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	<title>Comentários sobre: Brasileirão, essa máquina de moer nervos e times</title>
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	<description>Palmeiras. Na mídia e no campo.</description>
	<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 07:33:25 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Rafael Evangelista</title>
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		<dc:creator>Rafael Evangelista</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 22:10:09 +0000</pubDate>
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		<description>Caros, muito obrigado pelos elogios. O Tiago fez um texto bem bacana comentando o mesmo assunto e fiz um comentário lá que meio que repercute o falado aqui.
Belo papo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros, muito obrigado pelos elogios. O Tiago fez um texto bem bacana comentando o mesmo assunto e fiz um comentário lá que meio que repercute o falado aqui.<br />
Belo papo!</p>
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		<title>Por: Observatório Verde &#187; Blog Archive &#187; O tamanho das coisas</title>
		<link>http://www.observatorioverde.net/2009/07/01/brasileirao-essa-maquina-de-moer-nervo-e-times/comment-page-1/#comment-73533</link>
		<dc:creator>Observatório Verde &#187; Blog Archive &#187; O tamanho das coisas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 21:32:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Comments       &#171; Brasileirão, essa máquina de moer nervos e times [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Comments       &laquo; Brasileirão, essa máquina de moer nervos e times [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcos</title>
		<link>http://www.observatorioverde.net/2009/07/01/brasileirao-essa-maquina-de-moer-nervo-e-times/comment-page-1/#comment-73513</link>
		<dc:creator>Marcos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 20:47:01 +0000</pubDate>
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		<description>Rafael, 
Essa sua coluna foi muito boa! Concordo em praticamente tudo (por isso que achei boa..hehe). 

Acho que nas ultimas 2 decadas, além da mudança do calendário, que banalizou os classicos, há também a mentalidade de que apenas vencer importa. Jogar bem é o de menos. Quando criança (70-80) os comentaristas pediam cabeças dos times grandes que segurassem o empate no interior paulista - e o interior era bom, e era foda ganhar lá. Já nos 90 havia o deboche dos comentaristas quando o time bom era surpreendido pelo retranqueiro 'ha-ha, foi jogar aberto, se fodeu!'. 

E, claro, o espirito de macaquice dos brasileiros, que só quer saber de Libertadores, também ajuda nisso. Os magnificos estaduais acabaram a partir do momento em que a Libertadores passou a levar 5 times brasileiros. Isso esvaziou as prioridades de ganhar o estadual no começo de temporada. Trocamos classicos por Taquaris e LDUs. 

Aproveito para dizer que acho o futebol mais rico e interessante quando seu rival está a 10 Km, nao a 1000 Km.    

Abraços a todos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael,<br />
Essa sua coluna foi muito boa! Concordo em praticamente tudo (por isso que achei boa..hehe). </p>
<p>Acho que nas ultimas 2 decadas, além da mudança do calendário, que banalizou os classicos, há também a mentalidade de que apenas vencer importa. Jogar bem é o de menos. Quando criança (70-80) os comentaristas pediam cabeças dos times grandes que segurassem o empate no interior paulista - e o interior era bom, e era foda ganhar lá. Já nos 90 havia o deboche dos comentaristas quando o time bom era surpreendido pelo retranqueiro &#8216;ha-ha, foi jogar aberto, se fodeu!&#8217;. </p>
<p>E, claro, o espirito de macaquice dos brasileiros, que só quer saber de Libertadores, também ajuda nisso. Os magnificos estaduais acabaram a partir do momento em que a Libertadores passou a levar 5 times brasileiros. Isso esvaziou as prioridades de ganhar o estadual no começo de temporada. Trocamos classicos por Taquaris e LDUs. </p>
<p>Aproveito para dizer que acho o futebol mais rico e interessante quando seu rival está a 10 Km, nao a 1000 Km.    </p>
<p>Abraços a todos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fábio</title>
		<link>http://www.observatorioverde.net/2009/07/01/brasileirao-essa-maquina-de-moer-nervo-e-times/comment-page-1/#comment-73429</link>
		<dc:creator>Fábio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 17:16:19 +0000</pubDate>
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		<description>Nunca gostei muito desses regionais. Sempre me pareceu um campeonato ainda mais desprezado que os estaduais.

Agora, também acho que os estaduais merecem um pouco mais de espaço e força. Nos anos 90 tivemos os últimos bons momentos do Paulista. Sinto falta daquela época. 

Quanto ao texto, irretocável.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca gostei muito desses regionais. Sempre me pareceu um campeonato ainda mais desprezado que os estaduais.</p>
<p>Agora, também acho que os estaduais merecem um pouco mais de espaço e força. Nos anos 90 tivemos os últimos bons momentos do Paulista. Sinto falta daquela época. </p>
<p>Quanto ao texto, irretocável.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Aversa</title>
		<link>http://www.observatorioverde.net/2009/07/01/brasileirao-essa-maquina-de-moer-nervo-e-times/comment-page-1/#comment-73404</link>
		<dc:creator>Aversa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 16:19:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.observatorioverde.net/?p=685#comment-73404</guid>
		<description>Ótimo texto Rafael. Eu fico fulo quando os Leonores ficam com esse papo de paulistinha. Pô, tem Santos, Palmeiras, Gambás e elas. Nada, nada são 26 brasileiros, fora Portuguesa, Guarani e Ponte Preta e mais outros vários do interior que nessa história de só valer Libertadores e Brasileiro acabaram com todos esses. Olha o Inter, joga um campeonato falido, goleia todo mundo e na hora do vamos ver, tem um timaço no papel e nega fogo em campo.
A coisa pareceu melhorar um pouco quando lançaram aqueles regionais tipo Rio São Paulo, torneio do Nordeste, Copa Centro Oeste.
Era a chance de times médios como Goiás, Vitória, Coritiba, Paysandu e até grandes em mau momento como o Atlético Mineiro ganharem algo de caráter extra regional e depois se enfrentar na Copa dos Campeões. Mas essa coisa dos pontos corridos com um monte de time matou tudo. Encolheram o estadual que é onde você enfrenta o cara que trabalha do seu lado, que estuda com você. Aí tiraram os regionais e só se joga brasileiro e essa Libertadores - cuja obsessão por ela na minha opinião é estúpida. No meu tempo valia muito mais um estadual que uma Libertadores. Só lembro disso começar a mudar quando o são paulo ganhou a Libertadores, pois eles começaram a esfregar na cara de todo mundo isso, coisa que os santistas nunca fizeram.
Podem escrever, o futebol em termos nacioanis já acabou no Norte, vai acabar no nordeste, no centro oeste e no sul só vai ter grêmio e inter. Por isso, concordo com o David. Força aos estaduais e à Sulamericana. E que retornem os regionais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto Rafael. Eu fico fulo quando os Leonores ficam com esse papo de paulistinha. Pô, tem Santos, Palmeiras, Gambás e elas. Nada, nada são 26 brasileiros, fora Portuguesa, Guarani e Ponte Preta e mais outros vários do interior que nessa história de só valer Libertadores e Brasileiro acabaram com todos esses. Olha o Inter, joga um campeonato falido, goleia todo mundo e na hora do vamos ver, tem um timaço no papel e nega fogo em campo.<br />
A coisa pareceu melhorar um pouco quando lançaram aqueles regionais tipo Rio São Paulo, torneio do Nordeste, Copa Centro Oeste.<br />
Era a chance de times médios como Goiás, Vitória, Coritiba, Paysandu e até grandes em mau momento como o Atlético Mineiro ganharem algo de caráter extra regional e depois se enfrentar na Copa dos Campeões. Mas essa coisa dos pontos corridos com um monte de time matou tudo. Encolheram o estadual que é onde você enfrenta o cara que trabalha do seu lado, que estuda com você. Aí tiraram os regionais e só se joga brasileiro e essa Libertadores - cuja obsessão por ela na minha opinião é estúpida. No meu tempo valia muito mais um estadual que uma Libertadores. Só lembro disso começar a mudar quando o são paulo ganhou a Libertadores, pois eles começaram a esfregar na cara de todo mundo isso, coisa que os santistas nunca fizeram.<br />
Podem escrever, o futebol em termos nacioanis já acabou no Norte, vai acabar no nordeste, no centro oeste e no sul só vai ter grêmio e inter. Por isso, concordo com o David. Força aos estaduais e à Sulamericana. E que retornem os regionais.</p>
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	<item>
		<title>Por: Thiago</title>
		<link>http://www.observatorioverde.net/2009/07/01/brasileirao-essa-maquina-de-moer-nervo-e-times/comment-page-1/#comment-73381</link>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 15:13:42 +0000</pubDate>
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		<description>Sabe, Rafael, eu sempre fui a favor dos pontos corridos e ainda acho o sistema de disputa mais justo, mas no Brasil não está funcionando muito bem. Todo mundo fala que por aqui o campeonato começa com 10 favoritos ao título, só que isso nunca acontece na prática. Os times vão se entregando a essas "crises" ao longo do ano e desistem de ser campeões e gera aquela pasmaceira que acaba premiando o time mais regular, o que é muito chato. Regularidade e futebol brasileiro não andam juntos, falta transpiração, emoção, putaria etc. Por isso que o Muricy não conseguiu ser campeão da Libertadores com o Leonor FC, pois tem um time apático, que ganhou três campeonatos sem disputar um jogo decisivo; sem se entregar de verdade. Ou seja, o caráter do time foi construído com base em que? Que jogadores são os heróis desse tricampeonato? Nada. Nenhum. Tudo isso só serviu para manutenção desse espírito nojento que envolve a mídia nativa, de blindar um time, não vender a crise do mesmo em suas manchetes e garantir a paz de um time que, repito, na prática, nunca precisou decidir nada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe, Rafael, eu sempre fui a favor dos pontos corridos e ainda acho o sistema de disputa mais justo, mas no Brasil não está funcionando muito bem. Todo mundo fala que por aqui o campeonato começa com 10 favoritos ao título, só que isso nunca acontece na prática. Os times vão se entregando a essas &#8220;crises&#8221; ao longo do ano e desistem de ser campeões e gera aquela pasmaceira que acaba premiando o time mais regular, o que é muito chato. Regularidade e futebol brasileiro não andam juntos, falta transpiração, emoção, putaria etc. Por isso que o Muricy não conseguiu ser campeão da Libertadores com o Leonor FC, pois tem um time apático, que ganhou três campeonatos sem disputar um jogo decisivo; sem se entregar de verdade. Ou seja, o caráter do time foi construído com base em que? Que jogadores são os heróis desse tricampeonato? Nada. Nenhum. Tudo isso só serviu para manutenção desse espírito nojento que envolve a mídia nativa, de blindar um time, não vender a crise do mesmo em suas manchetes e garantir a paz de um time que, repito, na prática, nunca precisou decidir nada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: catedraldeluz</title>
		<link>http://www.observatorioverde.net/2009/07/01/brasileirao-essa-maquina-de-moer-nervo-e-times/comment-page-1/#comment-73023</link>
		<dc:creator>catedraldeluz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 23:49:22 +0000</pubDate>
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		<description>Rafael,

Imagine que todos os clubes brasileiros não cometessem falhas administrativas e conduzissem seu trabalho da forma mais profissional possível. O campeonato terminaria empatado?

A verdade é uma só: "Para que haja um vencedor é preciso um perdedor que, principalmente, erre em sua conduta.

Hoje faríamos parte do lado pobre da cidade.

Quanto a Luxemburgo, hoje é página virada - pelo menos para mim.

Quanto a K9, estou tentando procurar esquecê-lo. O duro é lembrar-me do substituto.

"Construir para poder conquistar! Acreditar sempre!"</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael,</p>
<p>Imagine que todos os clubes brasileiros não cometessem falhas administrativas e conduzissem seu trabalho da forma mais profissional possível. O campeonato terminaria empatado?</p>
<p>A verdade é uma só: &#8220;Para que haja um vencedor é preciso um perdedor que, principalmente, erre em sua conduta.</p>
<p>Hoje faríamos parte do lado pobre da cidade.</p>
<p>Quanto a Luxemburgo, hoje é página virada - pelo menos para mim.</p>
<p>Quanto a K9, estou tentando procurar esquecê-lo. O duro é lembrar-me do substituto.</p>
<p>&#8220;Construir para poder conquistar! Acreditar sempre!&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Glauco</title>
		<link>http://www.observatorioverde.net/2009/07/01/brasileirao-essa-maquina-de-moer-nervo-e-times/comment-page-1/#comment-72966</link>
		<dc:creator>Glauco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 21:35:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.observatorioverde.net/?p=685#comment-72966</guid>
		<description>Brilhante o texto, Rafael, parabéns. Essa relação entre a tensão permanente, que cresceu no período destacado por você, está muito ligada com o tal do &lt;i&gt;business&lt;/i&gt;, ou seja, mais grana no futebol, mais pressão. Os jogadores brasileiros ficaram mais "confiáveis" lá fora (lembram dos semi-fracassos de Zico e Sócrates na Itália?) e os clubes começaram a ganhar mais dinheiro, faturando também com TV. Resultado: perdemos ainda mais jogadores para o exterior (mesmo com mais dinheiro nos clubes, ou justamente por causa dessa sanha por esse dinheiro) e, para manter o nível de espetáculo, a competição chegou às raias do absurdo. Se não pode se exigir técnica (os craques foram embora), que se exija raça! Um leão por dia! Um é pouco, mais de um, muitos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Brilhante o texto, Rafael, parabéns. Essa relação entre a tensão permanente, que cresceu no período destacado por você, está muito ligada com o tal do <i>business</i>, ou seja, mais grana no futebol, mais pressão. Os jogadores brasileiros ficaram mais &#8220;confiáveis&#8221; lá fora (lembram dos semi-fracassos de Zico e Sócrates na Itália?) e os clubes começaram a ganhar mais dinheiro, faturando também com TV. Resultado: perdemos ainda mais jogadores para o exterior (mesmo com mais dinheiro nos clubes, ou justamente por causa dessa sanha por esse dinheiro) e, para manter o nível de espetáculo, a competição chegou às raias do absurdo. Se não pode se exigir técnica (os craques foram embora), que se exija raça! Um leão por dia! Um é pouco, mais de um, muitos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael Evangelista</title>
		<link>http://www.observatorioverde.net/2009/07/01/brasileirao-essa-maquina-de-moer-nervo-e-times/comment-page-1/#comment-72937</link>
		<dc:creator>Rafael Evangelista</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 20:22:26 +0000</pubDate>
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		<description>André, mas não acho que a sanha de vencer seja o problema, é ela que fundamenta meu argumento. É para saciar essa sanha que os estaduais funcionavam bem, pois ela passava a ser factível a todos os grandes. Servia como descompressão, vencia-se um campeonato competitivo mas não exageradamente competitivo. E em um torneio assim, ainda bacana, era possível lapidar times e jogadores.

Grande, Thiago, "don't believe the hype"

Piazera, concordo com o que fala sobre o 3-5-2. Com o Carpegiani não, o acho um inventor complicado, nosso time precisa de estabilidade, acho. Sobre o Muricy e o gás... olha, aceitando-se a hipótese da conspiração leonor não o vejo como cúmplice, mas como vítima. Não acho que ele fingiria, por mais que ele seja "operário padrão". Aliás, a lealdade dele aos leonores vejo mais como submissão ao patrão do que qualquer outra coisa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>André, mas não acho que a sanha de vencer seja o problema, é ela que fundamenta meu argumento. É para saciar essa sanha que os estaduais funcionavam bem, pois ela passava a ser factível a todos os grandes. Servia como descompressão, vencia-se um campeonato competitivo mas não exageradamente competitivo. E em um torneio assim, ainda bacana, era possível lapidar times e jogadores.</p>
<p>Grande, Thiago, &#8220;don&#8217;t believe the hype&#8221;</p>
<p>Piazera, concordo com o que fala sobre o 3-5-2. Com o Carpegiani não, o acho um inventor complicado, nosso time precisa de estabilidade, acho. Sobre o Muricy e o gás&#8230; olha, aceitando-se a hipótese da conspiração leonor não o vejo como cúmplice, mas como vítima. Não acho que ele fingiria, por mais que ele seja &#8220;operário padrão&#8221;. Aliás, a lealdade dele aos leonores vejo mais como submissão ao patrão do que qualquer outra coisa.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: André Falavigna</title>
		<link>http://www.observatorioverde.net/2009/07/01/brasileirao-essa-maquina-de-moer-nervo-e-times/comment-page-1/#comment-72930</link>
		<dc:creator>André Falavigna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 20:12:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.observatorioverde.net/?p=685#comment-72930</guid>
		<description>Hummm... Sei não... Olha, qualquer consulta a corinthianos mais velhos revela que a sede por conquistas, a competitividade exarcebada é coisa bem mais antiga do que nossa geração. Mesmo leonores ex-juvenis e ainda sapecas experimentaram essa sensação de pressão, por conta do jejum da Seleção Brasileira. A pressão por vencer ou extinguir-se, o espírito de competição elevado à régua do mundo são fatores deletérios? Sem dúvida que são. Mas, no universo dos jogos, não há muita saída: por menos que a gente note a essência lúdica da coisa, o futebol é um jogo e, quem joga, joga para derrotar alguém - ou que vá jogar no time do outro, ora bolas. Ganhar - nesses termos materiais e objetivos que a palavra ganhou em nosso tempo - pode não ser muita coisa na vida real, mas é quase tudo num jogo que imita a vida real. Aliás, o jogo até sublima o que na vontade de vencer há de exagerado - bom ou mau - no modo como tentamos lidar com o mundo de verdade, aquele no qual vencer não é exatamente sair bem na fita. Há cosmovisões inteiras baseadas na idéia de que a vida não é mais do que um jogo e de que a única vitória é contra aquilo que chamamos de "eu mesmo" - o que só pode ser entendido desde que compreendamos que alguém tem que perder. Sim, o futebol está contaminado pela necessidade de construir qualquer coisa que não significa nada além de se estar na moda sempre, e por isso a gente vê animais falando em "ex-grandes" para se referirem a times com torcidas imensas e tradição consolidada. Mas não é pela sanha de vencer que se chegou a esse ponto. A sanha de vencer é boa. Ruim é o espírito Highlander dessa raça que colou no esporte e cujo mantra é o eterno "Só pode haver Um! Só pode haver Um!".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hummm&#8230; Sei não&#8230; Olha, qualquer consulta a corinthianos mais velhos revela que a sede por conquistas, a competitividade exarcebada é coisa bem mais antiga do que nossa geração. Mesmo leonores ex-juvenis e ainda sapecas experimentaram essa sensação de pressão, por conta do jejum da Seleção Brasileira. A pressão por vencer ou extinguir-se, o espírito de competição elevado à régua do mundo são fatores deletérios? Sem dúvida que são. Mas, no universo dos jogos, não há muita saída: por menos que a gente note a essência lúdica da coisa, o futebol é um jogo e, quem joga, joga para derrotar alguém - ou que vá jogar no time do outro, ora bolas. Ganhar - nesses termos materiais e objetivos que a palavra ganhou em nosso tempo - pode não ser muita coisa na vida real, mas é quase tudo num jogo que imita a vida real. Aliás, o jogo até sublima o que na vontade de vencer há de exagerado - bom ou mau - no modo como tentamos lidar com o mundo de verdade, aquele no qual vencer não é exatamente sair bem na fita. Há cosmovisões inteiras baseadas na idéia de que a vida não é mais do que um jogo e de que a única vitória é contra aquilo que chamamos de &#8220;eu mesmo&#8221; - o que só pode ser entendido desde que compreendamos que alguém tem que perder. Sim, o futebol está contaminado pela necessidade de construir qualquer coisa que não significa nada além de se estar na moda sempre, e por isso a gente vê animais falando em &#8220;ex-grandes&#8221; para se referirem a times com torcidas imensas e tradição consolidada. Mas não é pela sanha de vencer que se chegou a esse ponto. A sanha de vencer é boa. Ruim é o espírito Highlander dessa raça que colou no esporte e cujo mantra é o eterno &#8220;Só pode haver Um! Só pode haver Um!&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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