvez fosse interessante uma substituição nas transmissões da Sportv, não? Sai Muller, entra Noriega.
O que acha o amigo leitor, a dileta leitora?
Esse negócio com o Valdívia é uma tremenda palhaçada.
Simplesmente estão conseguindo constranger o jogador e armando um clima negativo.
1 – O jogador sai bravo de campo. Normal, qual é o problema?
2 – Pegam esse evento e fazem fumaça na entrevista coletiva do Luxemburgo que cai feito patinho porque tem que reafirmar sua autoridade.
3 – O Sr. Caio Jr. não tem nada que falar de jogador de outro time dizendo que o mesmo está infeliz. Isso daria direito de qualquer um dentro do Palmeiras ficar falando dos salários atrasados do Flamengo, que tem jogador insatisfeito lá dentro …
4 - A imprensinha aproveita esse conjunto de situações para fazer barulho.
Podemos levar essa história de duas maneiras.
1 – Cair nessa rede e alimentar a discórdia através de declarações na imprensa do tipo: “O Valdívia é funcionário do clube, tem contrato, blá, blá blá”.
Já tem gente na imprensinha chamando o Valdívia para entrevista, dando conselhos e batendo na Diretoria que não dá o devido apoio e diálogo ao jogador. Claramente com a intenção de jogar um contra o outro.
Ou
2 – Fazer o trabalho de casa. Pegar todas essas insinuações e cenários aproveitadores montados pela imprensinha para FECHAR O GRUPO. Mostrar o quanto estão querendo derrubá-los. Aqui entra o trabalho de captação da Assessoria de Imprensa mais o jogo de cintura da Diretoria e Comissão Técnica, aproximando-se ainda mais dos jogadores.
Se formos inteligentes, podemos inverter as coisas e tirar proveito de tudo o que estão fazendo com o Kleber e agora com o Valdívia.
É a imprensinha tá pegando pesado mesmo… Isso me leva a crer que, em mais 2 rodadas seremos LÍDERES!!! Hehehe…
Eu já aguento mais ver o Muller comentando os jogos do Verdão. Será que ele foi fixado como comentarista dos jogos do Palmeiras. Se for, que pelo menos comentasse sobe o Palmeiras, pois ele so sabe falar do adversário. O Valdívia jogou um bolão ontem e não vi o Muller citar ao menos uma vez o nome dele. Depois ainda ficam criando um clima ruim dentro do grupo que não existe.
Agora, o que eu fiquei admirado foi com a reação do Luxemburgo. Poderia muito bem ter manjado a intenção da imprensa com relação ao Valdívia, e colocado panos quentes no caso - como o Mago fez brilhantemente hoje - ao invés de ter aquela reação exagerada logo após o jogo.
Sobre o Noriega, acho que ele é o melhor comentarista do pacote Sportv-Premiere, mas às vezes acho que ele tende a ser excessivamente crítico contra o Palmeiras, talvez por ser seu time de coração - embora não declarado, como é a norma global. Mas melhor que o Müller, qualquer um.
Quando um jogador é importante para o Palmeiras?
Como podemos saber se um jogador é decisivo para o time?
Simples, quando esse exército de fantoches que milita no jornalismo esportivo organiza campanhas para desmoralizar, criar rótulos e repetem matérias com insistência para fixar imagens ruins em relação aos jogadores que decidem jogos (para o Palmeiras).
Quando problemas comuns e passageiros são explorados como de fossem causa de guerra mundial.
Ninguém falava nada do Gamarra, no final de carreira, quando ele não tinha mais condição física para atuar. Até elogiavam. Quanto mais ele ficasse no time, melhor!
Enquanto isso, situações graves do futebol brasileiro são esquecidas e até agressões em campo entre jogadores do mesmo time são abafadas.
O Valdívia no Flamengo seria o maior craque sul-americano. Kléber, no SPFW, seria o exemplo de recuperação de comportamento em campo e o Alex Mineiro, na MSN, seria o rei da área.
Sobre a TV Cultura.
Lamentável que mais uma vez essa emissora mantida por uma Fundação seja usada de forma passional. Por muito tempo esse programa Cartão Verde serviu de picadeiro para uma campanha contra o Campeonato Estadual. Isto é, o contribuinte paulista pagou para que uma emissora pública formasse opinião contra o seu campeonato. Agora, a mesma emissora abriga em seus quadros determinadas figuras que nada têm a contribuir com o esporte. Querem fazer concorrência com a Rede TV?
O que me irrita - e é pauta para o Esmeraldino discorrer - é o fato de Muller - um empírico apedeuta - ser alçado à condição de comentarista.
Será que o fato de haver sido futebolista, jogador, tão só, qualifica-o para o cargo?
Êta imprensinha!
Pegando as reticências do Marco Verdão (05), é nítido que a imprensa quer conturbar o ambiente, ou melhor, massacrar os príncipais jogadores palestrinos. Quando o Valdívia estava jogando mal a imprensinha o deixava meio que no anonimato. Mas ontem, no jogo em que ele jogou bem, já querem colocá-los nas matérias de forma depreciantiva (irresponsável, esquentadinho…), justamente para desestabilizá-lo. Quanto ao Kléber é a mesma coisa, o cara está jogando muito, então a imprensinha fica incomodada e começa a atirar pedra no jogador palmeirense. Pegaram até o Aléx Mineiro de contra-peso, dizendo que o cara é “banheirista” (essa eu ouvia quando criança). São matérias que devem ser questionadas por nós da mídia palestrina. Então, mas nos teclados e emails neles…!!!
É isso aí!!!
Em tempo, Rafael e Tiago (donos do blog), gostaria de saber se vocês leram a entrevista do JK para a Revista do Brasil. Se não leram ou, não tiveram acesso a citada revista, por favor, entrem em contato comigo via email. Na minha opinião a entrevista é de uma incoerência sem tamanho.
O Cláudio Baptista (1) tem toda razão : devemos usar a nosso favor esse circo que a impren$inha teima em criar.
Será que não é situação para respondermos aos paga-pau do spfw? Será que nós palmeirenses não deveríamos entupir a caixa de mensagens desses incompetentes mentirosos e parciais disfarçados de jornalistas? Se a diretoria do Verdão não responde a altura, respondamos nós!!!!!
Convenhamos,se o Muller fosse bom como comentarista esportivo já estaria em Pequim aguardando o inicio dos jogos olimpicos; junto aos outros.Como é um tremendo de um refugo….ficou para ocupar o espaço.Aliás…no tal de” redação Sportv” só sobrou estagiários.Esse Muller é tão ruim,mas tão ruim que chega fazer-me sentir saudades de um outro ruim….Zenon.Afff
COMENTARISTA MÜLLER
Quem inventou essa “Inconha” ?
Quando o Trairão, então chefe de esportes da Globo, passou a introduzir nas transmissões esportivas de TV os “convidados especiais”, talvez ele não soubesse que estaria decretando o final triste de uma profissão que lhe proporcionou tanta alegria e muitas realizações.
Trairão, sem qualquer dúvida o melhor narrador da história recente da TV Brasileira, poderia ter chegado ao final de sua carreira sem essa mácula que o equipara a Calabar.
Ele, que se jacta de ser um pernambucano de coração, na certa já ouviu falar em Calabar e a sua participação nefasta, traindo o Brasil na Guerra dos Guararapes.
Traírão, hoje na BAND, guardadas as devidas proporções, é o Calabar da imprensa esportiva brasileira.
Antes de qualquer crítica aos Clodoaldos, Rivelinos, Millers, Sócrates, Tostões, Gersons, Caios, Netos, Falcões, Arnaldos, Casagrandes e tantos similares (Invasores da área profissional destinada à jornalistas profissionais) faça-se alusão e se dê os necessários créditos a Trairão, o Calabar da imprensa brasileira.
Graças (será que o termo adequado seria graças?) a esse indivíduo, forte em vaidade e, reconheça-se, na capacidade profissional, mas fraco em personalidade, e subserviente aos poderosos, que o espaço da imprensa foi invadido por pessoas que, não bastasse houvessem faturado milhões com o futebol, roubaram a profissão de uma classe sofrida, sofredora e mal paga.
Por isso vivem entre jornalistas esses parasitas, com o beneplácito e a aprovação tácita de sindicatos de pelegos e associações de classe, que não fiscalizam, não denunciam e
nem exigem dos veículos o afastamento daqueles que não possuem o devido registro profissional.
Pelo contrário. Fui informado que muitos Sindicatos ajudam, de uma forma ou de outra, a legalização do ilegal e do ilícito, concedendo registro profissional a partir das solicitações dos veículos poderosos.
O resultado disso tudo é tão deletério à classe quanto um câncer que devora as carnes sãs de um ser humano. A metáfora é forte mas muito real.
A transmissão das Olimpíadas vem aí, confirmando e comprovando as minhas palavras.
Quase 50% das equipes de TV que vão cobrir o evento, são preenchidos por ex-atletas, destaques do esporte em cada modalidade, publicitários, autoridades, celebridades e afins que ocupam, c-r-i-m-i-n-o-s-a-m-e-n-t-e o lugar dos verdadeiros jornalistas.
Toda essa parafernália começou no Brasil com o Traírão que foi aos Estados Unidos e achou bonito ver ex-atletas de basquete comentando nas tgransmissões e implantou, impunemente, essa excrescência em nosso país.
Ele só se esqueceu de anotar que para ter “convidados” as estações americanas tem de manter, obrigatoriamente, jornalistas e radialistas, simultaneamente, nas transmissões, o que não ocorre aqui no Brasil.
Dito isso, convém que se acrescente o impagável Osmar Santos, o palmeirense que virou corintiano, que o seguiu através do rádio, destruindo os valores profissionais vigentes, impingindo-nos a figura de artistas, publicitários, celebridades e convidados especiais e gente considerada socialmente importante, em prejuízo do verdadeiro jornalismo.
A partir daí tudo tornou-se possível no rádio e tv brasileiros, sempre em detrimento dos autênticos jornalistas, que perderam prestígio, influência e o que é pior, o próprio emprego.
Hoje, vale muito mais a opinião exótica de um ex-jogador
ainda que não tenha nível, cultura, bom timbre vocal, do que a palavra de jornalistas, por mais abalisados que sejam
Ainda que este Observatório não tenha a força de um veículo de mídia impressa, que não se se esqueça JAMAIS
aqueles que levaram a classe jornalística ao vale da sombra da morte.
Ah, e que não se esqueça, também, da FALHA DE SÃO PAULO que trabalha até hoje para que não se exija REGISTRO PROFISSIONAL, sob a alegação de que qualquer pessoa pode exercer a função jornalística.
Essa é a saída perfeita para aqueles que querem a desunião classista e a desvalorização dos profissionais, a fim de baratear custos e atingir a meta do proprietário recentemente falecido que declarou: “- Comprei o Jornal apenas para ganhar dinheiro”.
Vocês conhecem algum jornal que tenha mais “focas”, isto é, estagiários e principiantes do que a Falha ?
Dito isso tudo, chego a Müller, seguramente o mais sofrível, menos importante, incompetente e inexpressivo entre tantos outros eleitos e contratados pelos meios de comunicação.
Como se não bastasse a voz ruim, o acento nitidamente caipiresco de sua dicção, a figura dele é patética, anti-televisiva, repulsiva …
No campo das idéias, então, é um ser vazio e repetitivo que parece entrar em cada transmissão com um discurso inicial pronto, pautando as demais intervenções. Exemplo:
Quando comenta jogos do SPFW repete, o jogo inteiro, que
o time é muito forte, que Dagoberto é um craque e não pode ficar fora e que a única fórmula de entrar na defesa bicholor é entrar pela direita porque Jorge Vagner e Richarlisson não sabem marcar.
Quando o Palmeiras joga e ele (pensa que) comenta, diz o tempo todo que Valdívia é um cai-cai, cavador de faltas e que o time adversário tem de fazer isto ou aquilo para vencer o Verdão.
Ontem ele preferiu, como sói sempre acontecer, mais justitificar a derrota do Flamengo do que a vitória do Palmeiras.
Dava a impressão de que o Flamengo havia jogado contra um timeco qualquer da segunda divisão, pois sequer nomes de jogadores do Palmeiras ele citava.
Isso sem contarmos as suas declarações sempre facciosas de que houve faltas não marcadas para o Flamengo ou marcadas irregularmente para o Palmeiras, impedimentos
absurdos marcados pela arbitragem contra o Flamengo e impedimentos flagrantes que a arbitragem deixou de marcar para o Palmeiras.
Seu clubismo é flagrante e ele, visivelmente, parcialmente, escancaradamente, vergonhosamente, torce descaradamente sempre contra o Palmeiras, sem importar-se em brigar contra as imagens ou cair no descrédito. O que ele quer mesmo é que o Palmeiras perca e ponto.
Ontem fez uma dupla infernal com o conhecido Jota Júnior, cronista que ficou famoso muito mais pelo anti-palmeirismo descarado do que pela boa qualidade profissional de que é possuidor.
Ao lado de Müller, ontem, ele sentiu-se inteiramente à vontade, até para torcer. Interessante que quando trabalha com o Noriega ele é muito mais contido, mais reservado, mais profissional e faz, exatamente, o que qualquer narrador deve fazer; narrar, exclusivamente, o jogo. Nisso ele é muito bom.
Na verdade, Müller só está na imprensa pela absoluta subserviência dos profissionais da Globo que não combateram mais essa desnecessária invasão na profissão, tão nociva e tão lesiva aos interesses classistas.
Melhor do que Müller qualquer cidadão comum que entenda razoavelmente de futebol o é. E se me solicitassem que eu o
definisse na qualidade do radialista o jornalista que ele pretende ser eu diria:
Ele é NINGUÉM.
Se ninguém estiver falando, mude de canal.
Saudações clorofiláticas!!!
É o caipira
O mais patético, é que sequer falar o Muller sabe…..O cara é quase um semi-analfabeto. Um Dadá Maravilha dos anos 2000.
Surreal esse programa cartão verde que o pedro tão bem descreveu…engraçado que outro dia meu cunhado estava me dizendo que na semana que o Palmeiras foi campeão Paulista o assunto do programa inteiro foi o Corinthians…oque falar de um programa desses?
Amigos,
Postei este comentário no mondo Palmeiras e vou reproduzir aqui também, pois, o assunto se encaixa perfeitamente.
Acompanhei a transmissão pelo premiere e concordo com a analise do Esmeraldino sobre Muller e Jota Jr. Mas, não foi apenas os dois que cairam no ridiculo. Havia um reporter de campo na transmissão que completou o triangulo.
Duas ntervenções deste reporter: O fato de o estadio do Palmeiras estar cheio se deve a torcida do Flamengo, pois, até agora é a unica torcida visitante que ocupou todo o espaço destinado a elas. Outra: Luxemburgo não se comporta como técnico, quase não passa instrução aos jogadores, passa mais tempo reclamando com a arbitragem, Caio Jr, este sim age como um verdadeiro técnico: Fica mais tempo passando instrução aos jogadores.
É um profissional da Sportv (globo). Qual o seu preparo????.
Os clubes do Rio voltaram ao seu normal este ano, ou seja, vão apenas participar do campeonato. Ano passado é que foi a exceção que confirma esta regra.
Em vez de a midia esportiva do Rio contribuir para o crescimento de seus clubes ficam enaltecendo campeonato estadual ridiculo e tentando criar uma falsa ideia de que seus clubes são competitivos. Não são.
Abraços
Esmeraldino (11),
Muito legal o seu texto. Eu nunca tive nada contra os ex-jogadores se tornarem comentaristas, até como já disse por aqui algumas vezes. Mas esses seus últimos argumentos estão me fazendo mudar algumas idéias que tinha sobre o tema. Ainda não tenho uma opinião completamente formada sobre o assunto, mas achei interessante o modele estadunidense que você citou, onde é obrigatório manter-se um jornalista formado ao lado do ex-jogador “convidado”.
Mas ainda acho que pesa o fato de que nenhum jornalista jamais terá a experiência de quem já esteve lá dentro das quatro linhas. Por isso é interessante a opinião deles.
Mas tenho que discordar num ponto (não sei se foi o que realmente quis dizer, mas entendi assim): Você citou que o Muller tem uma dicção com acento caipiresco. Acho que o sotaque de uma pessoa não é o que influi para ela ter uma voz que a credencie a estar na TV ou não. O Muller claramente não tem uma voz boa para ser um comentarista. Mas devem ter outras pessoas no lugar onde ele adquiriu seu sotaque que possuem uma ótima dicção, e teriam capacidade para ser um comentarista e jornalista formado.
A observação do Julio (14) sobre o repórter é interessante.
Falta, entre outras coisas, discernimento de grande parte da mídia para perceber que quando se contrata um técnico, compra-se um pacote.
Os técnicos são personagens do futebol, cada um com seu estilo. O Luxemburgo entra em choque com todos (e tira proveito disso), outro tem mau humor crônico, outro um discurso de Rolando Lero, há os bonachões à antiga (boné, apito e barriga fugindo da camiseta), tem os adeptos do bom-mocismo, ainda existem as eternas promessas - mas o que conta é o resultado, e não o perfil pessoal de cada um.
Como resultado, parodiando o PVC, nos últimos 32 anos (!), o Palmeiras ganhou quatro títulos estaduais. Os quatro foram com o Luxemburgo.
Tem ainda a questão de jogar para a galera. Fazer um tipo à beira do campo para impressionar desavisados e “mostrar serviço”.
O que este repórter falou mostra que pelo menos neste ponto o Caio Jr. obteve sucesso, e está impressionando os desavisados.
Já quanto a resultados, o “treinador de verdade” ainda está devendo, e precisa correr muito atrás durante muito tempo pra fazer 10% do que já conseguiu o “que só reclama da arbitragem”.
Tricolor (bambi) já admite perder Alex Silva
Dono de 20% dos direitos do zagueiro, clube sabe que cresce a chance de saída.
Carolina Elustondo
São Paulo
Alex Silva seja negociado com o futebol europeu. Na mira do Milan e de outros times do Velho Continente, o jogador, que está com a seleção brasileira se preparando para a disputa das Olimpíadas, tem chances consideráveis de deixar o Tricolor nesta janela de transferências internacionais.
É o que admite Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol do São Paulo.
- Não que a saída do Alex seja uma verdade, mas é uma possibilidade, pois ele é assediado por muitas equipes. Nossa participação nos direitos federativos dele é menor,- explica o dirigente.
Alex Silva tem contrato com o São Paulo até julho de 2010, mas o clube só tem 20% dos direitos federativos do atleta. Marco Aurélio Cunha diz que não há como prever quando e se o zagueiro realmente sairá, mas acredita que as chances de perder o jogador sejam bem equilibradas.
UÉ??? ELES NAOS E GABAVAM DE SER UM TIME EQUILIBRADO, E QUE GANHAM MUITO DINHEIRO NAS VENDAS??
QDO EU FALEI QUE O BRENO ERA SÓ 20% DOS BAMBIS, DUVIDARAM!!!
O BAMBI TEM POUCOS JOGADORES 100% DELES..MUITO POUCOS…
O RESTO É DE EMPRESARIOS…
É A MESMA COISA DA TRAFFIC, SÓ QUE NAO SE CHAMA TRAFFIC!!!
TODO CLUBE É ASSIM HJ EM DIA…
ESSA É A TENDENCIA…E É BOM QUE TODOS SAIBAM QUE NO SUPERSONICO-SENSACIONAL-MARAVILHOSO TIME DO JD LEONOR, AS COISAS SAO IGUAIS!
Vinte por cento, Raul?!?
O Palmeiras é “time de aluguel”.
No caso deles, “nossa participação nos direitos federativos é menor”.
Ah, então tá…
A SEP deve estar atenta e não deslizar nas armadilha da “imprensa”. Ela não deve fornecer material para futuras “picuinhas” dos pseudo “jornalistas oficiais”, formadores de opinião.
Quando houver divergência entre membros da comissão técnica e jogadores, “lavar a roupa em casa, com as portas fechadas”.
“Construir para poder conquistar! Acreditar sempre!”
se alguém puder ler o post do André Rizek sobre o Valdivia, eu achei interessante o ponto de vista, fica no blog do mesmo nome do jornalista acima sitado!!!!!
t+
A ignorância do Muller é indiscutível, mas um fator é mais grave.
Já observamos e registramos aqui situações onde ele foi coerente.
O comportamento dele na transmissão do jogo Palmeiras x Flamengo indica falta de seriedade.
O Müller é uma porcaria como comentarista. Normal.
O que me causa mais revolta é que algum imbecil, em algum momento, deu nossa gloriosa camisa para ele vestir.
Dagoberto, Ceni, Alex Silva, Müller… Lugar de safardana é no Jardim Leonor, sem dúvida!